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Clipping Cremern 21/12/10
TRIBUNA DO NORTE – 21-12-2010
Secção: Panorama Político
Link:  http://blog.tribunadonorte.com.br/panoramapolitico/ex-secretario-de-fernando-freire-e-cotado-para-secretaria-de-saude-de-rosalba/54785
Publicado no dia 20/12/10

 
 
EX-SECRETÁRIO DE FERNANDO FREIRE É COTADO PARA SECRETARIA DE SAÚDE DE ROSALBA 

Um dos nomes cotados para ocupar a Secretaria Estadual de Saúde é um ex-auxiliar do Governo Fernando Freire.
O médico Pedro Cavalcanti está tentando se viabilizar como auxiliar de primeiro escalão na gestão Rosalba Ciarlini.
Embora com toda insistência do médico, a governadora ainda não confirma a indicação.
DIÁRIO DE NATAL – 21-12-2010
Secção: Cidades
Link:  http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/21/cidades12_0.php
Publicado no dia 21/12/10


SAÚDE // MUDANÇA NOS HORÁRIOS DE UNIDADES

A população de Natal deve ficar atenta aos horários de funcionamento das unidades do Ambulatório Médico Especializado (AME) neste fim de ano. Por conta das festividades, nos dias 24 e 31 de dezembro as unidades funcionarão das 7h às 13h. Já nos dias 25 e 1º de janeiro de 2011, o atendimento será suspenso de acordo com o calendário de feriados nacionais, retornando à normalidade na segunda-feira. Já a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) manterá plantões permanentes nos feriados, atendendo à urgências e emergências 24 horas.


DIÁRIO DE NATAL – 21-12-2010
Secção: Cidades
Por: Cíntia Braga
Link:  http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/21/cidades14_0.php
Publicado no dia 21/12/10

DENGUE PODE TER PICO NO RIO GRANDE DO NORTE EM 2011
Ciclo da doença, que prevê altos e baixos no volume de casos, requer cuidado redobrado da população e dos gestores

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) alerta a população para as atividades de prevenção contra a dengue, já que para o próximo ano existe a possibilidade de epidemia no RN. A prevenção deve ser feita não só pela comunidade, tornando o ambiente desfavorável a proliferação do mosquito, mas também pelos gestores municipais, por meio de plano de ações. De acordo com Juliana Araújo, depois do pico epidemiológico, em 2008, a tendência do ano posterior (2009) era de diminuição dos casos, tendo em vista a diminuição de pessoas susceptíveis à doença, já que estas já foram infectadas pelo vírus da dengue. Mas, a medida em que os anos se passam, aumenta a possibilidade de infecção, ou seja, "o próximo ano pode ser um ano de pico por causa do ciclo da doença", informou.

Em relação a 2009, o ano de 2010 foi marcado por uma progressão do número de casos. Essa situação é normal e esse fato tende a continuar no ano seguinte. De acordo com asubcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap, Juliana Araújo, 42 municípios do estado estão em situação de risco hoje, ou seja, a cada 100 imóveis existentes na cidade, existe a incidência acima de 3,9% de casos de dengue. Esse não é um valor epidêmico, mas a subcoordenadora chama a atenção para não se deixar que a situação de alerta se concretize no próximo ano. "É preciso entender que, se as ações de prevenção não forem trabalhadas, o risco de epidemia é maior no ano de 2011", ressaltou.

O verão é mais um fator favorável a proliferação da dengue. As chuvas seguidas de sol formam um ambiente propício para o desenvolvimento do mosquito, por isso, a população deve prestar atenção nos recipientes que acumulam água e solicitar orientações para eliminação dos criadouros de dengue em casa. Além disso, ao se sentir doente é importante procurar o serviço de saúde mais próximo de casa e não se automedicar, também é preciso receber os agentes de saúde.


DIÁRIO DE NATAL – 21-12-2010
Secção: Cidades
Link:  http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/21/cidades15_0.php
Publicado no dia 21/12/10


REDE ESTADUAL // NEUROCIRURGIÕES DESISTEM DE GREVE

Os neurocirurgiões da Clineuro que trabalham nos Hospitais Walfredo Gurgel, em Natal e Tarcísio Maia, em Mossoró, não vão mais paralisar as atividades hoje, como haviam anunciado na semana passada. O governo do estado fez o pagamento sexta-feira de matede do que devia, quitando dois dos quatro meses que estavam em atraso e, com isso, não há mais base legal para justificar a paralisação, segundo explicou o diretor administrativo da Clineuro, Kurt Mendonça. "Vamos manter o serviço, mesmo o estado tendo quitado apenas os meses de agosto e setembro do contrato. Nossa expectativa é de que realizem ainda o pagamento de outubro, ficando apenas o mês de novembro para o próximo ano".

