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MODELO DE GESTÃO DA UPA CONTINUA SOB INVESTIGAÇÃO - Leia mais notícias no Clipping Cremern 08/11/2010
TRIBUNA DO NORTE MODELO DE GESTÃO DA UPA CONTINUA SOB INVESTIGAÇÃO O modelo de gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que funciona no bairro de Pajuçara, zona Norte de Natal, continua sendo um problema para gestão do secretário de saúde do município, Thiago Trindade. O Ministério Público do RN, através das promotoras Iara Pinheiro e Elaine Cardoso, investiga o contrato da Prefeitura do Natal com o Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde (Ipas) para gestão da UPA. Em entrevista concedida ao Jornal 96, na 96 FM, as promotoras afirmam que o contrato e modelo é ilegal, pois não há participação do executivo na gestão. Para a promotora Iara Pinheiro, a mistura do público com o privado não é admitido. "Este modelo é uma violação da lei de improbidade administrativa", afirmou a promotora na entrevista. Já o secretário Thiago Trindade acredita que o modelo deva permanecer. "Este modelo não é novo no Brasil e a população está aceitando como a UPA funciona, pois é uma resposta ao atual sistema de saúde", explicou o secretário. Thiago Trindade lembra que o inquérito pode fazer com que a UPA de Pajuçara paralise e a da Cidade da Esperança, que ainda está em construção, nem chegue a ser inaugurada, pois a prefeitura não tem condições de mantê-la e a formatação de contrato seria repetida. A promotora Elaine Cardoso acredita que o executivo de Natal, uma cidade de porte médio, deveria ter condições de gerir as quatro UPA's, pois o Ipas contratou a cooperativa de médicos que também presta serviços para o município. As promotoras lembram que a importância do serviço é levado em conta, mas o inquérito prossegue. O secretário de saúde diz que, se necessário, uma comissão será formada para que o contrato de gestão das unidades sejam reformulados, mas a postura permanece a mesma, pois a forma de gerenciamento proposta pela prefeitura é política de governo. DEPENDENTES DE TITULAR FALECIDO NÃO PODEM SER EXPULSOS DO PLANO DE SAÚDE A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou esta semana seu entendimento sobre a situação de dependentes em planos de saúde após a morte do titular do contrato. É comum em alguns contratos de planos de saúde – tanto anteriores à regulamentação do setor, quanto posteriores – constarem cláusulas sobre remissão, que é a continuidade do atendimento aos dependentes após a morte do titular, por períodos que variam entre 3 e 5 anos, sem cobrança de mensalidades. Passado esse prazo, algumas operadoras cancelam o plano e os dependentes ficam sem assistência. Para impedir essa prática, a ANS publicou a Súmula Normativa nº 13, que dá o entendimento de que o término do período de remissão não extingue o contrato de plano familiar. Ou seja, os dependentes assumem o pagamento das mensalidades e têm garantido o direito de manutenção do plano nas mesmas condições contratuais. A extinção desses contratos é considerada infração, passível de multa. *Em caso de dúvidas ou denúncias, os beneficiários devem entrar em contato com a Agência por meio dos seguintes canais de atendimento: Disque-ANS: 0800 701 9656, Fale Conosco em www.ans.gov.br, ou dirigindo-se pessoalmente a um dos 12 Núcleos da ANS existentes no país. A Súmula Normativa nº 13 está disponível no sítio eletrônico da ANS (www.ans.gov.br), na seção Legislação. Fonte: Assessoria de Imprensa da ANS GOVERNADORA ELEITA DO RN É CONTRA A RECRIAÇÃO DA CPMF A governadora eleita do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini (DEM) disse ser contrária a recriação da CPMF. Segundo ela, o imposto de contribuição a saúde não traz reflexo para resolver o problema da saúde. “Sou contrária sempre. A CPMF já foi criada uma vez e não resolveu o problema da saúde. O que precisamos é que o Governo priorize a saúde, a questão precisa ser resolvida com a regulmentação da emenda 29”, destacou a governadora eleita. Ela argumentou que a recriação da CPMF trará apenas mais uma penalidade para o contribuinte. “A nova CPMF vai penalizar ainda mais o contribuinte, que não aceita mais impostos”, frisou. Rosalba Ciarlini comentou que é necessário redistribuição dos recursos federais. “A CPMF foi criada, não resolveu e estamos há anos esperando a regulamentação da emenda 29”, completou. DIÁRIO DE NATAL SOLUÇÕES PARA UMA VIDA COM MAIS