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NATAL AVANÇA NA CIRURGIA DO CÉREBRO - Leia mais notícias n Clipping Cremern 17/05/2010
TRIBUNA DO NORTE NATAL AVANÇA NA CIRURGIA DO CÉREBRO Um passeio pelo corpo humano que tem o poder de curar. Assim pode ser definida a técnica da neuroradiologia, que em Natal tem o Hospital do Coração como protagonista há cinco anos, quando o professor francês Luc Picard passou a ser consultor da equipe potiguar. A neuroradiologia é uma técnica de tratamento para doenças no cérebro e na medula espinhal por meio de microcatéteres que percorrem os vasos cerebrais para tratar aneurismas, má formações arteriais, tromboses, entre outras. Os catéteres são inseridos através do fêmur, na arteria femural e por aí fazem caminho até o cérebro. Com a técnica, desenvolvida há 40 anos e cada vez mais eficaz no tratamento de doenças neurológicas, os médicos têm acesso a regiões de difícil acesso do cérebro sem intervenção cirúrgica e, portanto, com menos possibilidade de “agredir” regiões do órgão que nada tem a ver com a doença em questão. Como o método é mais objetivo – vai em cima do problema sem precisar “abrir” o crânio – os benefícios são autoevidentes. “Antigamente, quando se falava em cirurgia no cérebro, era comum aceitar que existiriam seqüelas, como paralisias. Era o chamado “preço a pagar”. A tendência com essa técnica é que esse “preço” seja cada vez menor”, explica o professor Luc Picard, que conversou com a reportagem da TRIBUNA DO NORTE com a mediação do neurocirurgião, Eduardo Ernesto. A neuroradiologia não é uma técnica necessariamente nova. Existe há cerca de 40 anos e surgiu na França. Em Natal, é realizada desde 1999. Após o início na Europa, as pesquisas tomaram o rumo dos Estados Unidos, que também desenvolveu o método. O professor Luc Picard foi um dos pioneiros no assunto, tendo sido aluno do professor René Djindijan, praticamente o inventor da técnica. Da Europa para Natal, o caminho foi pavimentado pelo médico Eduardo Ernesto. Eduardo foi aluno de Luc Picard na França e fez o convite para a consultoria em Natal, no Hospital do Coração. De acordo com o neurocirurgião, a consultoria é feita de forma “desinteressada”, sem compensações financeiras. “Temos o privilégio de contar com um pesquisador de nível mundial em nossos quadros como consultor. Essa consultoria começou há cinco anos e tem ajudado bastante na resolução de casos e treinamento de nossos profissionais”, afirma Eduardo. E complementa: “Nos Estados Unidos, é comum que professores consagrados passem a colaborar com empresas”. A cooperação se dá da seguinte forma: o professor Luc Picard passa dois meses de cada ano em Natal, auxiliando nos casos mais complexos e participando do acompanhamento e das decisões acerca de cada paciente. Cerca de 90% das pessoas atendidas são referentes ao convênio que o Hospital do Coração tem com o Sistema Único de Saúde na área de neurocirurgia. A consultoria ao Hospital do Coração é inédita. “Tenho certeza que nenhum outro hospital do país tem a oportunidade de trabalhar com um profissional desse quilate”, afirma Eduardo Ernesto. O professor Luc Picard acrescenta que faz consultorias pontuais em outros estados, a convite, e de forma excepcional. “Mas de forma sistemática apenas aqui”, afirma. As visitas periódicas do professor Luc Picard vêm suprir uma demanda fundamental para a evolução e consolidação da técnicas: a formação de mão de obra qualificada, não somente em termos clínicos como também em pesquisa. No Rio Grande do Norte, não há pesquisa acadêmica, ligada a universidades, em neuroradiologia intervencionista. Porém, a pesquisa clínica é realizada justamente nesse espaço dos atendimentos no Hospital do Coração. A posteriori, esses casos atendidos pela equipe – alguns deles em conjunto com o professor Luc Picard – são apresentados em congressos e encontros sobre o tema. No próximo ano, Natal receberá um Encontro Nacional de Neurocirurgia, onde haverá um dia dedicado à neuroradiologia. O tema é recorrente nos meios científicos e tende a evoluir para métodos cada vez mais complexos e eficazes no tratamento de doenças cerebrais. A neuroradiologia hoje trata em duas frentes, principalmente, a desobstrução de vasos, no caso da trombose, e a oclusão de vasos problemáticos, como é o caso dos aneurismas. No futuro, e com a crescente compreensão dos papéis de cada área do cérebro, será possível ser cada vez mais específico. O tratamento será bastante objetivo na área “doente” do órgão, diminuindo as sequelas em outras áreas não-doentes no momento da intervenção. “Isso estará aliado a utilização de materiais cada vez menores, mais ainda que os microcatéteres. Esses materiais terão acesso a áreas cada vez mais remotas do cérebro”, encerra. DIÁRIO DE NATAL SEU FILHO PORTA