A decisão de paralisação inviabilizaria o atendimento aos procedimentos de neurocirurgias nos dois hospitais, o que representaria um verdadeiro caos no atendimento de urgência em dois dos principais hospitais do Rio Grande do Norte. Segundo o diretor administrativo da Clineuro, Kurt Mendonça, a preocupação dos neurocirurgiões era de que oatraso chegasse a seis meses se o pagamento não fosse feito até dezembro, pois dependeria da abertura do orçamento de 2011, como já ocorreu em anos anteriores. O contrato da Clineuro com a Secretaria Estadual de Saúde foi feito com licitação há três anos com o conhecimento do Ministério Público.

O atendimento dos profissionais é considerado essencial para o funcionamento de neurocirurgias dos dois maiores hospitais de urgência do estado. Na rede estadual atuam 22 especialistas, sendo 18 vinculados à Clineuro. No Walfredo Gurgel apenas seis neurocirurgiões têm vínculo com o estado. O diretor administrativo da Clineuro disse que são feitos cerca de 200 procedimentos por mês nos dois hospitais, o maior número deles é com relação a vítimas de acidentes de moto que chega a oito mil por ano, o que dá uma média de 21 acidentes por dia.


DIÁRIO DE NATAL – 21-12-2010
Secção: Saúde
Por: Dominique Lima
Link:  http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/21/saude1_0.php
Publicado no dia 21/12/10


O PERIGO NO USO DE ANALGÉSICOS
Medicamentos contra a dor são vendidos e consumidos sem qualquer preocupação


Apesar de não exigir o mesmo controle para compra que outros medicamentos, como os antibióticos, os analgésicos devem ser usados com parcimônia. Indicados para alívio da dor, seja ela aguda ou crônica, tais remédios podem ter sérios efeitos colaterais. Usados de maneira abusiva, acabam inclusive por se tornar a causa do problema que deveriam sanar - o que deflagra um ciclo perverso.

"Nenhum medicamento é inócuo", ressalta a toxicologista e professora da Universidade de Brasília (DF) Andrea Amoras. De acordo com a especialista, substâncias químicas têm efeitos diversos sobre o organismo, além daquele desejado. No caso dos analgésicos, somam-se ao alívio da dor reações em diferentes áreas do corpo. Um tipo comum, os anti-inflamatórios, por exemplo, atingem órgãos gastrointestinais, o sistema neurológico e o fígado, em maior ou menor intensidade.

A superdosagem pode causar problemas graves, principalmente em crianças e idosos. Outra complicação comum é a reação adversa por conta de interações entre medicamentos. Reações alérgicas também são possíveis. Para evitar as complicações, explica a toxicologista, o ideal seria procurar assistência médica toda vez que fosse necessário fazer uso de alguma medicação. Na prática, no entanto, o hábito é impossível. Não há como o sistema de saúde atender a todas as pessoas em qualquer caso de dor, tampouco que cada paciente corra para um médico ou para um hospital a cada sinal de mal-estar.

Em caso de dor desencadeada por algum episódio isolado e do qual se conhece a origem, como má digestão ou alguma pancada leve, é possível usar uma medicação com a qual se está acostumado. "A solução está no bom senso. Quando o episódio acontece uma vez e a causa é aparente, não é necessário se preocupar. São as dores frequentes e sem explicação que exigem atenção médica", explica o anestesista Mário Luiz Giublin, um dos fundadores da Sociedade Brasileira da Dor.

Para Andrea Amoras, há permissividade de campanhas publicitárias e dos próprios órgãos reguladores em relação à automedicação. O bom senso, segundo ela, também é a chave para o equilíbrio entre idas desnecessárias ao consultório médico e as chances de complicações devido ao mau uso de analgésicos. "Em crianças, no entanto, não se deve nunca fazer tratamento sem supervisão médica. Elas são mais vulneráveis a reações adversas. Muitas vezes, não se conhecem ainda possíveis alergias", destaca.

A principal maneira de lidar com tais situações, lembram os especialistas, é acabar com a causa do problema. Parece óbvio, mas é comum pessoas se conformarem em se automedicar com drogas que combatem a dor, em vez de sanar a fonte do problema. Nos casos crônicos em que a dor é a doença em si - mais raros -, os analgésicos também não são os únicos medicamentos indicados. Trata-se o problema com substâncias que atuam na área de sensibilização da dor no cérebro, como antidepressivos ou anticonvulsionantes.


