Rede dos Conselhos de Medicina
PACIENTES LOTAM UPA DO PAJUÇARA - Leia mais notícias no Clipping Cremern 11/06/2010
TRIBUNA DO NORTE PACIENTES LOTAM UPA DO PAJUÇARA No primeiro dia de funcionamento, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do conjunto Pajuçara já havia distribuído, por volta das 15 horas de ontem, 230 senhas para pacientes que residem na Zona Norte de Natal. A UPA atende 24 horas por dia. O percentual de atendimento chegou a 77% da capacidade, que é de 300 pacientes/dia. O administrador da UPA, Cristian Tassi, considerou alto o fluxo de pessoas à procura de atendimento, principalmente pela expectativa que foi gerada pela abertura daquela unidade de saúde. Segundo ele, a demanda nesse primeiro dia de serviço na UPA foi de pacientes que podiam ser atendidos na rede básica de saúde, como o Programa Saúde da Família (PSF). “A população ainda não entendeu que o atendimento da UPA é emergencial”, disse ele. Cristian Tassi é funcionário do Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde (IPAS), empresa contratada pela prefeitura para gerir a UPA de Pajuçara. Ele explicou que o atendimento dos pacientes “não é feito por ordem de chegada”, mas a pessoa ou seu acompanhante é orientado por um funcionário a retirar a ficha, com um número da senha, de um terminal de computador situado logo na entrada da UPA. Daí, o paciente passa a aguardar o chamado por um painel eletrônico e, orientado por duas recepcionistas, segue para uma sala de triagem, de onde sai com a classificação de risco, portando no braço uma pulseira, com a cor que identifica a gravidade ou não do doente e qual a sua necessidade de atendimento. Pela ordem de gravidade, o paciente recebe uma pulseira vermelha, para os casos mais graves; uma laranja, casos menos graves; amarela, casos urgentes; verde, caso em que o paciente pode aguardar atendimento e azul, em que os pacientes podem aguardar e devem procurar a rede ambulatorial. Na UPA 24 horas todo paciente é atendido, classificado quanto à sua urgência, diagnosticado e medicado. Em alguns casos o paciente pode ficar em observação na própria unidade. E se for mais grave, ele é estabilizado para ser encaminhado a um hospital previamente avisado do seu caso. “Aqui também não faz internamento”, declarou Tassi. A procura não foi só de atendimento. A técnica em enfermagem Joelma Lemos esteve lá, ontem à tarde, para se informar se estavam recebendo currículo profissional, e com a resposta positiva, ficou de voltar: “Trabalho seis horas num hospital e posso ter outro expediente aqui”, animou-se ela, que aguarda chamado do concurso público realizado pela Secretaria Estadual de Saúde. “É bom, porque moro perto da UPA”. Entre as pessoas que procuraram a UPA no primeiro dia de funcionamento, estava Maria do Céu Dantas. Pela manhã ela levou a filha para ser atendida e à tarde, recebia alta: “Começou agora, vamos ver daqui para a frente”, afirmou ela, a respeito do bom atendimento: “Foi uma bênção de Deus mandarem isso para a humanidade daqui”. Enquanto dona de casa Maria do Céu Dantas elogiava o atendimento, outros acompanhantes reclamavam da demora, como foi o caso de Cleide Lima, que chegou ao meio-dia com o filho febril, recebeu a senha de número 62 e até as 16 horas não tinha sido atendido: “É fácil dizer a aqui é coisa de primeiro mundo, mas cheguei às 12 horas, vai dar cinco da tarde e não sou atendida”. Ana Maria de Oliveira disse que chegou às 8 h com a filha sentindo dor no estômato. “A dor passou, voltou e ainda não recebi atendimento”, afirmou ela, para depois informar que viu outras mães voltando para casa devido a demora para ser atendida. Diretora do Departamento de Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde, fonoaudióloga Fernanda Otaviano, disse que a expectativa é de que nessas duas ou três semanas, a demanda realmente seja muito alta n até mesmo “pela ansiedade” e diante da expectativa pela abertura da nova unidade de saúde. DIÁRIO DE NATAL DENGUE // SMS ABRE IMÓVEIS EM