DISTÚRBIOS MENTAIS? Se sim, saiba que existe em Natal uma unidade do CAPS especializada em atendimentos a crianças e adolescentes Você possui uma criança com algum distúrbio mental e não sabe onde encontrar assistência? Então a dica é procurar um Centro de Apoio Psicossocial (CAPS), especializado no atendimento de crianças e adolescentes com problemas mentais. Em todo o país, os centros são a principal porta de entrada para o atendimento, que é gratuito e garantido pelo governo. Há dois centros especializados em todo o RN, sendo um em Natal e outro em Mossoró. No CAPS, as crianças e adolescentes são atendidos por uma equipe multiprofissional formada por psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, educadores educacionais, enfermeiros, nutricionistas e fonoaudiólogos. Quem está cadastrado num centro tem direito a medicação e ainda pode ser encaminhado para um serviço de maior complexidade. Atualmente, uma média de 140 pacientes estão cadastrados e recebem acompanhamento no CAPS de Natal. A coordenadora do centro, Ana Aparecida, considera a demanda alta e afirma que seria necessário, no mínimo, outro na capital. "Por enquanto, estamos com a porta de entrada aberta. Se passarmos a atender pacientes do interior ou a crianças e adolescentes sem transtorno mental grave, nossa porta de entrada vai fechar até para quem é de Natal", afirma. Ao todo, Natal possui cinco centros de Apoio Psicossocial, sendo que apenas um atende exclusivamente crianças e adolescentes com transtornos mentais. Hoje, existem 28 CAPS cadastrados no estado e mais 9 para serem cadastrados, o que coloca o RN como 7º melhor estado do país em cobertura, de acordo com relatório do Ministério da Saúde, que levou em consideração dados de 2003 a 2006. Em 2005, só existiam 12. Recursos humanos O problema é que os cinco centros localizados em Natal passam por uma série de problemas, de acordo com a chefe do Grupo Auxiliar de Saúde Mental do Estado, Liege Uchoa. O mais grave é falta de recursos humanos devido a saída de vários profissionais nos últimos meses. Para Liege, o munícipio mais problemático no que diz respeito à Saúde Mental no estado é Natal. Isso porque, segundo ela, a gestão atual não deu prioridade à temática. "Em Natal, tudo é muito difícil. A dificuldade é muito grande". ALTERNATIVA É A MAIS CÔMODA Antes de conseguir assistência no CAPS I, a dona de casa Teresa Cristina de Lima, 42, chegou a dormir várias vezes no portal do Hospital Psiquiátrico João Machado para conseguir uma receita médica para o filho caçula, José Felipe, 10. O menino tem problemas mentais e foi diagnosticado quando ainda tinha seis meses de idade. Desde 2006, José Felipe recebe atendimento no CAPS I, em Natal, e Teresa Cristina não precisa mais dormir na fila. A inserção de José Felipe no centro de apoio serviu de alívio para Teresa, que possui um outro filho também com distúrbios mentais. O filho caçula tem convulsões frequentes. Em crise, chega a ter 35 convulsões, de acordo com a mãe. Também fica bastante agressivo sem medicação. Em pleno Dia das Mães, ele pegou um canivete e ameaçou a mãe de morte, cortando-a na mão. "Tem dia que quero me desesperar. Digo que vou embora. Tem dia que a pessoa fica desesperada mesmo. Me deito, rezo, venho no centro, falo com a psicóloga e choro. Quando cheguei aqui, estava desesperada", relata Teresa Cristina. Serviço CAPS I Onde: Avenida Capitão Mor Goveia, 1214, Cidade da Esperança, próximo à Rodoviária Nova Atendimento: 8h às 17h Telefone: 3232-8933/3232-8934 SESAP // PROVAS ACONTECEM NO DIA 23 Mesmo com a prorrogação da data de inscrição do concurso para o último dia 9, a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) manteve a data das provas da seleção para o próximo dia 23. Os locais de provas podem ser acessados no site da Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt ou no site da Sesap. O concurso disponibiliza 2.450 vagas para os níveis superior e médio, destas 561 são destinadas a médicos. CUIDADO COM O "DR. GOOGLE" Internet vira espécie de consultório médico sempre aberto, mas erros de informação são comuns - e perigosos Ao digitar a palavra hipertensão no Google, o mais popular programa de buscas na internet, aparecem 1,2 milhão de páginas em que o nome da doença é citado. Também há anúncios relacionados ao assunto - um deles prometendo a cura da impotência sexual. Na lista de resultados, há páginas do Ministério da Saúde, de hospitais, de estudos científicos e da sociedade médica especializada em hipertensão. Porém, em meio às informações de fontes seguras, a pessoa que faz a busca corre o risco de ler textos elaborados por leigos, sem qualquer fundamentação teórica. Como, por exemplo, o conselho de se misturar remédio a uma fórmula feita com alho e azeite de oliva. A rede mundial de