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Contaminações pela Klebsiella pneumoniae carbapenemase aumentam quase 70% em menos de duas semanas - Leia mais notícias no Clipping Cremern 22/10/10
DIÁRIO DE NATAL SUPERBACTÉRIA DO MEDO Contaminações pela Klebsiella pneumoniae carbapenemase aumentam quase 70% em menos de duas semanas Brasília - O número de pessoas contaminadas pela bactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) no Distrito Federal aumentou 69,44% em menos de duas semanas. Segundo informações divulgadas ontem pela Secretaria de Saúde do DF, o total passou de 108, no dia 8 de outubro, para 183, em 17 hospitais. Na última sexta-feira (15), os registros somavam 135 casos. Dos 183 portadores da KPC, um micro-organismo resistente a antibióticos, 46 tiveram quadro de infecção e 61 continuam internados em hospitais públicos e privados do DF. O número de mortes também aumentou, de 15, na última sexta-feira, para 18. Na semana passada, a Gerência de Investigação e Prevenção das Infecções da secretaria, responsável pelo levantamento da situação nos hospitais, confirmou 15 mortes relacionadas à infecção, e descartou três casos suspeitos. Ontem, o dado foi novamente revisto e foram confirmados 18 óbitos. A secretaria informou que estão em falta nos hospitais do Distrito Federal alguns materiais e insumos e que o estoque será reabastecido até o fim desta semana, por meio de compra emergencial. O motivo alegado pelo órgão para a falta do material é que, com o aumento do número de casos de contaminação pela bactéria KPC, houve uma demanda maior por produtos descartáveis e de higiene, o que levou ao desabastecimento antes que o novo lote dos produtos fosse adquirido. Outra razão é a suspensão de licitações que incluíam esses produtos pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), que encontrou inconsistências no modelo padrão de edital usado pelo governo do Distrito Federal. Outros estados Na última quarta-feira, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou que também foram registrados casos de contaminação pela superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase nos estados de São Paulo e do Paraná. Até então, só se tinha notícia de infecções pela bactéria no Distrito Federal. A Secretaria de Saúde do Paraná informou que 21 casos da superbactéria foram confirmados na cidade de Londrina. Não há registro de morte. O balanço não inclui dados da capital, Curitiba. A Secretaria de Saúde de São Paulo informou que não há surto da KPC no estado. Segundo o órgão paulista, não se registra casos isolados porque a notificação não é obrigatória. No entanto, o ministro Temporão afirmou que os casos devem ser comunicados. "O que temos confirmado, até o momento, é a presença dessa bactéria específica no Distrito Federal, em São Paulo e no Paraná. Existem normas e regras que obrigam os hospitais a notificarem a presença de infecções hospitalares", disse. HOSPITAL INFANTIL // VARELA SANTIAGO COMEMORA 93 ANOS Entre preparativos para a comemoração dos 93 anos de sua história, o Hospital Varela Santiago relembra algumas de suas conquistas e dificuldades ao longo do tempo. Os funcionários do instituto promovem uma missa em ação de graças a todos aqueles que ajudaram de alguma forma o hospital. A solenidade vai acontecer às 8h30 na Rua Ponciano Barbosa, localizada atrás da sede. Ao longo dos 93 anos de história, muitas foram as dificuldades encontradas para manter o Hospital Infantil como centro de referência na assistência a saúde infantil. O hospital que tem como histórico o pioneirismo na assistência à criança, recebe também destaque por ser o primeiro centro de oncologia pediátrica do RN, entre outras conquistas. "São muitas conquistas para comemorar em apenas em um dia" descreve Cristiane Neri, pedagoga da instituição. E as conquistas não param por ai. O Varela Santiago recebeu destaque, também, por ser o primeiro hospital do estado a ter UTI pediátrica e o único a realizar neurocirurgias infantis. Contudo, não só de conquistas vive o Varela Santiago. Segundo o diretor do hospital, Paulo Xavier, a instituição corre o risco iminente de fechar as portas - sem o apoio das empresas e da população o Varela não sobrevive. "Todos os procedimentos realizados neste hospital são gratuitos ou pagos pelo SUS, são pessoas que necessitam de darmos continuidade a esse importante trabalho", afirma a diretora técnica, Agueda Trindade. Segundo a diretora, são realizados mensalmente cerca de 10 mil procedimentos, dos mais simples como exames de sangue aos mais complexos como as cirurgias neurológicas, além dos atendimentos mensais a crianças com câncer e o acolhimento as crianças portadoras do vírus HIV. "O nosso trabalho não para por ai, tentamos oferecer todo o apoio a estrutura da criança que também precisa de atenção" comenta a psicóloga Rafaela Domingues. E fazendo parte da história do hospital, estava a jovem Zaíra Liana, 24, mãe de Marcus Vinicius. Ela vem toda semana trazer Marcus para ser atendido e diz que prefere o instituto aos hospitais particulares. "Todos são ótimos, mas aqui nós sentimos o amor dos profissionais. É uma história de 93 anos de muita luta pelo amor as crianças" declarou Zaíra. TRIBUNA DO NORTE SECRETARIAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE ESTÃO COM INTERNET E TELEFONES CORTADOS Nos dias de hoje é difícil imaginar que alguém consiga trabalhar sem telefone ou internet à disposição. Mas os servidores das Secretarias de Educação e Saúde de Natal convivem diariamente com essa dificuldade. Para evitar que os serviços fiquem paralisados, de manhã, eles vão para a sede da SME e SMS, que fica no prédio do antigo Novotel Ladeira do Sol, e a tarde vão para a Secretaria