Rede dos Conselhos de Medicina
MINISTÉRIO DA SAÚDE VETA PRONTUÁRIO ONLINE DO SUS - Leia mais notícias no Clipping Cremern 02/08/2010
TRIBUNA DO NORTE MINISTÉRIO DA SAÚDE VETA PRONTUÁRIO ONLINE DO SUS O presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Francisco Batista Júnior, disse que o projeto defendido pelo colegiado e relacionado ao prontuário on line, foi realmente interrompido pelo Ministério da Saúde. Francisco Júnior informou, por telefone, que por diversas vezes o CNS convocou representantes do MS para explicar as causas do fracasso do projeto original, bem como as denúncias de irregularidades, inclusive em licitações, mas sempre protelou a convocação dos conselheiros: “Chamamos em outubro e novembro do ano passado e ninguém apareceu”. Ele disse que no próximo dia 10 a questão do Cartão SUS será levantada pelo Conselho, que também fará reunião ordinária nos dias 11 e 12. Segundo ele, o CNJ quer que o Ministério da Saúde apresente “pelo menos uma proposta de retomada do projeto”, que ele acha imprescindível para o equacionamento, por exemplo, do financiamento do SUS. Com o cartão on line, segundo ele, os recursos do SUS e a despesa pelos procedimentos, serão pagas ao município, que realizou o atendimento do paciente. Para o presidente em exercício do Conselho Regional de Medicina (CRM-RN), Marcos Jácome, o projeto de um cartão nacional do SUS, com um chip eletrônico, “é futurista” e que só daqui a alguns anos, “os nossos netos poderão ver isso”. Mas confirmou que o Conselho Federal de Medicina e as instâncias regionais, já estão se preparando para que, a partir do próximo ano, os profissionais médicos, ao invés da carteira convencional, portem um cartão com chip em que vão dispor de todas as informações, inclusive, de prontuários de sua clientela. “Vamos ter acesso a um prontuário eletrônico, que trás até mais segurança para o seu manuseio”, disse ele, acreditando que, como em outros países, o Brasil podia se utilizar do CPF , “que é acessado em qualquer lugar do país”, para que os pacientes também pudessem ser cadastrados no SUS. BUROCRACIA DO MINISTÉRIO ATRAPALHA CARTÃO DO SUS Com 2,19 milhões de usuários cadastrados no Rio Grande do Norte - 72,73% de sua população -, o Cartão Nacional de Saúde do SUS está longe de alcançar a atribuição prevista na sua criação, em 1996: a identificação do paciente e do seu prontuário clínico por meio de uma base de dados on line, interligando todos os municípios ao sistema brasileiro de saúde pública. “O Cartão SUS não pode continuar sendo apenas um número para ser inserido no sistema de faturamento, como o SIA e AIHs”, diz o coordenador de Tecnologia da Informação da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), Carlos Eduardo de Albuquerque Costa, ao admitir que para o Cartão SUS ser definitivamente implantado em sua plenitude, o Ministério da Saúde precisa, efetivamente, cumprir as normas que regem o cadastro nacional. Carlos Eduardo Costa explica que, pelo sistema atual, o Ministério da Saúde repassa R$ 1,00 por usuário cadastrado em cada município. Para Costa, é importante que o MS institucionalize a política do Cartão SUS, repassando recursos para custeio, como servidores de dados, microcomputadores e impressoras”, assim como “libere a base de dados de forma que o tempo de acesso seja reduzido”. Segundo Costa, o MS ainda necessita confeccionar ou viabilizar financeiramente os cartões PVC, e assim permitir a criação de um sistema informatizado de prontuário eletrônico, na web, “que pague os atendimentos de usuários que não são do estado ou município”, por uma câmara de compensação. Hoje, o Ministério da Saúde informa que embora os 167 municípios do RN tenham base de dados disponíveis, 40 ainda não baixaram os arquivos do atual Cartão SUS, que pode ser tirado impresso em papel através da internet, constando um número de identificação, nome do usuário e sua data de nascimento. No RN ainda existem 1,22 milhão de usuários cadastros provisoriamente. Em alguns municípios, o número provisório de cartões supera em muito o número de cartões definitivos, como Paraná, município da região