computadores tornou-se uma interminável e bem acessada enciclopédia de termos médicos. No Brasil, de acordo com uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet, 39% dos usuários usam a web para procurar informações relacionadas à saúde, sendo que o percentual sobe para 60% quando se consideram apenas os quem têm nível superior. Embora reconheçam a utilidade da internet na democratização da medicina, especialistas também se preocupam com a qualidade e o uso que se faz das informações. "Não há a menor dúvida de que a internet contribui para a informação. O médico que não souber o que está acontecendo na área pode passar por um grande constrangimento, porque o paciente vai chegar ao consultório atualizado", acredita Reginaldo Albuquerque, clínico-geral e endocrinologista do Exame Medicina Diagnóstico/Dasa e editor do site www.diabetes.org.br, da Sociedade Brasileira de Diabetes. "Mas nada pode substituir a relação entre médico e paciente. Algumas pessoas, por exemplo, querem checar a opinião de seu médico com a do site. Isso é perigoso. Há muita informação na internet, como a que adoçante dá câncer, que se pode jogar no lixo", alerta. A funcionária pública Zenaide Gonçalves da Silva Ramos, 44 anos, chega a dizer: "Confio mais no 'Dr. Google' do que nos médicos". Ela usa o programa para fazer todo o tipo de buscas - é a página inicial do computador -, mas reconhece que saúde é o tema de que mais gosta. "Procuro desde o que vai aparecendo de novidades até dúvidas que tenho. De uma dor no pé a casos de doenças mais complexas", conta Zenaide. Informações esdrúxulas O médico Roberto Valente analisou algumas informações divulgadas na internet. Foram retiradas de sites leigos e de fóruns de discussão. De acordo com as respostas do especialistas, nenhuma faz sentido. Veja os comentários de Roberto Valente: "Se você está tentando a sorte no jogo, aqui está uma aposta segura - você vai morrer de doença do coração. Ela é a causa número 1 de mortes nos Estados Unidos: quase três 10 mortes todos os anos, mais do que qualquer outra causa única." As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte, mas isso não significa que o risco de morte seja universal, e sim que as pessoas que têm fatores de riscos (hipertensas, diabéticas, com colesterol alto e com obesidade) e não controlam é que terão riscos maiores. "Todo diabético possui no pâncreas um verme chamado Euritrema pancreaticum, verme comum em gado e transmitido por carne malpassada, leite cru e quejo não pasteurizado." Mentira. Não existe esse relato. Esse é um parasita que pode viver em ductos pancreáticos de bovinos, uínos e ovinos. Raramente pode infectar o homem e provocar pancreatite. Essa doença pode resultar em diabetes. "A principal causa do câncer de mama é o uso de antitranspirantes! A concentração das toxinas provoca a mutação das células. Eis aqui a razão: o corpo humano tem apenas algumas áreas por onde pode eliminar as toxinas: atrás dos joelhos, atrás das orelhas, a área das virilhas e as axilas. As toxinas são eliminadas com a transpiração. Os antitranspirantes, como seu nome diz, evitam transpiração; portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas." Não é a principal causa de câncer de mama e desconheço a relação do uso de antitranspirantes com o câncer mamário. "Cuidado com a gripe suína!!! (pode levar a uma epidemia global). Manifestação no México. Já foram 62 mortes!!! Não coma carne de porco do México." A gripe H1N1 não tem relação com a ingestão de carne suína. Isso é um mito. CURIOSIDADE VIRA NEUROSE O presidente da Associação Paulista de Medicina e diretor da Associação Médica Brasileira, Jorge Carlos Machado Curi, alerta que esse tipo de episódio é comum. "A pessoa conclui apressadamente que tem uma determinada doença. Começa a ver tanta coisa que fica psicótica e neurótica, avidamente procurando informações e achando que tem tudo", afirma. "Hoje, com tantas informações, até os médicos têm dificuldades de separar o joio do trigo. Imagine para o leigo. Um risco é de, ao escolher o caminho errado, a pessoa acabar até retardando o diagnóstico de uma doença real. Ou então o contrário, passar muito tempo achando que tem algo que não existe", afirma. A administradora Vanessa Holanda Timoteo da Silva, 26 anos, é adepta das consultas online e até mesmo da automedicação. "Normalmente, se estou com algum sintoma, faço a busca para ver o que posso ter ou procurar algum remédio, desses que não são controlados, ou receitas caseiras de remédios", conta. Ela afirma que nunca teve nenhum problema adverso por causa dasfórmulas "receitadas" pela internet. Curiosa, a administradora gosta de tentar decifrar os resultados de exames na web. "Adianta bastante, nunca levei nenhum susto com os resultados. Confio 90% do Google", diz. REVOLUÇÃO