de Planejamento onde foi disponibilizada uma sala com telefone e internet. Em alguns departamentos, como é o caso do Projeto de Educação de Jovens e Adulto, informações só pessoalmente. “Qualquer dúvida que a senhora tenha sobre o Projeto, deve vir aqui porque estamos sem telefone”, disse uma funcionária, sem saber que estava falando com uma equipe de reportagem. No departamento de Recursos Humanos a situação é ainda mais complicada. Sem acesso a internet, tarefas simples como resgatar a senha do contracheque do servidor, se torna impossível. Para realizar tal procedimento só na Secretária de Administração e, por enquanto. Porque segunda foi informado a secretaria vai mudar de sede e poderá ocorrer o mesmo problema que atinge a SMS e SME. O problema não é novo, muito pelo contrário. A deficiência nos serviços de internet e telefones acontece desde a mudança para o prédio do Novotel. “Meu setor foi transferido em julho e desde então não temos telefone e internet. A gente faz o que pode, mas fica difícil trabalhar dessa forma. Pelo que foi nos passado ainda está sendo feita a licitação da empresa que vai fornecer a internet”, disse uma servidora que preferiu não se identificar. A coordenadora da Secretaria Municipal de Educação, Adriana Trindade, confirmou a existência do processo de licitação. “Mas já conseguimos um terminal junto com a Embratel, que nos garantiu que a partir de quarta ou quinta-feira da próxima semana estará funcionando”, disse Adriana Trindade. Com relação aos telefones ela disse que a transferência dos ramais foi solicitada cerca de 60 dias antes da mudança, mas em virtude da demanda – já que a mesma é responsável por todos telefones do município – houve atrasos. Saúde No último sábado (16) a TRIBUNA DO NORTE publicou uma reportagem informando que a Central de Regulação de Consultas do município estava funcionando precariamente, por conta da suspensão dos serviços de internet a cabo e de telefone, em virtude da falta de pagamento. Procurado ontem pela reportagem da TN, o secretário adjunto da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Carlos Fernando Pimentel, informou que o serviço ainda não foi regularizado. “A previsão era para que voltasse ao normal na quarta-feira. Mas não deu certo. Está tudo sendo processado pela Controladoria, pois o processo”, disse Carlos. Ainda segundo ele, estão sendo feitas medidas paliativas, como o uso de modens pessoais dos servidores. “Estamos tentando resolver o mais rápido possível, mas os trâmites são diferentes, é mais complicado quando se trata de empresa ou órgão público”, disse. JORNAL DE FATO MATERNIDADE QUER IGNORAR REGRAS DO SUS "Os dirigentes da Maternidade Almeida Castro em Mossoró estão tentando fazer pressão contra a Prefeitura, mas são eles que não fizeram a parte deles." A reação é da gerente municipal de Saúde, Jaqueline Amaral, ao comentar sobre a limitação dos leitos de UTI neonatal. O hospital quer credenciar quatro novos leitos, mas ainda não cumpriu as regras exigidas pelo SUS para o credenciamento. Segundo a gerente de Saúde, a história que está sendo contada pelos diretores da maternidade tenta encobrir uma verdade fundamental: "Quem tem que se habilitar junto ao SUS para ser credenciado é o prestador do serviço, no caso o hospital; não é a Prefeitura quem tem essa responsabilidade. O Município apenas diz se necessita do serviço; o restante é com a regulação do SUS, que faz uma vistoria e uma auditoria para saber se o hospital está apto ou não para prestar o serviço. Nós não podemos interferir nisso, porque é a comissão bipartite do Estado quem procede ao credenciamento", explica Jaqueline Amaral. No caso da Maternidade Almeida Castro, integrante da Apamim, a gerente conta que desde o início do ano eles planejam colocar em funcionamento quatro novos leitos de UTI neonatal. "Somente no mês passado é que os equipamentos necessários para esses leitos chegaram a Mossoró. Antes, os serviços eram usados de forma precária". Jaqueline Amaral explica que o hospital está forçando para que se passe por cima das normas e que já houvesse rapidamente o credenciamento dos novos leitos. "O SUS exige um laudo da Vigilância e outro da auditoria; isso ainda está sendo feito", afirma. Rebatendo acusações de que o Município não quer ajudar o credenciamento dos novos leitos, Jaqueline diz que isso não é verdade e acredita que esteja havendo uma distorção com fins políticos do fato. "A Prefeitura colocou dentro da pediatria do hospital duas médicas contratadas pelo Município e gasta por mês cerca de R$ 25 mil só com os plantões dessas médicas. Todos os procedimentos que são feitos na maternidade e na pediatria, o Município paga outro tanto além da tabela do SUS", informa Jaqueline, dizendo que a ajuda tem sido dada e além do que seria necessário. A gerente municipal de Saúde ainda levanta outra questão fundamental. "O Estado tem recursos para essas situações e a direção do hospital erra o alvo ao querer cobrar da Prefeitura. Por que eles não buscam a reserva técnica que o Estado tem para custear o funcionamento desses leitos?", indaga Jaqueline Amaral. A gerente diz que os dirigentes do hospital precisam entender que não é correto fazer esse tipo de jogo político, colocando em risco a saúde de bebês. "Eles querem um credenciamento rápido, quando o SUS tem regras sobre esse procedimento. É preciso que primeiro o serviço funcione corretamente para depois o SUS ver e credenciar. Eles querem credenciar sem estar prestando o serviço da forma correta. Não somos nós que ditamos essa regra; ela existe no SUS e tem que ser cumprida", argumenta a gerente. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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