Rede dos Conselhos de Medicina
UPA DE PAJUÇARA REALIZA MAIS DE CINCO MIL ATENDIMENTOS EM UM MÊS - Leia mais notícias no Clipping Cremern 06/07/2010
TRIBUNA DO NORTE UPA DE PAJUÇARA REALIZA MAIS DE CINCO MIL ATENDIMENTOS EM UM MÊS Prestes a completar um mês de funcionamento – nesta sexta-feira (9), a Unidade de Pronto Atendimento de Pajuçara contabiliza mais de cinco mil atendimentos, cujas queixas mais frequentes foram amidalite, asma, cefaléia, diarréia, dor abdomial, febre e crise de hipertensão. Os exames mais realizados neste período foram raio X de tórax, hemograma, dosagem de glicose, exame de urina e eletrocardiograma. E os medicamentos mais utilizados foram analgésicos, antitérmicos e soro fisiológico. A UPA de Pajuçara, inaugurada no dia 09 de junho, está registrando uma média de 230 atendimentos por dia, com picos que já chegaram a 312. Os índices são de crescimento e a expectativa da direção é de que a média permaneça em 300 atendimentos diários. A Unidade de Pronto Atendimento de Pajuçara conta com uma escala permanente de quatro médicos que atendem aos casos de urgência e emergência em clínica médica e pediatria 24 horas por dia durante toda a semana. A população ainda está em fase de adaptação ao novo sistema de atendimento, que acontece baseado no Protocolo de Manchester, já implantado em países como Portugal, Suécia, Holanda, Espanha, Canadá e Inglaterra. É uma metodologia de trabalho que consiste em identificar a queixa inicial do paciente, seguir o fluxograma de decisão e, por fim, estabelecer o tempo de espera de acordo com o grau de gravidade. Todo o processo é informatizado e o paciente já tem contato com a tecnologia logo na chegada à unidade. Orientados por um funcionário, os usuários utilizam o totem com tecnologia touch screen para a retirada da ficha. Em seguida, são encaminhados para a sala de espera, onde assistem a um vídeo informativo sobre o funcionamento da UPA enquanto aguardam a vez. Na sequencia, são classificados por uma enfermeira, de acordo com os sintomas. Os casos mais graves são identificados por uma pulseira vermelha e exigem atendimento imediato. As outras cores das pulseiras são laranja, amarela, verde e azul e variam, pela ordem, de acordo com o estado de saúde do usuário. Os pacientes com pulseira verde e azul, por exemplo, têm que esperar os identificados com pulseira laranja e amarela serem atendidos primeiro. Os sistemas de Classificação de Risco e Gestão de Fluxo são os mesmos utilizados pela UPA de Imbiribeira em Recife e criados pela pernambucana MV, empresa brasileira de software especializada em gestão de saúde. Desenvolvidos em Java e Flex, os aplicativos permitem à unidade de saúde manter todo o controle das informações, desde a chegada do paciente até a medicação que foi aplicada e o material utilizado. APÓS FIRMAR PARCERIA, NATAL HOSPITAL CENTER CONCRETIZA EXPANSÃO O Natal Hospital Center deverá inaugurar hoje 60 novos leitos no hospital, ampliando para 170 o número de leitos disponíveis e alcançando a posição de hospital particular com maior capacidade instalada no Rio Grande do Norte. As informações foram repassadas pelo diretor do empreendimento, Aldair Paiva, à repórter de economia da Tribuna do Norte Sílvia Ribeiro Dantas. A expansão, ainda de acordo com ele, é resultado da parceria com o grupo baiano Delfin Imagem, firmada em maio. O Delfin Imagem adquiriu, há cerca de um ano, 40% das ações do Papi. Com o Natal Hospital Center, firmou uma parceria que permite a gestão conjunta do hospital e, de acordo com os envolvidos na negociação, a oferta de mais procedimentos e leitos aos usuários. CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE A PARCERIA. Em tempo: Falando nisso, a ANS vai definir novas regras que prometem diminuir a espera dos usuários por consultas médicas. Ontem, em matéria do Jornal Nacional, foi exibido um caso que não é mais raro por aqui..uma usuária que teria de esperar 35 dias para ser consultada, é mole? DIÁRIO DE NATAL APRENDENDO A VIVER BEM A LONGEVIDADE ESTÁ NA MODA E ALCANÇA MARCAS INÉDITAS - COM MÉDIA DE 72,8 ANOS DE VIDA NO BRASIL Expulsos do paraíso, Adão e Eva perderam um dos maiores presentes oferecidos pelo Criador: a imortalidade. Desde então, o homem persegue a fórmula da vida eterna que, para os nórdicos, estaria escondida em uma maçã; na mitologia grega, na doce ambrosia; na crença chinesa, na mistura entre mercúrio e