PETRÓPOLIS Para manter o controle da dengue em Natal, a Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde realiza hoje, a partir das 9h, a abertura de imóveis no Distrito Sanitário Leste. Os técnicos da Vigilância Sanitária irão averiguar e tratar os possíveis focos do mosquito Aedes aegypti existente no local. Nos imóveis visitados pela SMS na semana passada no Distrito Sul, não foi encontrado nenhum foco, mesmo assim os agentes de endemias fizeram o tratamento focal com larvicida. A abertura dos imóveis acontece na Rua Olinto Meira, 1205, Barro Vermelho e Rua Potengi, 629, Petrópolis. PARALISIA // AMANHÃ É DIA DE VACINAÇÃO Vacinou, é gol. Esse é o slogan da 1ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Paralisia infantil de 2010. A vacinação é para crianças de 0 a 4 anos e acontece amanhã em todo o país. A Secretaria Municipal de Saúde está disponibilizando para a campanha 87.125 doses da vacina, 179 postos de vacinação, sendo 170 fixos e 9 volantes que estarão sendo distribuídos nos cinco Distritos Sanitários. Estarão envolvidos 1.704 profissionais. A expectativa da SMS é de vacinar pelo menos 59.121 crianças, para cumprir a meta de 95%, estabelecida pelo Ministério da Saúde. A população total a ser vacinada é de 62.233 crianças em Natal. O MOSSOROENSE MUNICÍPIOS DEVEM CONTINUAR VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE H1N1 A vacinação contra a Gripe H1N1 chega à reta final em todo o Brasil. De 22 de março até as 16h de quarta-feira (9), mais de 76 milhões de pessoas haviam se imunizado. No Rio Grande do Norte, foram atingidas praticamente todas as metas de cobertura, com pelo menos 80% do público-alvo vacinado entre trabalhadores de saúde, doentes crônicos, crianças menores de 2 anos e adultos de 20 a 29 anos. Mas o Ministério da Saúde recomenda que os municípios potiguares adotem estratégias, de acordo com a realidade local, para vacinar os grupos que ainda estão com baixa cobertura. É o caso, por exemplo, dos adultos de 30 a 39 anos e das crianças de 2 anos a menores de 5 anos. Nesses dois grupos, nenhuma unidade da federação atingiu a meta, até o momento. No Rio Grande do Norte, até o momento, a cobertura também está abaixo de 80% entre gestantes (60%) e adultos de 30 a 39 anos (59%). No caso das crianças de 2 anos a menores de 5 anos, muitos municípios aproveitarão a primeira etapa da campanha nacional contra a paralisia infantil para imunizar as crianças que ainda não se vacinaram contra a Gripe H1N1. Nos municípios que irão vacinar as crianças contra a gripe, junto com a imunização contra a pólio, as vacinas contra o vírus H1N1 só estarão disponíveis em postos fixos de vacinação (postos de saúde, por exemplo) e não nas unidades volantes. A orientação para os pais ou responsáveis é que procurem informações junto à Secretaria de Saúde do seu município para saber sobre locais de vacinação, horário de funcionamento e disponibilidade da vacina contra a Gripe H1N1 para as crianças. Já é praxe que nos dias de campanha contra a pólio as equipes de saúde aproveitem para atualizar o cartão de vacinas da criança, contra doenças como coqueluche, sarampo, difteria, rubéola, tétano e rotavírus. A atualização de outras vacinas também ocorre apenas em postos fixos. Em geral, tomar duas ou mais vacinas no mesmo dia não oferece risco à saúde das crianças. Na dúvida, pais ou responsáveis devem consultar um médico. É importante lembrar que, após tomar a vacina, o organismo leva até 14 dias para estar totalmente protegido. As pessoas devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município para buscar orientações sobre dias e horários de funcionamento dos postos. Outro ponto importante é sobre a vacinação diferenciada das crianças, que precisam tomar duas meias doses da vacina, para garantir uma imunização completa contra o vírus da Gripe H1N1. A segunda dose deve ser tomada 21 dias depois da primeira. Neste caso, se a criança tomar a primeira dose no dia da campanha da paralisia infantil, os pais e