QUALIDADE - Trabalho de terapia ocupacional do Walfredo desenvolve artigos especiais para quem tem problemas de locomoção Uma simples ponta de cigarro e alguns pingos de gasolina que escaparam do abastecimento de um barco foram o suficiente para provocar uma explosão que levou o pescador Olavo de Sales, 56, ao leito do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel, onde há 3 meses se recupera das queimaduras de 2º e 3º graus. Devido a gravidade das feridas no rosto, braços e pernas, seu Olavo teve comprometida sua mobilidade a ponto de não poder calçar uma sandália para andar por causa dos enormes curativos nos pés, prejudicando com isso a própria recuperação. Outro caso foi o do trabalhador autônomo Leonardo Monteiro, 21, que tentou suicídio ateando gasolina contra o próprio corpo. Com queimaduras no rosto, pescoço e tórax, a tendência do paciente seria manter o pescoço baixo como forma de aliviar as dores, o que comprometeria seriamente a elasticidade da pele do pescoço. Os dois casos são bons exemplos para mostrar o trabalho realizado pela equipe de terapeutas ocupacionais do HWG. Em processo de cicatrização das feridas, o problema de mobilidade de seu Olavo foi tratado com criatividade pela equipe que confeccionou uma sandália regulável de velcro para ele poder andar. "Ele agora já pode andar pelos corredores do hospital, tomar banho e se socializar com os demais pacientes, ajudando em muito no seu tratamento. Uma simples atitude proporcionou uma melhor qualidade de vida para seu Olavo", explicam as terapeutas Jonara Ramos e Ana Lúcia Genobie. No outro caso, a providência das terapeutas foi fazer um colar de gesso, deixando a cabeça na altura ideal para garantir a cicatrização e elasticidade da pele que asseguraram a postura e o movimento do pescoço. No Walfredo, os internos são reabilitados por meio de treino das atividades da vida diária, confecção de adaptações para auxiliar a autonomia e independência no dia a dia, além da confecção e utilização de órteses e da reabilitação cognitiva. Recuperação fica mais rápida e facil A equipe ainda orienta "cuidadores" de pacientes a produzirem facilitadores das atividades de vida diária como cabos de pentes, escovas de dente, barbeadores e cabos de colher, de acordo com a necessidade do interno e as peculiaridades do ferimento. "Há casos de pacientes que estão com tórax e braços paralisados devido os ferimentos e, ao invés de acomodá-los dando a alimentação, preferimos fazer uma extensão da colher, por exemplo, para eles mesmos se alimentarem e ainda estimularem o movimento que será importante para a recuperação", conta a terapeuta Ana Lúcia Genobie. A extensão da colher é feita a partir do rolo de papel-filme com ligas de borracha e esponja para fixar a colher que varia de tamanho de acordo com a necessidade do paciente. Já a adaptação do copo para quem está sem poder utilizar os dedos das mãos é feita com avo (espécie de emborrachado). Já o paciente com perna amputada tem dificuldade de equilíbrio, e tem problemas no sentar e levantar. Novamente, as terapeutas ocupacionais fabricam uma peça a partir de ataduras de crepom para exercitar movimentos e a força do paciente até que consiga se adaptar à situação. "Nesse aspecto o mais importante é que trabalhamos a autonomia do paciente e mostrar que ele pode", justifica Jonara Ramos. A equipe de terapeutas ocupacionais atua no Hospital Walfredo Gurgel há dois anos com três profissionais. Segundo dados estatísticos do hospital, de janeiro a setembro deste ano, realizou 3.505 atendimentos. Método é Considerado Alternativo Os métodos realizados são considerados alternativos, pois tentam restabelecer o máximo das potencialidades do paciente com material que normalmente já não tem mais utilidade. No hospital, os três terapeutas ocupacionais atuam principalmente no ambulatório e na enfermaria do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) e com pacientes da cirurgia vascular e da brinquedoteca (no terceiro andar). A Terapia Ocupacional também atua no Programa de Internação Domiciliar (PID). Segundo Jonara Ramos e Ana Lúcia Genobie, o principal objetivo é fazer com que o paciente possa alcançar seu nível máximo de função e independência. "A terapia ocupacional é indicada para todos os pacientes que apresentam comprometimento nas atividades da vida diária (AVD), não importa se de causa física ou mental (AVD são atividades básicas que o indivíduo realiza