cinábrio. Mas, se até hoje ninguém descobriu a fonte da juventude, o fato é que, nas últimas décadas, a humanidade se aproximou deste sonho. Graças a avanços científicos, como o controle de doenças e a melhoria no saneamento básico, hoje vive-se mais do que no passado, tendência que, de acordo com projeções demográficas, vai se intensificar. Mas a vida pode ser ainda mais longa - e vivida com maior qualidade -, garantem especialistas de uma área médica que cada vez mais ganha adeptos no mundo: o antienvelhecimento. Apesar do nome, não se trata de estética. O conceito está relacionado à saúde. Viver mais de 100 anos, ficar livre de doenças, manter o cérebro em forma, adquirir mais condicionamento físico, ter mais disposição, lidar bem com o estresse e sentir-se permanentemente jovem - são esses os principais objetivos da especialidade, de acordo com o americano Mark Liponis, clínico-geral do Canyon Ranch Health Resorts, uma rede de spas dos Estados Unidos voltada à medicina preventiva. Liponis é autor do best-seller Ultralongevidade, na lista dos mais vendidos do The New York Times, que chegou agora ao Brasil pela editora Sextante. A principal teoria dele é a de que o envelhecimento é uma doença. O médico acredita que o natural seria que as pessoas passassem dos 100 anos sem as mazelas associadas à idade avançada, como problemas cardíacos, reumáticos e endócrinos, entre outros. "Envelhecer não é uma consequência natural do fato de vivermos muitos anos. Na natureza, há uma série de organismos que têm uma vida longa sem mostrar nenhum sinal de envelhecimento", diz o autor. Segredos Liponis, que começou suas pesquisas depois de diagnosticado com um câncer renal, afirma que os sinais geralmente atribuídosà velhice são causados, em grande parte, pelos distúrbios do sistema imunológico. Por isso, ele defende um programa de sete passos - "respire, coma, durma, dance, ame, relaxe, fortaleça-se" - que ajudariam o organismo a controlar seu mecanismo de defesa. "É evidente que esse sistema (imunológico) tem que fazer todo o possível para melhorar nossas chances de sobrevivência", lembra. Quando se sente ameaçado, o corpo desencadeia reações para combater os agressores. "Acontece que toda essa atividade tem um custo: o dano colateral decorrente de uma guerra imunológica. O corpo fica enfraquecido pela ameaça em si e pela resposta dada a ela", esclarece. Mark Liponis, que garante seguir diariamente os próprios conselhos, lembra que o aumento da expectativa de vida, por si só, não é vantajoso. "Não queremos pessoas vivendo mais, porém, doentes. Queremos que elas vivam mais e com saúde", afirma. Para ele, a chave de controle do sistema imunológico, que levaria à longevidade com qualidade, está na dieta, na atividade física e no comportamento do indivíduo. "A ciência está começando a entender como os exercícios que fazemos, os nutrientes que ingerimos, o humor, a alegria e a satisfação afetam nosso sistema imunológico", comenta. EM BUSCA DA QUALIDADE PERDIDA COM O TEMPO Depois de mais de seis décadas de vida sedentária, Narme Gomide, 70 anos, matriculou-se em uma academia, por insistência dos filhos. Passados quatro anos, a atividade virou vício. "Adoro vir para a academia. O que mais gosto é o convívio social", conta Narme, que faz aulas em uma turma voltada à terceira idade da Companhia Athletica, no Lago Sul de Brasília (DF). "São pessoas com a mesma faixa etária, a gente se completa socialmente. Se tem um filme bonito, estão todas lá. Se tem uma festa de aniversário, vamos todas. A autoestima, sem dúvida, fica elevada. Não ficamos mais dependentes dos filhos para sair", vibra. Assim como Liponis, ela defende que o importante não são os anos a mais: "Não me preocupo com isso. O importante é ter qualidade", ensina. Segundo o médico brasileiro Augusto Vinholis, um dos maiores especialistas em longevidade do país, o homem deveria viver até os 126 anos. A matemática é a mesma aplicada a qualquer mamífero, cuja expectativa de vida é calculada multiplicando-se por seis a idade adulta. Um cachorro, exemplifica Vinholis, atinge a maturidade aos 2,5 anos. Por isso, esses animais vivem, em média, 15 anos. O mesmo acontece om o cavalo, que fica adulto aos 4 anos e 2 meses e tem expectativa de vida de 25 anos. "Quando um cachorro morre aos 10 anos, as pessoas dizem 'Coitado, morreu cedo'. Mas se uma pessoa morre aos 80, elas dizem: 'Ah, estava velhinho, está bom...'