Oeste, que emitira até 9 de julho deste ano, segundo o MS, apenas 445 cartões definitivos contra 3.282 provisório. Em Tenente Ananias, também na região Oeste, tem-se 2.973 cartões definitivos contra 9.486 provisórios. Na região Central, Angicos emitiu 7.494 definitivos e 13.437 provisórios. Menos da metade da população de Natal, que é de 806 mil habitantes, tem cartões definitivos (402 mil usuários), enquanto o número de cartões provisórios chega a 318.877. O segundo maior município do Estado, Mossoró, tem 190 mil cartões definitivos e 138 mil provisórios, enquanto em Parnamirim, essa relação é de 105 mil e 60 mil cartões. Poucos são os municípios que não apresentam tanta disparidades, como Bodó, que tem 3.852 cartões definitivos e 478 provisórios, bem como Fernando Pedroza, com 3.595 definitivos e 618 provisórios. Já Ipueira são 2.179 para 321 e Lagoa Salgada, 7.272 para 924, além de Pedra Grande, de 4.131 para 642. Carlos Costa diz que todos os cartões provisórios “serão cancelados”. O MS justifica, inclusive no seu site na internet, que os números apresentados se referem exclusivamente à quantidade de cadastramentos registrados para aquele município. Não podem ser considerados como quantidade de usuários do SUS para aquele local devido ao fato de que alguns municípios usam sistemas próprios e cadastram sem consultar a base anterior ou a base nacional, podendo cadastrar um usuário mais de uma vez ou cadastrar usuário de outro município como sendo dele Segundo o MS, também ocorre de não transmitirem e nem receberem regularmente os dados dos seus cadastros, fazendo com que usuários que tenham mudado continuem constando no seu município. Apesar de utilizarem os aplicativos CADSUS, os municípios em alguns momentos não fizeram consulta à base nacional para verificar se o usuário já estava cadastrado ou realizaram procedimentos do cadastro diferente do recomendado. Tomografia e ressonância, os mais solicitados A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) não informou, estatisticamente, quais são os exames de média e alta complexidade e nem quais os tipos de consultas que são mais requisitadas pelos 2,19 milhões de usuários do SUS no Rio Grande do Norte. Mas, através de sua assessoria de comunicação social, a Sesap explicou que os exames de alta complexidade mais solicitados são Tomografia e Ressonância Magnética, e o que o prazo para entrega depende da urgência que o médico prescreveu. Segundo a Sesap, têm exames que saem em um dia, e têm outros que demoram um mês ou mais para sair, dependendo da urgência que o médico que solicitou o exame pedir. A médica reguladora da Sesap, Aussângela Machado, explicou que o sistema de regulação de exame iniciado em 2004 agora está concentrado na Secretaria. Diretor do antigo Hospital dos Pescadores, nas Rocas, o gestor público Josenildo Barbosa de Lira, explicou que em virtude de ser uma unidade de urgência e emergência, o atendimento ali “é de acesso livre”, independentemente do paciente ser portador ou não do Cartão SUS. “O cartão não é condição para que se atenda o paciente, que venha em ambulância do Samu ou em condução própria”, reiterou ele, que entende ser o cartão mais uma exigência para quem vai precisar da rede básica de saúde e precisar da abertura de um prontuário para ser acompanhado: “Aqui, o paciente é atendido mesmo que tenha um plano de saúde”. A TRIBUNA DO NORTE foi ao Centro Clínico da Ribeira na manha da sexta-feira e constatou, numa conversa com alguns pacientes que portavam o Cartão SUS. “Tirei o cartão na internet, no posto de saúde do meu bairro”, dizia Josefa de Lima, que fez o dela e de dois filhos portadores de necessidades especiais. Os pacientes aguardavam apenas o retorno para a avaliação médica, como Manoel Cunha de Lima, que reclamava do fato de ter de vir cedo pela manhã, enquanto o atendimento só ocorreria a partir das 13 horas: “Se a gente vier mais tarde, a fila fica muito grande”. Outra paciente, Maria José Feliciano, explicava que no caso de alguém perder o retorno em 30 dias, tem de fazer nova consulta. DIÁRIO DE NATAL FALTA APOIA A SOROPOSITIVOS Única