no dia a dia, tais como alimentação, banho e vestuário)". Os pacientes com AVC (Acidente Vascular Cerebral), por exemplo, normalmente apresentam um quadro de flexão de cotovelo, punhoe dedos. Após vários dias de internação, as articulações começam a sofrer com a falta de movimento, ficam rígidas, atrofiadas, ocorrendo impotência funcional pelo desuso dos músculos. Nestas situações, as sequelas pela falta de movimentação podem ser permanentes, como uma rigidez das mãos e punhos que ficam a ponto de não poder mais dobrá-lo. Os terapeutas ocupacionais tratam do problema com material alternativo, feito com o carretel de esparadrapo, peças de borracha e ainda com órtese de gesso para garantir o movimento e evitar que a mão se feche e se enrijeça. SE LIGUE NAS DICAS // PLANOS DE SAÚDE Semopre que o atendimento é mais complexo ou mais caro, ou sempre que o usuário é idoso ou portador de alguma patologia ou deficiência, existem muitas barreiras para o atendimento. Por consequência, quando o tratamento é negado ao paciente, esse precisa recorrer ao SUS. No entanto, todos os usuários, de qualquer tipo de plano de saúde, estão respaldados pela lei e têm direito a: » Informações claras e adequadas sobre os serviços, com especificação correta a respeito da qualidade e do preço, bem como todos os direitos e obrigações; » Redação dos contratos com clareza e destaque para as cláusulas que possam limitar direitos; » Proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, contra métodos comerciais coercitivos ou desleais bem como práticas e cláusulas abusivas (um exemplo é o aumento da mensalidade sem justificativa); » Modificação das cláusulas contratuais que levem a prestações excessivamente onerosas; » Prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais. OBS: mesmo após a Lei dos Planos de Saúde e a criação da ANS, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) continua sendo a principal legislação usada pelo Poder Judiciário nos julgamentos de ações movidas contra planos de saúde. PERIGO EM CONSTANTE MUTAÇÃO Enquanto a medicina descobre novos antibióticos, as super-bactérias se fortalecem e encontram brechas Ainda que invisível a olho nu, a bactéria super-resistente Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KCP) está sob os holofortes do noticiário nacional depois de ter atingido pacientes internados em hospitais de norte a sul do Brasil. No Distrito Federal, até a última sexta-feira, o micro-organismo atingiu pelo menos 194 pessoas e foi responsável pela morte de 18. A mazela, porém, não é exclusividade brasileira - e, tampouco, algo inédito ou inesperado. Há pelo menos meio século, surtos de infecção hospitalar por bactérias resistentes atingem países de todo o mundo, resultando em um grande números de mortes. De tempos em tempos, esses pequenos seres surgem mais fortes e com mecanismos de resistência tão elaborados que nem o antibiótico mais potente consegue detê-los. E assim a luta prossegue: a medicina avança e desenvolve novas drogas, para logo serem superadas pela mutação das bactérias. Os micróbios aperfeiçoam suas defesas e criam artifícios para driblar a ação dos remédios, provocando uma guerra sem tréguas com a ciência. O grau de resistência de bactérias é variável de região para região do planeta, porque depende de uma série de fatores. A autodefesa, aliás, é um processo natural da espécie. A super-resistência é que é uma consequência do uso indiscriminado de antibióticos. Além da KPC, cinco tipos de bactérias super-resistentes desafiam a infectologia atualmente. Diante da Pseudonoma aeruginosa, da Acinetobacter baumannii, da Enterococo resistente à vancomicina (VRE, sigla em inglês), da Escherichia coli e da Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), muitas vezes, os especialistas ficam de mãos atadas. Elas integram o grupo mais comum de micróbios causadores de infecção hospitalar em todo o planeta. Imagine uma terra plana, produtiva e desocupada. Em pouco tempo, aparecerá alguém que se interesse por cultivá-la. No organismo dos seres humanos, ocorre o mesmo. A pele, a boca, o esôfago e o intestino abrigam uma flora bacteriana imensa. São bactérias que todos têm no corpo. A maioria delas não se revela maléfica à saúde e até serve para proteção dos inimigos invisíveis. Quando, porém, antibióticos e quimioterápicos são prescritos, essa flora "do bem" desaparece e ressurge um terreno fértil e desabitado, agora favorável