ARRISCADA A crescente busca por informações sobre saúde na internet desperta o interesse de pesquisadores, que têm investigado a qualidade dos sites de conteúdo médico. O Google, em particular, chamou a atenção do professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Florença Marco Masoni. Ele é o principal autor de um estudo que mostrou os perigos de confiar inteiramente nas informações divulgadas na web. Masoni e a equipe digitaram no Google Itália a palavra aloe, nome científico da babosa. Na primeira página de resultados, havia dois links para sites de vendas. O primeiro dizia que a substância era um tratamento coadjuvante da quimioterapia. No endereço, o anunciante afirmava que, além de ser eficaz quando os outros tratamentos não davam certo, a aloe era recomendada como estratégia de prevenção para pessoas predispostas ao câncer. Essas informações não têm qualquer comprovação científica. Do site, era possível encomendar um frasco do extrato, a partir de 130 euros (pouco mais de R$ 300). FECHANDO O CERCO AO AEDES AEGYPTI Pesquisadores de várias partes do mundo somam esforços no combate ao mosquito da dengue Enquanto a vacina não vem, um arsenal que combina as mais variadas armas e estratégias abriu guerra sem trégua para levar à lona um grande inimigo mundial: o Aedes aegypti. Forças-tarefas, cada um a seu modo, procuram a melhor forma de combater o mosquito e conter a dengue, que contamina 100 milhões de pessoas por ano no mundo. Após anos de trabalho no Reino Unido e nos Estados Unidos, pesquisadores chegaram ao inseto sem asa. Vale tudo: da genética a engenhocas criativas. O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. A boa nova é a criação de uma variedade de vetores transgênicos cujas fêmeas são incapazes de voar, devido à interrupção induzida no desenvolvimento de suas asas. No cruzamento dos mosquitos machos com fêmeas selvagens, as gerações seguintes de fêmeas já nascem sem poder voar e, por consequência, sem poder transmitir o vírus da doença. A nova linhagem de mosquitos geneticamente modificados foi publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Pelo experimento, por não poderem alçar voos, as fêmeas transmissoras do vírus morrem rapidamente, reduzindo-se o número de insetos e, por isso, o risco de alastramento da dengue. Segundo os autores do estudo, os machos - que não picam e, por isso, podem continuar a voar - tiveram seus genes alterados e os transmitiram para suas crias, que nasceram com atrofia nos músculos das asas. Os autores estimam que a nova linhagem pode suplantar a população nativa em até nove meses e representa alternativa ecologicamente correta, por dispensar o uso de pesticidas. Até agora, a experiência só transcorreu em laboratórios, mas espera-se que a nova variedade possa ser solta na natureza em 2011. Evidengue Se depender do estudo da pesquisadora Virgínia Schall, do Centro de Pesquisa René Rachou, da Fiocruz-MG, o principal criadouro de larvas está com os dias contados. Em 2004, ela desenvolveu um método eficaz contra os insetos intrusos nos vasinhos de plantas. O Evidengue nada mais é do que uma capa comtela de mosquiteiro, espécie de vestido para os vasinhos. A tela é colocada como se embrulhasse o vaso e o prato, no qual fica a água parada. Um elástico na parte interior e uma fita no lado externo são presos nos recipientes caseiros. O modelo foi testado em laboratório, com 100% de eficácia. Nos vasilhames com a capa, o mosquito fêmea não consegue passar pela tela. A proteção está sendo testada em 1.112 mil casas de Belo Horizonte (MG). MONITORAMENTO GANHA O MUNDO Uma processo mineiro não vem fazendo o mesmo barulho que a experiência internacional, mas já corre o Brasil. E, em breve, poderá ajudar o grupo internacional a rastrear os mosquitos geneticamente modificados, sem asa. "Ainda estamos em negociação", revela o professor Álvaro Eiras, do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, responsável pelo aperfeiçoamento da técnica. O Monitoramento Inteligente da Dengue é um sistema que demonstrou ter poder de fogo contra o mosquito, monitorando-o nas residências. A técnica é bem simples: consiste numa armadilha que atrai o vetor da doença. A arapuca é como um vaso de planta com uma fita adesiva fixada na parede interior. Dentro do vasilhame, água com odor específico funciona como chamariz do inseto. "Com o cheiro, a fêmea do Aedes aegypti se aproxima e, ao entrar dentro do recipiente para depositar seus ovos, rodeia o interior do vaso, sendo presa pelo cartão adesivo, sem poder escapar ou depositar ovos", explica o professor. A armadilha é monitorada por um GPS evistoriada semanalmente, para permitir informações constantes sobre a população de mosquitos. Um agente municipal, com um celular à mão, identifica em qual casa está a