. Temos mania de morrer cedo", brinca Vinholis. A conta que ele faz é a mesma da medicina tradicional chinesa, que divide a vida em três ciclos, sendo que o último deveria ocorrer entre os 84 e os 126 anos. Para chegar lá, Vinholis defende um programa de desintoxicação do organismo, começando pela alimentação. Autor do livro A dieta ideal, o médico combate a alimentação básica do brasileiro, composta principalmente de carboidratos simples e muita gordura. "A pessoa como arroz branco, bife acebolado, coxinha frita no óleo velho, toma café o dia todo e, à noite, toma sopa de macarrão com pão, assiste à televisão e vai dormir. Quando chega aos 40 anos, o fígado, o pâncreas e o intestino não aguentam mais. E aí surgem os problemas", resume o médico. EMAGRECEDOR // ANVISA LIMITA DOSE DIÁRIA DE REMÉDIO A Anvisa determinou que a dose máxima a ser receitada a um paciente dos remédios à base de sibutramina é de 15 miligramas diárias. A sibutramina é usada no tratamento para emagrecer. A resolução estipula que a receita médica para um medicamento à base de sibutramina tem validade por até 60 dias. Uma medida anterior, de 2007, determinava o prazo máximo da prescrição em 30 dias. Em março deste ano, a agênciaa tornou obrigatória a venda desses medicamentos com a apresentação da receita azul. HIPERTENSÃO // DIFÍCIL RELAÇÃO COM O SAL Reduzir o sal na dieta é a primeira recomendação que um portador de hipertensão recebe do médico. Mas uma pesquisa do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia com 1.294 hipertensos mostrou que 93% deles não sabem fazer a relação entre o sal e o sódio descrito nas embalagens de alimentos. Pior: 75% nem sequer leem os rótulos e 45% não sabem que os produtos industrializados podem conter sal. Segundo a OMS, o consumo diário de sal não deve exceder seis gramas por dia - uma colher de chá. CARNE // EUA QUEREM REDUZIR ANTIBIÓTICO A batalha para evitar o crescimento de cepas de bactérias ultrarresistentes aos antibióticos tem uma nova frente: os alimentos de origem animal. O alerta foi feito pelo FDA, órgão regulador de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos, que produziu um relatório sobre a importância de reduzir e controlar o uso desses medicamentos em animais destinados ao consumo humano. O FDA emitiu o alerta baseado em estudos mostrando que o uso desses remédios contribui para o desenvolvimento de bactérias que infectam seres humanos e não respondem aos medicamentos. REUNIÃO // MÉDICOS SUSPENDEM PARALISAÇÃO Representantes da Prefeitura de Natal e do Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed) se reuniram ontem, no Salão Nobre do Palácio Felipe Camarão, para definir detalhes do Plano de Cargos, Carreira e Salários da área da saúde, que contemplará os médicos do município. A reunião resultou na suspensão de uma paralisação de advertência que estava marcada para essa segunda-feira, mas foi suspensa depois do agendamento da nova rodada de negociações. Na sexta, representantes da Prefeitura e do Sinmed se reunirão novamente para um entendimento definitivo. O MOSSOROENSE MORADORES DENUNCIAM FALTA DE MÉDICOS NO POSTO DE SAÚDE Moradores do Vingt Rosado estão inconformados com a falta de médicos nos postos de saúde do conjunto. Na primeira e na segunda etapas do local o problema se repete: faltam médicos para atendimento no Programa de Saúde da Família (PSF). O morador Rogério Lopes disse que desde o início de junho o problema tem acontecido. "Fomos informados de que o médico de uma etapa saiu e foi para outro posto e na outra etapa o médico está de férias e só volta no dia 15. E a gente, como é que fica?", indagou o morador. Ele explicou que a população está revolta, pois muitas pessoas precisam de assistência semanalmente nos postos. "A gente fica sem saber o que fazer e para onde ir", diz. No local as enfermeiras e funcionários do setor administrativo do Posto de Saúde Agnaldo Pereira confirmaram a situação na primeira etapa do conjunto. "Realmente estamos sem médico, pois a médica foi para outro posto e o médico, que estava com férias vencidas, teve que se ausentar e só volta dia 15", explicaram as servidoras. Apesar da falta de profissionais médicos, elas informaram que outros tipos de atendimentos, como pré-natal, planejamento familiar e exames preventivos, continuam sendo realizados pelas enfermeiras. "Estamos sem médicos, mas os pacientes não estão ficando