responsáveis devem ficar atentos para levá-las aos postos novamente, para a segunda dose. MAIOR DO MUNDO A vacinação contra a Gripe H1N1 é a maior já realizada no país, superando os 67 milhões de imunizados contra a rubéola, em 2008. Os 76.361.881 de imunizados contra a Gripe H1N1 até as 16h da quarta-feira (9) representam 40% da população brasileira. Proporcionalmente, é a maior campanha realizada no mundo. Estados Unidos, por exemplo, vacinaram 24% de sua população. México, 20%; Suíça, 17%; França, 8%; e Alemanha, 6%. "Os números mostram o sucesso de nossa estratégia, uma vitória de todo o Sistema Único de Saúde e da sociedade brasileira", resume o ministro José GomesTemporão. "Isso demonstra o grande trabalho desenvolvido pelos profissionais de saúde vacinadores e a confiança da população no Programa Nacional de Imunizações". GESTANTES No caso das mulheres grávidas, os 2,1 milhões de vacinadas representam uma cobertura de 70%. O índice está dentro do esperado, pois o cálculo do público-alvo foi feito com base na estimativa de nascimentos para todo o ano. "Mas precisamos considerar as gestantes que deram à luz nos primeiros meses do ano, antes da vacinação, e as que vão engravidar após a campanha", explica o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage. Em 2010, foram registradas 540 internações e 64 mortes em decorrência da Gripe H1N1, até 8 de maio. Desse total, 18% dos casos graves e 30% dos óbitos foram em gestantes. Por isso, o Ministério da Saúde reforça a importância de que todas as grávidas, em qualquer período da gestação, procurem um posto para tomar a dose da vacina. No ano passado, foram registrados 2.051 óbitos em todo o país. Desse total, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas com doenças crônicas e 189 entre gestantes. Adultos de 20 a 29 anos concentraram 20% dos óbitos (416, no total) e os de 30 a 39 concentraram 22% das mortes (454, no total). CORREIO DA TARDE PROFISSIONAIS DA SAÚDE LANÇAM PRÉ-CANDIDATA À VAGA NA AL Tendo em vista que existem no Brasil 14 profissões de saúde, segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), um grupo da saúde atuante no Rio Grande do Norte decidiu lançar o nome da enfermeira professora Valda (PCdoB) - Francisca Valda da Silva - para representar a categoria na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa (AL). A candidatura de Valda deverá ser homologada durante as convenções do PCdoB. O nome da professora Valda extrapola a Enfermagem pela atuação na saúde, educação em saúde, em sua luta por direitos e cidadania em âmbito local e nacional, na construção social e implantação de políticas públicas, com destaque para a aprovação e efetivação do Sistema Único de Saúde (SUS) e das Diretrizes Curriculares Nacionais de cursos de graduação da saúde. Trabalhos estes realizados em entidades, fóruns e redes multiprofissionais, movimentos sociais e controle social como conselheira titular no Conselho Municipal de Saúde/Natal e no Conselho Nacional de Saúde. A professora é conhecida no meio do ensino universitário por atuar em projetos de inovação curricular nos cursos da saúde, envolvendo serviços de saúde e comunidades. Junto aos Ministérios da Saúde e Educação, Valda contribuiu para o Programa de Formação de Trabalhadores da Área de Enfermagem e o Sistema de Avaliação de Cursos de Graduação e, especificamente, o Subsistema de Avaliação dos Cursos da Saúde. Nesta agenda, integrou o grupo de trabalho do CNS que elabora relatórios técnicos de análise de processos de abertura de novos cursos de psicologia, odontologia e medicina. Militância Valda militou na esquerda durante toda a sua trajetória pessoal, profissional, acadêmica e nos movimentos sociais. Participou da elaboração de programas e planos de governo apresentados em várias eleições por candidatos, alguns deles que hoje figuram no quadro político do estado. Hoje é filiada ao PC do B. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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