arapuca e, ao analisar semanalmente a fita adesiva do vaso adaptado, saberá se há ou não quantidade significativa de mosquitos colados. Um banco de dados é montado com as informações, numa central, que disponibiliza dados sobre se há ou não foco do mosquito transmissor. O monitoramento já é utilizado em 45 municípios brasileiros, sendo 26 mineiros. Países como a Austrália também se renderam à experiência. Estados Unidos e Cingapura estão de olho. "Com a tecnologia, Três Pontas (MS) conseguiu reduzir de 3,5 mil para 10 os casos registrados entre 2008 e 2009. Oferecemos a armadilha, treinamento para agentes municipais, celulares, acesso à internet e visitas técnicas. Uma cidade com 50 mil habitantes gastará por mês R$ 3,5 mil com tudo isso", exemplifica o pesquisador. Vaso antidengue para ter em casa Pratos e vasos com gavetas. Para acabar de vezcom a velha história da água parada, o que atrai os mosquitos da dengue, o restaurador de Patrimônio Histórico Roberto Luiz de Lima, de Belo Horizonte, criou em 1996 vasos e pratos "antidengue". No fim do ano passado, o invento recebeu a patente pelo Ministério da Saúde e, nos próximos dias, chegará às lojas. "Em vez de pratos, os vasos, de fibra de vidro, têm gavetas que armazenam a água colocada para a planta. E há também os pratinhos de plástico reciclável com a gaveta que têm a mesma função: não atrair o inseto, permitindo, assim, que a fêmea do Aedes aegypti não deposite seus ovos na água", explica Roberto. Fabricado em escala comercial, o produto tem sido negociado em todo o Brasil e já foi apresentado até mesmo para autoridades de saúde da América do Sul. "É uma medida simples que pode acabar com um transtorno complicado", garante Roberto. saiba mais Entenda o ciclo de vida do mosquito da dengue: Ovos - A fêmea deposita os ovos em ambiente úmido ou na água. Em locais secos, os ovos podem sobreviver por até dois anos e eclodem quando hidratados Larvas - Assim que saem dos ovos, as larvas se desenvolvem na água Pupas - As larvas se transformam em pupas. Em uma semana, aproximadamente, o ciclo de desenvolvimento se completa, lançando novos mosquitos adultos no meio ambiente. As fêmeas passam a picar as pessoas e, em contato com o sangue infectado, hospedam o vírus da dengue na saliva. Ao picar uma pessoa saudável, o vírus é transmitido, dando sequência ao ciclo da doença GAZETA DO OESTE ATO PÚBLICO CONSCIENTIZA POPULAÇÃO SOBRE NECESSIDADE DE MEDICAÇÃO CONTRA AIDS NO PAÍS O Grupo de Aprendendo a Viver Positivamente (GAV +) realizou ontem, 14 de maio, um "Ato público em defesa da vida contra o desabastecimento de antirretroviriais candlelight". A mobilização ocorreu na Praça Antônio Vigário Joaquim e buscou chamar a atenção da população para os desafios enfrentados por quem possui Aids. A programação da mobilização foi composta por depoimentos de ativistas e membros de instituições parceiras, um apitaço alertando sobre a falta de Abacavir (ARV) no país e uma apresentação artística e cultural, além de um minuto de silêncio e o acendimento de velas em memória dos mortos vítimas da Aids. De acordo com a presidente do GAV +, Maria da Conceição Ferreira Paz, em Mossoró, recentemente, houve falta do medicamento, mas o remédio já chegou à cidade. Mesmo assim, os integrantes do GAV na cidade participaram do movimento com o intuito de reforçar os manifestos que estão sendo realizados no Brasil, quanto à necessidade do medicamento, conscientizar a população para que o remédio não falte na cidade, e ainda esclarecer sobre a realidade e a necessidade de prevenção contra a doença. Para se ter uma ideia da gravidade da questão, em Mossoró, só no ano passado foram diagnosticados 31 casos de Aids no período de janeiro a dezembro, segundo informações do enfermeiro do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do Hospital Regional Rafael Fernandes, Antônio Braz de Araújo Bezerra. Ele informa que, este ano, de acordo com as estimativas registradas no hospital, que estão sujeitas a erro de apenas um paciente, no período de janeiro a março de 2010 foram confirmados nove casos de Aids em Mossoró. Ele explica que existem pacientes que ficam em choque e têm que passar pelo atendimento psicológico, até em decorrência do preconceito enfrentado pelos próprios familiares. O enfermeiro menciona que em Mossoró não está faltando medicação. SOBRE O GAV — o Grupo Aprendendo a Viver Positivamente (GAV +) é uma instituição sem fins lucrativos que tem como objetivo prestar assistências às Pessoas Vivendo com HIV/Aids, visando promover uma melhor qualidade de vida e prevenir às DSTs HIV/Aids nas regiões Oeste e Alto Oeste potiguar. Já o Candlelight é uma mobilização social que ocorre em centenas de cidades do mundo, onde são acesas velas não só em memória dos mortos vítimas da Aids, mas