à colonização de micro-organismos que mutaram e se tornaram resistentes aos medicamentos que o paciente está ou esteve tomando. "No ambiente hospitalar, os pacientes ficam debilitados por conta do estresse metabólico, do uso de drogas imunossupressoras e de procedimentos invasivos. Indivíduos com sondas e cateteres são um prato cheio para a colonização e, eventualmente, infecção por essas bactérias mais resistentes", explica Luís Gustavo de Oliveira Cardoso, infectologista e coordenador da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Inimigas ocultas e oportunistas A infectologista do Laboratório de Resistência Bacteriana da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Ana Cristina Gales explica que as bactérias super-resistentes são extremamente oportunistas. No ambiente hospitalar, a Pseudonoma aeruginosa é capaz de infectar e se reproduzir rapidamente em diversos materiais, como cateteres, ventiladores (respiradores mecânicos) e próteses. Ela é responsável pela maioria das pneumonias adquiridas no hospital, porque atinge o aparelho respiratório. "O alvo principal são indivíduos entubados, que respiram com a ajuda de máquinas. Contudo, ela também pode causar infecção no trato urinário, em queimaduras e na corrente sanguínea", pontua. Relatos médicos indicam que as primeiras infecções hospitalares por cepas multiresistentes da P. aeruginosa surgiram em 1991. No Brasil, segundo Gales, essa bactéria é considerada multirresistente na maioria dos hospitais. "É um patógeno que não responde a três classes de antibióticos diferentes. Tudo leva a crer, porém, que ele conseguirádriblar outros antibacterianos, inclusive os mais novos", acrescenta a infectologista. Há alguns anos a Staphylococos aureus resistente à meticilina (MRSA) é uma das bactérias multirresistentes que mais preocupam os médicos, devido à rapidez de suas mutações e à evolução de seus mecanismos de defesa. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), em 1990, a MRSA se apresentava parcialmente resistente à vancomicina, uma droga de última instância utilizada no tratamento de diversas infecções resistentes. Entre 2002 e 2004, foram notificados dois casos de resistência total. A bactéria é encontrada na pele e no nariz. A principal causa de infecção pela MRSA está associada ao uso do cateter venoso central. "Geralmente, ela entra por um cateter que está ligado à veia central do paciente, se não houver limpeza e troca adequadas do material", diz Gales Já as Enterococos resistentes à vancomicina (VRE) habitam o trato gastrointestinal e genital feminino. Reconhecidas como uma importante causa de infecção hospitalar, são responsáveis por complicações urinárias e transmitidas por meio dos profissionais de saúde ou de equipamentos e artigos médicos (termômetros, estetoscópios) e superfícies (mesa, maçaneta, telefone, bandeja de medicação). Além de desenvolver reação aos agentes antimicrobianos utilizados no tratamento de infecções enterocócicas, as bactérias desse grupo transferem essa resistência a outras espécies. No Brasil, o primeiro VRE foi identificado em 1996, em um hospital de Curitiba. A partir de então, relatos de isolamento de VRE são descritos em diversos hospitais brasileiros. Corrida contra o tempo A KPC é uma abreviação de Klebsiella pneumoniae produtora da carbapenemase, uma enzima capaz de quebrar a molécula dos antibióticos usados para tentar debelá-la. Como a maioria das enterobactérias, ela está presente em todo trato digestivo, da boca ao ânus. Sem controle, acaba provocando infecção generalizada e levando o paciente à morte. Sua ação é tão rápida que os profissionais da saúde não têm tempo hábil para estabelecer nova estratégia de tratamento com outras medicações. Embora seja o centro das atenções de especialistas no Brasil, a KPC fez e faz vítimas em diversos países, como Israel, China e França. A bactéria foi identificada pela primeira vez em um hospital da Carolina do Norte (nos EUA), em 2001, e o primeiro surto ocorreu em Nova York, em 2003, quando 47% dos afetados morreram. Médicos correm contra o tempo na tentativa de salvar os pacientes. Hospitais lotados, poucos profissionais para atender dezenas de doentes e o uso indiscriminado de antibióticos colaboram para que as bactérias estejam emvantagem nessa competição. O MOSSOROENSE NOVOS MEDICAMENTOS INCLUSOS NO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR DO BRASIL AINDA NÃO ESTÃO DISPONÍVEIS