instituição que atendia portadores de HIV/Aids está fechada por falta de recursos A Casa de Apoio aos Portadores de HIV/Aids, única entidade de assistência a esse grupo em Natal, está fechada por falta de apoio há cerca de três meses. Ela funcionava em uma pequena casa na Rua Mermoz, no Baldo, e, de acordo com o seu diretor, Marcos Antônio Belarmino, não tinha mais condições de funcionar por falta de dinheiro. Ele está preparando uma documentação para tentar alugar uma nova casa através de convênio com a prefeitura. "Estamos praticamente sendo despejados", diz Berlarmino, que não conseguiu mais recursos para bancar os R$ 500 de aluguel do imóvel. Os portadores de HIV/Aids que se utilizavam dos serviços da casa vinham principalmente do interior do estado e iam até ela para ter, além de informações, serviços básicos de alimentação e higiene enquanto estavam em Natal. Belarmino fala que recebia, por mês, em torno de 20 a 25 pessoas. O custo de manuntenção para que a casa funcione adequadamente fica, de acordo com ele, em torno de R$ 5 mil. O diretordiz que a grande maioria das doações feitas por pessoas físicas era composta por comida, já que os portadores precisam estar bem alimentados em virtude da forte medicação tomada. "O coquetel é muito forte, e, se a pessoa não está bem alimentada, pode passar a ter problemas estomacais", explica. Ainda sobre a medicação, Belarmino conta que os pacientes recebem regularmente o coquetel anti-viral, porém estão dessassistidos quanto ao recebeimento dos remédios que ajudam no tratamento de doenças oportunistas, como a tuberculose, por exemplo. Ele fala ter enviado ofícios às secretarias de saúde do estado e do município comunicando a situação, mas não obteve resposta das autoridades competentes. A juíza Ana Cláudia Luz, da 5ª Vara da Fazenda Pública, intimou, na semana passada, os secretários de Saúde Thiago Trindade (Natal) e George Antunes (Estado) a regularizar a distribuição dos remédios. Belarmino é portador do vírus há 11 anos, mas não desenvolveu a doença e chega a tomar sete comprimidos por dia. Para gerarrenda, ele diz ter planos de comprar uma máquina que produz vassouras, com material totalmente reciclado, que tem um custo de R$ 1,5 mil. Auxílio Os interessados em fazer doações à Casa de Apoio aos Portadores de HIV/AIDS devem ligar para Marcos Belarmino (8802-5236). TEMPORADA DE CATAPORA Meses de agosto e setembro são os preferidos da enfermidade que atinge 60 milhões de pessoas Febre alta, coceira, mal-estar... e surgem os pontinhos vermelhos por todo corpo dois dias após os primeiros sintomas. É a catapora. No inverno começa a temporada da varicela. Popularmente chamada de catapora, a doença causada pelo vírus Varicela zoester atinge principalmente crianças de 5 a 9 anos - público que representa em termos universais cerca de 90% dos pacientes infectados. Trata-se de uma doença infecciosa aguda altamente contagiosa, transmitida tanto por via respiratória quanto pelo contato direto. Os meses de maior incidência da doença são agosto e setembro, quando as crianças estão concentradas nas salas de aula. Mas a doença também acomete bebês e adultos. Estudos epidemiológicos demonstram que a catapora afeta cerca de 60 milhões de pessoas no mundo, por ano. O período de incubação, desde o contágio até os primeiros sintomas, é de aproximadamente 14 dias. O aumento da temperatura corporal, seguido de mal-estar, falta de apetite e dor no corpo, são apenas o começo do desconforto. Depois surgem as manchinhas na pele que evoluem para pequenas bolhas com um líquido transparente. Quando essas vesículas se rompem, formam-se crostas que causam a coceira. E é essa a fase mais desagradável, e que precisa de maior atenção e cuidado. A quantidade de bolhas varia de 200 a 500, podendo atingir também os olhos e as mucosas, como a região interna do nariz. A principal complicação da catapora são as infecções bacterianas que podem se formar nas lesões. Por isso, a pele deve ser mantida sempre limpa. E, por mais que seja irresistível, não se deve coçar as feridas, muito menos arrancar as cascas para evitar que deixem cicatrizes. "Os