simbolizando, principalmente, a luta contra o vírus. O MOSSOROENSE PROFISSIONAIS DE SAÚDE DO RN FAZEM CURSOS PARA QUALIFICAR PACTO DA REDUÇÃO DA MORTALIDADE INFANTIL Como desdobramento do Pacto da Redução da Mortalidade Infantil, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), firmou um contrato com a associação de Ginecologia e Obstetrícia do RN (Sogorn). Com o investimento de 1 milhão e 885 mil reais, o contrato abrange a realização de cursos de qualificação, destinados aos profissionais de saúde de nível médio - auxiliares, técnicos de enfermagem das Unidades de Atenção Básica em Saúde, maternidades, Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), neonatais, Samu e agentes comunitários de saúde dos nove municípios (Natal, Mossoró, Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Caicó, Currais Novos e Pau dos Ferros) prioritários contemplados no Plano Operativo Estadual para a Redução da Mortalidade Infantil. MEMÓRIA O pacto foi assinado na última segunda-feira (10), entre o Governo do Estado e os nove municípios que detêm os maiores índices de mortalidade. O pacto prevê a liberação de R$ 11 milhões a serem investidos prioritariamente nesses nove municípios, que atualmente concentram a metade dos casos de óbitos neonatais no Estado. O encontro aconteceu na Sesap e contou com a presença do governador Iberê Ferreira, do secretário estadual de Saúde, George Antunes, da promotora da Saúde do Ministério Público, Iara Pinheiro, além de prefeitos, secretários de saúde dos municípios, coordenadores e técnicos em saúde. O trabalho em relação ao pacto começou com um protocolo de cooperação federativa entre a União e os estados do Nordeste, para reduzir as desigualdades da região. A partir de então, foi desenvolvido um plano para o RN, definindo, entre as principais metas, a redução da taxa de mortalidade infantil e neonatal em no mínimo 5% ao ano. De 2000 a 2007, 7.526 crianças menores de um ano de idade morreram no Rio Grande do Norte. O maior número de ocorrências foi verificado na capital, Natal (2.058 óbitos), seguida de Mossoró (716), Parnamirim (354), Caicó (170) e Ceará-Mirim (151). Esse quadro levou à realização de um encontro entre a atual gestão estadual e os gestores municipais, em busca do compromisso mútuo em defesa da vida. JORNAL DE FATO MUNICÍPIO COBRA DÉFICIT DE R$ 12 MI Depois de várias tentativas diplomáticas, a Prefeitura de Mossoró prepara uma ação judicial para cobrar o ressarcimento de débito ao Estado, por ter se omitido em relação aos serviços hospitalares, provocados pelo déficit no atendimento de pacientes de municípios vizinhos nos últimos três anos. Segundo levantamento da Secretaria de Cidadania do Município, o déficit já ultrapassa os R$ 12 milhões. Segundo o titular da Secretaria de Cidadania, Francisco Carlos, a gerente executiva da Saúde vem realizando uma série de ações, com o intuito de equilibrar as contas da saúde, como a revisão da Programação Pactuada Integrada (PPI), articulação com representações da sociedade e até uma ação judicial com o apoio do Ministério Público e seccional de Mossoró da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A lógica é simples. Como alguns municípios não têm condições estruturais para realizar alguns procedimentos médicos, os pacientes encaminhados a Mossoró receberiam o atendimento. Porém, em contrapartida, o Município deveria repassar o valor investido para a cidade que o acolheu. Com o descumprimento do PPI, apenas Mossoró custeará com recursos municipais, como o IPTU e o ISS, as despesas para os nativos e para os que vêm de fora. O impacto no cofre público do Município gera um efeito dominó. Na última reunião com a comissão suprapartidária (formada por representantes da sociedade civil para traçar mecanismos de resolução do problema), a Cidadania apontou ainda que, devido à demanda, os programas federais implantados pelo Município estão requerendo contrapartida superior aos valores previstos. Nesta semana, Mossoró foi destaque na revista Multi Cidades, produzida pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), sendo apontada como a terceira cidade na região Nordeste que mais gasta com saúde. Com índices superiores aos registrados pela média regional com alta de 25,7%, ficando atrás apenas de Imperatriz (MA), que registrou despesa com saúde equivalente a 34,4%, e Petrolina (PE), com 35,5%. Segundo Anselmo Carvalho, procurador do Município, a previsão é que até o final do mês a argumentação da ação esteja concluída a fim de ser ajuizada. HOSPITAL PRECISA DE MÉDICOS E APARELHOS O Hospital Regional Nelson Inácio dos Santos, localizado em Assú, passa por mais um momento de crise. Fiscalização feita pelo Ministério Público (MP) e Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN) constatou várias irregularidades no