sem assistência. Quando eles chegam aqui, nós ligamos para outras unidades e tentamos fazer o encaminhamento para outros postos ou para o próprio PAM do Bom Jardim, em caso de consultas", disseram as enfermeiras. Elas explicaram também que a gerente da unidade já entrou em contato com a gerência de saúde solicitando um médico para a unidade. "Infelizmente nós estamos esperando um novo médico ser contratado para cá. Ficamos sabendo que ia chegar um, mas ele foi encaminhado para a unidade localizada no bairro Pintos, onde estava há mais tempo sem um médico", informaram as servidoras. A população, no entanto, a parte mais prejudicada em função do descaso com a saúde, reclama. "Quando a gente precisa de atendimento, não tem. Não importa se existem enfermeiras; sabemos que elas estão lá cumprindo o trabalho e não é culpa delas, porém alguém tem que se responsabilizar e trazer médicos", critica Rogério. A reportagem do jornal O Mossoroense tentou entrar em contato com a gerente de Saúde, Jacqueline Amaral, porém ela não atendeu ou retornou as ligações. UPA DE PAJUÇARA REALIZA MAIS DE CINCO MIL ATENDIMENTOS EM UM MÊS DE FUNCIONAMENTO NATAL - Prestes a completar um mês de funcionamento - na sexta-feira (9), a Unidade de Pronto Atendimento de Pajuçara contabiliza mais de cinco mil atendimentos, cujas queixas mais frequentes foram amidalite, asma, cefaleia, diarreia, dor abdomial, febre e crise de hipertensão. Os exames mais realizados neste período foram raio-X de tórax, hemograma, dosagem de glicose, exame de urina e eletrocardiograma. E os medicamentos mais utilizados foram analgésicos, antitérmicos e soro fisiológico. A UPA de Pajuçara, inaugurada no dia 9 de junho, está registrando uma média de 230 atendimentos por dia, com picos que já chegaram a 312. Os índices são de crescimento e a expectativa da direção é de que a média permaneça em 300 atendimentos diários. A Unidade de Pronto Atendimento de Pajuçara conta com uma escala permanente de quatro médicos que atendem aos casos de urgência e emergência em clínica médica e pediatria 24 horas por dia durante toda a semana. A população ainda está em fase de adaptação ao novo sistema de atendimento, que acontece baseado no Protocolo de Manchester, já implantado em países como Portugal, Suécia, Holanda, Espanha, Canadá e Inglaterra. É uma metodologia de trabalho que consiste em identificar a queixa inicial do paciente, seguir o fluxograma de decisão e, por fim, estabelecer o tempo de espera de acordo com o grau de gravidade. Todo o processo é informatizado e o paciente já tem contato com a tecnologia logo na chegada à unidade. Orientados por um funcionário, os usuários utilizam o totem com tecnologia touch screen para a retirada da ficha. Em seguida, são encaminhados para a sala de espera, onde assistem a um vídeo informativo sobre o funcionamento da UPA enquanto aguardam a vez. Na sequência, são classificados por uma enfermeira, de acordo com os sintomas. Os casos mais graves são identificados por uma pulseira vermelha e exigem atendimento imediato. As outras cores das pulseiras são laranja, amarela, verde e azul e variam, pela ordem, de acordo com o estado de saúde do usuário. Os pacientes com pulseira verde e azul, por exemplo, têm que esperar os identificados com pulseira laranja e amarela serem atendidos primeiro. CORREIO DA TARDE AUMENTA O NÚMERO DE CASOS DE DENGUE A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) já solicitou junto ao Ministério da Saúde o inseticida para ser utilizado nos carros-fumacê para dar início às ações de combate a dengue. O pedido foi feito para suprir as necessidades da Grande Natal e garante também uma reserva técnica para o restante do Estado. A ação irá priorizar os bairros com alto índice de infestação, localizados principalmente nas Zonas Oeste e Norte da capital. Depois de um ano com baixa incidência da doença, o mosquito Aedes aegypti volta a preocupar os natalenses. Apesar das declarações da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Sesap que a situação está sob controle, o número de casos confirmados continua a crescer. Até junho, foram 900 registros, conforme boletim emitido pela Sesap. De acordo com o último boletim divulgado no domingo (4) pela SMS, no entanto, os números da doença clássica já vão em 1.173, 11,72% a mais que no mesmo período de 2009. Outra preocupação é quanto à incidência de Febre Hemorrágica da Dengue, uma