banhos com permanganato de potássio podem ser usados como antisséptico e secativo, porque melhoram a higiene da pele e diminuem a possibilidade de infecção bacteriana secundária", recomenda o pediatra Bruno Vaz. Mas o tratamento não altera a evolução da varicela, apenas diminui a complicação, explica. Até o desaparecimento total das lesões a exposição solar também não é recomendada, para evitar a formação de manchas na pele. O processo O período de contágio da catapora vai desde os dias que antecedem o surgimento dos pontos vermelhos, com transmissão apenas pelo ar. Desse momento até que todas as lesões estejam com as crostas, ocorre tanto a contaminação pelo ar quanto no contato com a pele. "A pessoa infectada deve ficar isolada durante o período de contaminação e caso haja piora dos sintomas, procurar um médico", afirma o especialista em infectologia Marcos Cyrillo. A varicela é uma doença benigna e, geralmente, o próprio corpo se recupera sozinho. Para Cyrillo, pessoas saudáveis não precisam de tratamento específico, apenas sintomáticos, ou seja, para aliviar os sintomas, principalmente a febre. O infectologista afirma que tanto os adultos quanto crianças podem ter formas mais severas de catapora: "A gravidade dependerá do estado imunológico do doente e de suas doenças de base". Mas o pediatra defende que pacientes com mais de 13 anos, inclusive os adultos, e aqueles com baixa imunidade devem ser tratados com medicação antiviral. Ele adverte que tanto para a catapora quanto para outras doenças provocadas por vírus, não se deve usar aspirina ou outros remédios à base de ácido acetilsalicílico (AAS), pois podem provocar insuficiência hepática e agravar o quadro da enfermidade. RISCO DE DOENÇAS SECUNDÁRIAS APÓS O CONTÁGIO Quanto à afirmação popular de que catapora só se pega uma vez, os dois especialistas concordam. "Uma vez tendo a doença produziremos anticorpos que vão nos conferir proteção durante toda a vida", explica Vaz. Na mesma linha, Cyrillo completa: "Muito raramente, muito mesmo, pode ter uma segunda vez". Mas, apesar de a doença só se manifestar uma vez, o vírus pode continuar circulando pelo organismo e evoluir para uma espécie de herpes (herpes zoester). As lesões formadas por essa doença secundária, que acomete mais os idosos com imunidade muito baixa, são semelhantes às da catapora, mas atingem os nervos e provocam dores fortes. A vacina contra varicela existe e tem eficiência de 97%. Crianças vacinadas podem contrair a doença, mas de forma mais leve, com febre baixa e poucas lesões. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o uso da vacina em dose única quando o bebê completa um ano de idade, com as de sarampo, caxumba e rubéola. Se a criança não foi vacinada nem manifestou a doença até os 12 anos, deve tomá-la em duas doses, com intervalo de quatro semanas entre elas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 2003 e 2008, foram registrados mais de 25 mil surtos de varicela no país. No entanto, a vacina não está disponível na rede pública. Em clínicas particulares a dose custa cerca de R$ 150. A herpes zoester ocorre em geral após a varicela, no caso de algumas pessoas que não desenvolvem imunidade total ao vírus, que permanece latente em gânglios próximos à coluna vertebral. Quando encontra condições de se desenvolver, o vírus reativa-se e chega à pele através dos nervos correspondentes ao gânglio. Acomete homens e mulheres, sendo mais frequente na idade adulta e nos idosos. HOMOSSEXUALISMO // CONSUMO DE DROGAS ILÍCITAS Grande parte dos homossexuais mais velhos, assim como homens bissexuais, fazem uso de drogas ilícitas, segundo uma pesquisa apresentada pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Petesburgo. O estudo analisou os hábitos toxicômanos de 1.378 gays e bissexuais - todos do sexo masculino - portadores ou não do vírus da Aids com idades entre 44 e 63 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles usaram algum tipo de droga recreativa, como cocaína e ecstasy, entre 1998 e 2008. MÉDICOS // HOSPITAIS RECEBEM REFORÇOS Os seis hospitais federais no Rio de Janeiro vão ganhar