local. Os problemas de maior destaque são a falta de médicos e de aparelhos. O ponto crucial é a falta de recursos humanos, relata o secretário-geral do Cremern, Jairo Lago, que participou da vistoria feita no hospital. "Diversos setores do hospital estão precisando de revitalização", observa, acrescentando que o hospital é grande, mas deixa a desejar. Por falta de médicos, as escalas de plantão do hospital não são completas e é comum haver problema no atendimento. Como conta a secretária Kátia Pinheiro, que levou a avó com dores nas pernas ao hospital e teve que esperar várias horas porque não havia clínico-geral de plantão. "Quando levei minha avó foi durante o dia, mas falta médico em todos os horários, principalmente à noite", relata Kátia. O hospital regional de Assú carece de cirurgiões, clínicos e anestesiologistas. Jairo Lago ainda faz críticas relacionadas à falta de aparelhos médicos e de climatização na unidade hospitalar (os pacientes levam ventiladores para diminuir o calor). "Trata-se de um hospital importante localizado em um polo, mas que não está em condições ideais de funcionamento", destaca. Jairo Lago informa que está concluindo o relatório da fiscalização que será entregue ao MP, mas adianta que a possibilidade de uma interdição no hospital ainda não foi cogitada. A vistoria surpresa no Hospital Regional Nelson Inácio dos Santos foi realizada no dia 27 de abril pelo Cremern, a pedido do promotor de justiça da comarca de Assú, Alexandre Gonçalves Frazão. O promotor instaurou um inquérito civil para apurar os problemas que têm comprometido a qualidade da prestação de serviços de saúde pública no hospital regional e também em todo o município de Assú. Alexandre Frazão disse que são vários os problemas enfrentados; desde falta de ambulâncias, infraestrutura e carência de médicos. Entre os problemas, pode incluir também fossas estouradas na área do hospital. O promotor aguarda o relatório do Cremern para determinar prazos para que as devidas providências sejam adotadas, sob o risco até mesmo de interdição. Hospital tem 8 médicos, mas precisa de 21 Atualmente, o Hospital Regional Nelson Inácio dos Santos conta apenas oito médicos, quando o ideal seria contar 21 para suprir toda a carga horária da semana, informa o diretor administrativo do hospital, Marcos Calixto. O Cremern exige pelo menos três médicos por plantão, mas o hospital conta apenas um médico de plantão no momento. Marcos Calixto diz que um dos motivos para a falta de médicos é que não existem profissionais no mercado para atender a demanda. Ele garante que providências estão sendo tomadas para atender as reivindicações do Cremern e MP. Ele afirma que o problema da falta de ambulâncias para transportar os pacientes já foi solucionado. Observa também que a carência de médicos será solucionada com a realização do concurso público programado pela Secretaria Estadual da Saúde. Sobre as fossas estouradas na área do hospital, Marcos justifica que o problema tinha sido resolvido pela manhã, mas uma bomba tinha estourado e o problema retornado. O diretor culpa os 12 municípios atendidos pelo hospital por parte dos problemas apresentados. Marcos Calixto diz que 80% dos atendimentos realizados no hospital são de baixa complexidade, que deveriam ser feitos pelas Prefeituras. "Os municípios da região não têm unidades de prontoatendimento e acabam sobrecarregando o único hospital que presta esse tipo de serviço", observa. O diretor informa que o hospital regional atende, em média, entre 270 e 300 pacientes diariamente. CORREIO DA TARDE IDOSOS PRECISAM TER CUIDADO REDOBRADO COM A SAÚDE BUCAL A saúde bucal é essencial para manter a qualidade de vida em todas as etapas da vida, porém, na terceira idade, os cuidados odontológicos se tornam mais importantes. As transformações decorrentes do envelhecimento são tantas, que normalmente, os dentes acabam sendo esquecidos. Porém, tê-los funcionando bem garante a ingestão de melhores nutrientes na alimentação diária e ajuda a manter a saúde geral do indivíduo. A população de idosos no Brasil e no mundo tem crescido em ritmo acelerado. O atendimento odontológico a esses indivíduos requer mais atenção no momento de se estabelecer o diagnóstico, bem como na execução do tratamento. Deve-se ter em mente que os idosos geralmente apresentam uma grande variação no que se refere às condições sistêmicas, psicológicas e sociais, além de serem portadores de várias alterações decorrentes do processo natural de envelhecimento. A aposentada Maria da Conceição Soares Pinto de 66 anos, afirma que o cuidado com os dentes é prioridade. "Realizo a escovação sempre após as refeições, troco a escova dentária a cada dois meses, pois sei que devo cuidar do meu sorriso", afirma. Mesmo usando prótese dentária há mais de 30 anos, a