das formas mais graves da doença. Já são 82 notificações, das quais 17 foram confirmadas e as demais aguardam confirmação. Um óbito foi confirmado em Natal. Apesar disso, três outras mortes ainda estão sob investigação. Assim, o total de confirmações chega a 1.190. De fato, segundo o primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa) realizado este ano em Natal, o índice de infestação predial era de 1,6, superior ao recomendado pelo Ministério da Saúde. Por determinação do Governo Federal, o percentual aceitável é inferior a 1. Já no segundo LirAa,o indice registrado na capital foi ainda mais alto - 2,4. Sob esta lógica, vários bairros da cidade já se encontram sob risco eminente de surto epidemiológico como Felipe Camarão, Cidade Nova e Guarapes, Tirol, Petrópolis, Mãe Luiza, Areia Preta e Praia do Meio. A dengue tem atingido mais mulheres do que homens, atacando, sobretudo, as faixas etárias de 15 a 24 anos e de 25 a 34 anos, cada uma com quase 250 casos. Os idosos acima dos 65 anos e crianças com idade inferior a um ano foram os menos afetados. Os jovens entre cinco e 14 anos também representam uma parcela significativa, com mais de 150 confirmações. "A situação é de alerta e não de alarme. Para ajudar no combate à doença, a população deve colaborar com as medidas preventivas, receber os agentes de saúde e, ao menor sinal de febre e dores no corpo, procurar imediatamente um médico" afirmou Juliana Araújo, subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap. Segundo a subcoordenadora de vigilância Ambiental da Sesap, Aline Rocha, a utilização dos carros-fumacê atende a determinados critérios, sendo liberada somente de acordo com a quantidade de casos notificados em laboratório e com o índice de infestação em cada município. A subcoordenadora esclarece ainda que os carros-fumacê são uma opção complementar no combate ao mosquito. O mais importante é que a população procure acabar com os focos, evitando o acumulo de lixo,deixando as caixas de água sempre bem tampadas e nunca deixando recipientes com água parada . MINISTÉRIO PÚBLICO FECHA O CERCO CONTRA OS MÉDICOS FALTOSOS DO HOSPITAL REGIONAL TARCISIO MAIA O descumprimento da escala de plantão por parte dos médicos do Hospital Regional Tarcísio Maia começa a ser investigado pelo Ministério Público Estadual. Na semana passada o promotor de Defesa à Saúde, Guglielmo Marconi, esteve no hospital quando constatou que os médicos que deveriam estar de plantão, não se encontravam na unidade. De imediato foi solicitado à direção hospital uma cópia das escalas de plantões e a lista de freqüência dos plantonistas do Hospital Regional Tarcísio Maia. O diretor do Hospital, Marcelo Duarte, informa que o problema é antigo e diz que todos os procedimentos administrativos são realizados diariamente, como forma de coibir as faltas dos profissionais. "Esse problema a gente enfrenta há algum tempo. Desde o primeiro momento que a direção do HRTM vem adotando procedimentos administrativos, tais como colocar falta, advertir os profissionais faltosos, encaminhar relatórios para a Comissão de Ética, para o CRM e até para o Ministério Público. Nós temos um profissional da clínica que dos doze plantões mensais, ele faltou sete. O que fazer com um profissional como esse?", indagou. Marcelo Duarte conta ainda que a direção conseguiu reduzir em 80% a quantidade de atestados médicos apresentados por médicos, enfermeiros e outros funcionários do hospital. "Criamos o Núcleo de Atenção ao Trabalhador e passamos a anexar diariamente a escala de plantão na frente do hospital, deixando a sociedade informada de quais profissionais estão escalados para o plantão daquele dia. O que precisa ficar claro é que deixar os pacientes aguardando horas e horas passa a ser desumano. Não podemos generalizar, mas é preciso responsabilizar aqueles profissionais que acabam desgastando a imagem da classe médica e do próprio hospital", ressaltou o diretor. Reuniões setoriais estão sendo realizadas pela direção do HRTM com o objetivo de diminuir ainda mais esse percentual. "Já nos reunimos com o pessoal do pronto-socorro, serviços gerais e demais setores e a idéia é coibir o abuso na apresentação de atestados e de faltas. Buscando fortalecer e melhorar cada vez mais os serviços oferecidos pelo hospital", revela. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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