um reforço de 467 médicos de 49 especialidades aprovados em concurso público no começo deste ano. Eles começam a trabalhar dentro de duas semanas nas unidades do Andaraí e de Bonsucesso, de Ipanema, da Lagoa e do Instituto Nacional do Câncer, além do Hospital Federal dos Servidores e do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. Para o CRM- RJ, a convocação é importante, mas o número é insuficiente. HEPATITE // TIPO C CAUSA MAIS MORTES A hepatite C é a doença que causa o maior número de óbitos entre todos os tipos de hepatite, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Segundo a diretora do Departamento de DST/Aids do ministério, Mariângela Simão, mais de 70% dos casos desse tipo de hepatite se tornam crônicos. Em 2009 foram confirmados no Brasil 9.794 casos de hepatite C e em 2008 foram 9.954 casos. Grande parte desses casos se concentram na faixa etária dos 50 aos 59 anos, que foram contaminados por meio de seringas não esterilizadas e transfusão de sangue feitas até 1993. GAZETA DO OESTE CRIANÇAS DEVEM TOMAR A SEGUNDA DOSE DA VACINA CONTRA A PÓLIO NO DIA 14 DE AGOSTO Crianças menores de 5 anos devem ser vacinadas, no dia 14 de agosto, 'Dia D' da campanha contra a paralisia infantil. A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite, do Ministério da Saúde, terá o tema "Não vai esquecer da segunda dose, heim?", pretende imunizar aproximadamente 19 mil crianças em Mossoró, o que representa 95% dos menores de 5 anos na cidade. De acordo com Norma Sena, coordenadora de Imunização da Vigilância à Saúde, essa meta não foi atingida na primeira fase. "Na primeira fase que aconteceu em junho, só conseguimos imunizar 85% das crianças, talvez porque foram três campanhas de vacinação ao mesmo tempo, já que a meta não foi atingida em todo país", disse. A vacinação ocorrerá em todas as Unidades Básicas de Saúde da zona urbana do município e paralelo a isso acontecerá também a campanha de vacinação contra Hepatite B, para pessoas de até 19 anos. A vacinação contra a paralisia infantil é administrada via oral (gotinha), e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) durante todo o ano nos postos de saúde para as vacinações de rotina. O Ministério alerta que todas as crianças menores de 5 anos tomem as duas doses da vacina durante a Campanha Nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente. A gerente Jaqueline Amaral reforça que a meta é vacinar 95% das crianças de zero a cinco anos de idade. Jaqueline informa que a vacinação é indiscriminada e que todas as crianças deverão ser vacinadas, independente de tê-la recebida anteriormente. DOENÇA — Atualmente, conforme o Ministério da Saúde, as ações do Programa Nacional de Imunizações com a Vacina Oral Poliomielite( VOP) na fase pós-certificação estão voltadas para a prevenção da reintrodução do poliovírus selvagem no país. Considera-se que ainda há risco de reintrodução dos poliovírus selvagens no Brasil, devido à possibilidade de importação de casos provenientes de países endêmicos ou pela ocorrência de surtos devido à circulação do poliovírus derivado vacinal (PVDV) em áreas de baixas coberturas vacinais com a vacina oral contra a poliomielite. Dados da Organização Mundial de Saúde(OMS) demonstram que 26 países no mundo ainda registram casos de poliomielite, sendo quatro desses endêmicos: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. PRESBIOPIA Dr. Igor Allamo - Medico Oftalmologista - CRM 5720 RN Presbiopia é também conhecida como vista cansada. Trata-se do enfraquecimento do poder de acomodação para a visão de perto devido à perda da elasticidade do cristalino. O problema é evidente, em geral, a partir dos 40 anos e está relacionado com as necessidades de esforços visuais de cada indivíduo. Os principais sinais da presbiopia são: dificuldade para leitura com maior nitidez e conforto, aproximação de luz para enxergar melhor e necessidade de afastar objetos para poder objetivar uma visão adequada. A presbiopia aumenta progressivamente até atingir um ponto de falência da visão, a qual obriga o leitor a ir afastando o seu objeto até que fica inviável a