NA CIDADE O Ministério da Saúde (MS) anunciou, no mês passado, a ampliação do número de medicamentos do programa Farmácia Popular do Brasil, que oferece remédios mais baratos para a população. No total, foram inclusos nove medicamentos para o tratamento de seis doenças: asma, rinite, Mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de mais um tipo de anti-hipertensivo. Entretanto, as unidades na cidade ainda não dispõem dos novos medicamentos. Segundo um funcionário da Farmácia Popular do Brasil que preferiu não se identificar, os medicamentos incluídos no programa ainda não chegaram às duas unidades. Contudo, ele acredita que ainda este ano os remédios poderão ser postos à venda. Conforme nota do Ministério da Saúde, os novos produtos do elenco do programa foram definidos a partir de levantamentos sobre as doenças com maior número de prescrições na rede de saúde (pública e privada), dando como resultado: asma, rinite e medicamentos para osteoporose, Mal de Parkinson e glaucoma. Remédios mais baratos Atualmente, as unidades da Farmácia Popular do Brasil oferecem medicamentos a preços populares para o tratamento de hipertensão, diabetes, colesterol e gripe, além de anticoncepcionais. Por exemplo, um anticoncepcional injetável custa nas demais drogarias R$ 28, na Farmácia Popular do Brasil o mesmo contraceptivo é apenas R$ 1,13. Já um frasco de Dipirona contendo 10ml custa setenta centavos e no mercado possui um valor três vezes maior. Ao todo, a Farmácia Popular comercializa 97 itens que representam 2 mil medicamentos. Em Mossoró, a Farmácia Popular do Brasil tem unidades localizadas na avenida Presidente Dutra e no Centro da cidade. CORREIO DA TARDE MÉDICOS ESPECIALISTAS SÃO CONVOCADOS PELO ESTADO Os médicos especialistas aprovados no último concurso público da Secretaria de Saúde Pública do Estado tiveram seus nomes publicados no Diário Oficial do Estado, Doe, ontem, 5. A convocação chega como um alívio para a direção do Hospital Regional Tarcísio Maia, que continua na expectativa pela lotação dos profissionais no HRTM. "A convocação desses profissionais é o primeiro passo para que a recomendação do Ministério Público seja cumprida. O próximo passo é ver a os nomes deles, já nas escalas do Hospital Tarcísio Maia", ressaltou o diretor do Hospital Tarcísio Maia, Marcelo Duarte. Ele destaca a importância da união de forças em favor dessa conquista. "É preciso destacar a participação de cada um nesse luta. Ao Ministério Público, a imprensa, a classe médica, que acreditou na gestão do hospital e se inscreveu no concurso para a região oeste e, a classe política do nosso estado, em especial aos dois deputados estaduais da nossa cidade, Larissa Rosado e Leonardo Nogueira, que não mediram esforços para que essa convocação, e posteriormente, a lotação venha a ocorrer", agradeceu. Os médicos convocados devem se apresentar nos próximos trinta dias, para se apresentar à secretaria de Saúde. "Devemos torcer para que esses médicos se apresentem a secretaria o mais rápido possível. Apresentados todos os documentos, esses profissionais já saem com a sua lotação e tem o prazo de 48 horas para se procurar a direção do hospital e iniciar os trabalhos. Sendo assim, quanto mais agilidade nesse processo, mais rápido os teremos na escala do Tarcísio Maia", acrescentou Marcelo. Os médicos convocados são: Anestesiologista - Edilson da Silva Júnior; João Marcelo Brasil Pinheiro Duarte; Lucas Rodrigues Caldas; Daniel Rodrigues Calda; Francisco Charles Raulino; Alberto Mouzinho Nunes Soares. Ortopedista - Davi Moshe Leopold Lopes; Antonio Vicente Dias de Andrade; Marcus Henrique Bezerra Gadelha; Leonardo Freire Monteiro; Luis Fernando Centi Nascimento; Rodrigo Jales Barreto; Luiz Carlos Lucena Leite e Rômulo Correia Ferrer Filho. Pediatra - Nicoly Negreiros de Siqueira; Áurea Cristina de Lima Ferreira; Raimundo Francisco de Amorim Júnior; Jorge Luiz Lucena Leite; Suerda Emiliana Cavalcanti Dantas; Shirley Karenine Nolasco da Silva e Izabel Cristina de Paula Pinto. Entenda o Caso O Ministério Público no âmbito municipal e estadual recomendou ao Governo a convocação e lotação imediata dos médicos especialistas aprovados no último concurso público realizado pela Secretaria de Saúde do Estado. O documento publicado no Diário Oficial do Estado e assinado pelo promotor de Defesa da Saúde do Município, Guglielmo Marconi e pela promotora de Defesa da Saúde do Estado, Iara Pinheiro de