aposentada explica que isso nunca impediu de descuidar do sorriso. "Recebi orientações do dentista sobre a melhor forma de cuidar da minha boca, pois sei que não são apenas os dentes, é necessário também uma gengiva saudável", explica. O cirurgião dentista, especialista em prótese e professor da ABO, Gustavo Pires aderiu ao sistema Day Clinic que funciona como um SPA Odontológico, visando restituir ao paciente mais idoso uma qualidade de vida mais elevada, auto-estima e confiança, a partir do sorriso e da mastigação adequada. Para os idosos, essa tem sido uma opção de tratamento com grande aceitação, já que envolve a realização de um número maior de procedimentos, como por exemplo, implantes e próteses, em um único dia ou em poucos dias. Todo o trabalho é realizado de forma a reduzir o tempo do tratamento odontológico, com o máximo de segurança, dentro de uma visão holística da saúde do paciente. A higiene bucal diária e a consulta periódica a um especialista devem ser realizadas para prevenir seqüelas tais como secura bucal, problemas gengivais e cicatrização, no caso de diabéticos. Em portadores de doenças como a osteoporose e artrite, os principais cuidados estão relacionados com as estruturas ósseas dentais e com o posicionamento das cadeiras odontológicas. Gustavo Pires ressalta que uma boa saúde bucal é de extrema importância para a manutenção da saúde geral e contribui para o bem-estar físico, psíquico e social do paciente. "O papel da odontologia em relação a essa faixa populacional é o de manter os pacientes em condições de saúde bucal que não comprometam a alimentação normal e não tenham repercussões negativas sobre a saúde geral e sobre o estado psicológico do indivíduo", ressalta, complementando que "são os dentes, ou próteses bem adaptadas, que permitem uma mastigação correta dos alimentos, preparando-os de forma adequada para serem ingeridos e absorvidos pelo organismo do idoso". O cirurgião dentista afirma ainda que na terceira idade, é importante que seja realizada uma avaliação geral das alterações dos quadros de saúde, ou seja, o trabalho conjunto do dentista com médicos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e enfermeiros é essencial para diagnosticar e tratar precisamente cada caso. HOSPITAL WALFREDO GURGEL REALIZOU PROGRAMAÇÃO DURANTE A SEMANA PARA COMEMORAR DIA DO ASSISTENTE SOCIAL Hoje, 15 de maio é dia do assistente social, profissional responsável por realizar um trabalho essencialmente social e educativo, além de estar qualificado para atuar nas diversas áreas ligadas à condução das políticas sociais públicas e privadas. O Hospital Walfredo Gurgel realizou uma ampla programação para a "Semana do Assistente Social", que será encerrada neste sábado com palestra e distribuição de material educativo. O dia é oportuno para lembrar a importância destes profissionais na assistência aos pacientes e acompanhantes, 24 horas por dia, abrangendo os setores de Pronto Socorro Clóvis Sarinho, o Setor de Acolhimento, a Unidade de Gerenciamento de Vagas (UGV), e as Enfermarias do hospital. Muito mais do que ajudar em questões burocráticas, como documentação, os assistentes sociais representam ainda um importante apoio emocional para pacientes e acompanhantes, que geralmente estão em condição de fragilidade emocional. A Chefe do Serviço Social do Walfredo, Ângela Rego, explica que "os assistentes sociais se inserem no processo de trabalho como agentes de interação entre os níveis do Sistema Único de Saúde, (SUS), com as demais políticas sociais, sendo que o principal objetivo de seu trabalho é assegurar a universalidade, a integralidade e a intersetorialidade das ações". De acordo com a assistente social, do Hospital Santa Catarina, Jucely Cristina Oliveira, o trabalho do assistente tem como objetivo principal responder às demandas dos usuários dos serviços prestados, garantindo o acesso aos direitos assegurados na Constituição Federal de 1988 e na legislação complementar. "O assistente social trabalha no sentido de garantir e acesso e garantia dos direitos sociais, políticos e civis do cidadão". Para isso, o profissional utiliza vários instrumentos de trabalho, entre eles, entrevistas, análises sociais, relatórios, levantamento de recursos, encaminhamentos, visitas domiciliares, dinâmicas de grupo, pareceres sociais, contatos institucionais, entre outros. O assistente social é responsável por fazer uma análise da realidade social e institucional, e intervir para melhorar as condições de vida do usuário. A adequada utilização desses instrumentos requer uma contínua capacitação profissional que busque aprimorar seus conhecimentos e habilidades nas suas diversas áreas de atuação. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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