visualização. Existem várias hipóteses acerca das causas da presbiopia, mas o que explica melhor ainda é o processo natural relacionado à idade. Esse distúrbio ocular decorre com a perda da capacidade de contração do músculo ciliar associada ao enrijecimento do cristalino. Dessa forma, há redução na capacidade de focar as imagens de perto, como leituras de bulas de remédio, por exemplo. Ainda não se conhece um tratamento definitivo para a presbiopia, mas pode ser bem corrigida com óculos ou lentes de contato com graduação específica para perto. Atualmente, existem vários tipos de lentes corretivas, as quais podem ser escolhidas de acordo com as expectativas e necessidades dos usuários, seja para uso profissional ou para lazer, por exemplo. Com óculos, é necessária a confecção de lentes positivas, multifocais ou progressivas, com a finalidade de convergir as imagens até a retina. Embora todas as lentes para presbiopia devam objetivar a recuperação visual para perto, nem todas possuem as mesmas características. Para pessoas que já possuem problemas oftalmológicos e usam óculos, o aparecimento da presbiopia pode ser notado como um fenômeno repentino e nesses casos as lentes multifocais podem ser indicadas, pois permitem uma boa visualização à distância. Alguns centros de pesquisa estudam a possibilidade de cirurgias corretivas de presbiopia. CORREIO DA TARDE MATERNIDADE JANUÁRIO CICCO ENFRENTA DIFICULDADE NA CAPTAÇÃO DE DOADORAS PARA O BANCO DE LEITE A Maternidade Escola Januário Cicco está com o estoque quase zerado de leite materno. A situação se agrava pelo fato de haver crianças prematuras internadas na UTI Neonatal, precisando de doações. "Para atender a demanda, seriam necessários 19 litros diários", disse Brenda Joice, supervisora do banco de leite da maternidade. "As crianças ficam internadas, em média, por dois meses, mas há aquelas que precisam passar mais tempo, até ganharem o peso ideal para serem liberadas", completou. Diante da situação deficitária constatada, a supervisora disse que conta com a solidariedade das mães para fazerem doações. Brenda lembra que a doadora tem um tempo útil, pois quando a mãe deixa de amamentar, não há mais o que fazer a não ser esperar por novas voluntárias. A dúvida de muitas mães está relacionada a quantidade de leite que dispõem, no entanto, ela esclarece que o ato de retirar o alimento para doação não provoca queda na produção, ao contrário, aumenta. Para fazer a doação, a mãe interessada não precisa sair de casa, pois o Corpo de Bombeiros é parceiro do banco de leite, através do projeto Bombeiro Amigo do Peito, em que a corporação destina viaturas para irem às residências das doadoras, realizarem a coleta e transporte do material. Brenda lembra que não existe uma quantidade mínima para doação, uma vez que, muitas crianças precisam de pequenas quantidades de leite. A supervisora lembra às mães que o leite deve ser o único alimento do bebê até os seis meses, pois ele satisfaz todas as necessidades de vitaminas e nutrientes, funcionando como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de várias doenças. É limpo, está sempre pronto e quentinho, além de proporcionar um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê. Segundo ela, o recém-nascido não tem um horário para mamar, cada criança tem seu próprio ritmo e isso deve ser respeitado. "Ele deve mamar até ficar satisfeito, o leite do fim da mamada possui mais gordura e por isso, mata a fome do bebê, fazendo com que ele ganhe peso". Depois deste período, a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos, mas pode continuar até dois anos ou mais. Afinal, quanto mais tempo a criança mamar no peito, melhor para ele e para a mãe, que volta ao peso antigo mais rápido, além de ajudar o útero a recuperar seu tamanho normal, reduzindo o risco de hemorragia, anemia, diabetes e câncer de mama. Muitas mães têm dificuldade de amamentar seus filhos, seja por fatores psicológicos ou físicos e, por isso, acabam recorrendo ao banco de leite. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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