Albuquerque, diz: 'Considerando a grave deficiência de pessoal ainda existente no Hospital Regional Tarcísio Maia, especialmente de profissionais médicos, em razão do número reduzido de servidores nas especialidades de pediatria, anestesiologia e traumato-ortopedia, impossibilitando o adequado preenchimento das escalas de plantão para todos os dias de cada mês, o que somente vem sendo obtido, de forma absolutamente precária, através da intermediação da Prefeitura Municipal de Mossoró no processo de pagamento dos profissionais que aceitam compor as escalas de plantão propostas pela Direção do referido hospital, sem qualquer garantia legal ou mesmo de ordem prática da continuidade na manutenção de tais escalas médicas, conforme restou esclarecido por ocasião de audiência extrajudicial realizada na 1ª Promotoria de Justiça de Mossoró' e continua 'Considerando a fundamentação jurídica a seguir explanada, demandando a adoção de providências imediatas para suprir o déficit de profissionais médicos que há muito tempo prejudica a qualidade da assistência prestada nos referidos hospitais estaduais' e recomenda 'Ainda no aspecto administrativo-financeiro, a Administração Pública possui justificativa para admitir os candidatos aprovados em concurso consoante o número de vagas previstas em edital, com vistas à lotação desses profissionais nos serviços públicos de saúde para promoção de sua melhoria'. RN REGISTRA REDUÇÃO DE CASOS SUSPEITOS DA GRIPE A EM 2010 A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou, na tarde da última quinta-feira (04), nota técnica sobre a vigilância epidemiológica da gripe A (H1N1) no período pós-pandêmico, iniciado em 10 de agosto de 2010, mediante pronunciamento da Organização Mundial de Saúde. Assim como no restante do país, o Rio Grande do Norte apresentou, em 2010, uma redução significativa das notificações da doença em relação a 2009. Conforme a nota técnica, entre abril de 2009 e outubro de 2010, o Estado contou com 1.998 casos suspeitos de Influenza A, dos quais 90,7% referem-se ao ano de 2009, quando ocorreram 354 confirmações, enquanto apenas seis foram feitas em 2010. Dentre estas, 16 casos evoluíram para óbito no ano passado e quatro neste ano. Apesar da redução no número de casos graves e óbitos em todo o país, a OMS e o Ministério da Saúde reforçam as recomendações de continuar o monitoramento do vírus e manter os cuidados. Portanto, a vigilância do agravo por parte das secretarias estaduais e municipais de saúde deve priorizar o monitoramento de eventos incomuns; investigação de casos graves individuais ou surtos; monitoramento das infecções respiratórias agudas e vírus circulantes e manutenção e atualização dos fluxos de informações. Assim, em todas as unidades de saúde deve continuar a notificação de casos suspeitos, que compreende pessoas de qualquer idade - mesmo as vacinadas contra a Influenza A - em internação hospitalar com quadro de febre acima de 38ºC, tosse ou dor de garganta, acompanhado ou não de manifestações gastrointestinais, falta de ar ou outro sinal de gravidade. Para esses casos, permanece a necessidade de coleta da secreção nasofaríngea, que deve ser encaminhada ao Laboratório Central (Lacen), no horário das 7h às 19h, para posterior envio ao Instituto Evandro Chagas, de forma a possibilitar a identificação viral. "Alertamos para a importância de darmos continuidade à vigilância e à notificação dos casos de gripe A, de modo que possamos detectar precocemente eventuais alterações do vírus H1N1 e planejar ações, caso necessárias", explicou a técnica responsável pela Vigilância da Influenza no RN, Stella Leal. Fase pós-pandêmica Em 10 de agosto de 2010, a OMS anunciou o início do período pós-pandêmico da gripe H1N1. Isso significa que o vírus continua circulando pelo mundo, mas junto com outros vírus sazonais (da gripe comum) e em intensidade diferente entre os países. De acordo com a OMS, o monitoramento epidemiológico mostrou que o vírus H1N1 não sofreu mutação para formas mais letais, além da vacina ter se mostrado eficaz para proteger a população. No entanto, a OMS alerta que, mesmo com a mudança de nível, o monitoramento e as ações preventivas devem continuar, especialmente em relação aos grupos mais vulneráveis como gestantes, portadores de doenças crônicas e crianças menores de dois anos. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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