DIÁRIO DE NATAL – 21-12-2010
Secção: Saúde
Link:  http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/21/saude1_1.php
Publicado no dia 21/12/10


CONSUMO EXCESSIVO DE REMÉDIO PODE SE TORNAR EM VÍCIO

Em casos mais graves de uso indiscriminado de analgésicos, é possível que a dor seja causada pela falta do remédio no organismo. Como um círculo vicioso, o cérebro passa a desencadear o processo da dor quando percebe a falta da droga no organismo. Esse problema é comum em pessoas que sofrem de dores de cabeça. Por vezes, quem tem crises esparsas passa a sofrer diariamente ao fazer uso constante desse tipo de medicação.

"Conhecida como dor de cabeça por mau uso de analgésicos, a doença é a terceira mais comum, depois da cefaleia tensional e da enxaqueca", alerta o neurologista Ricardo Teixeira. O problema pode chegar a situações extremas. Foi o que aconteceu com o professor Wagner Martins Costa, 51 anos. Convivendo desde a infância com dores de cabeça, Costa fazia uso de analgésicos desde cedo. A partir dos 15 anos, os episódios começaram a se agravar.

Aos 25, o uso contínuo de remédios para dor aumentou consideravelmente. Para conseguir trabalhar, era preciso tomar a medicação. Ao longo dos anos, o professor procurou médicos, fez exames. Nada foi constatado de errado. Fez alguns tratamentos a partir de 1999. Também tentou terapias alternativas. Tudo sem sucesso. Um dos especialistas recomendou a internação para contornar o problema. Era preciso que ele parasse de consumir os analgésicos. Mas a rotina diária e o incômodo da dor o impediam de fazê-lo.

"Não conseguia ficar sem tomar o remédio. Era um ciclo terrível. Nos diários que fiz por recomendação médica, há registros de 45 dias seguidos com dor", lembra. Há três anos, logo após uma consulta com neurologista, chegou ao limite. Numa crise forte, tomou 12 comprimidos para dor de cabeça num período de oito horas. No início de 2008, começou um tratamento de dois anos e meio - que finalmente aliviou o problema. "Graças aos médicos, ao apoio da minha mulher e de minha filha, consegui superar. Nunca deixamos de acreditar que houvesse uma solução", comemora.

O tratamento, nesses casos, é o mesmo para casos de dor crônica. São usadas medicações que agem na química do cérebro. A ideia é reorganizar o sistema neurológico, para que ele se desassocie da condição constante de dor. O acompanhamento médico é indispensável, porque as drogas usadas também têm outros efeitos colaterais e precisam de retenção de receita médica em muitos casos. A vantagem é que o uso é temporário. No caso do professor Wagner Costa, foram necessários dois anos e meio. Em situações menos graves, em seis meses é possível resolver a situação.


DIÁRIO DE NATAL – 21-12-2010
Secção: Saúde
Link:  http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/21/saude1_2.php
Publicado no dia 21/12/10


LUTA PARA LARGAR MEDICAMENTO


Evitar o uso de analgésicos parece impossível para quem convive com a dor. A advogada Mariana Picanço, 28 anos, sofre de enxaqueca desde a infância. O mal de família passou a interferir ainda mais na qualidade de vida durante a adolescência. Ela passou a ter crises graves - nas quais precisava ir ao hospital - até duas vezes por mês. Os episódios, marcados por fortes dores, visão turva e náusea, aconteciam a qualquer hora.

"Isso pode acontecer em qualquer lugar. No trabalho, na faculdade, no ônibus, no meio da rua. Faltava às aulas e ao trabalho. Meu chefe uma vez parou uma reunião para me levar ao hospital", conta. O uso de analgésicos era necessário nessas situações. Os pais médicos, no entanto, sempre recomendaram muito cuidado. Apesar de fazer rodízio com medicações diferentes, quando as crises eram frequentes chegou a sentir que o efeito se tornava mais brando.

A recomendação médica para o caso de Mariana foi o uso de anticoncepcional para equilibrar as taxas hormonais e o controle de outros fatores externos que podiam desencadear crises. A lista de alimentos que evita consumir, por exemplo, inclui frutas cítricas, carne vermelha e bebida alcoólica. Não fuma e evita ficar próxima de fumantes. O maior esforço, no entanto, é controlar o estresse.

Com todos os cuidados, a advogada conseguiu diminuir as crises mais graves para duas a quatro vezes ao ano. O uso de analgésicos diminuiu, mas em seu caso não pode, no entanto, parar totalmente. "Tenho sempre algum na bolsa. Quando a dor começa, tomo um comprimido para evitar que a crise piore. Isso acontece em média uma vez por mês, durante a tensão pré-menstrual", explica.


Tipos de analgésicos

Os medicamentos que têm como principal ação minimizar as sensações de dor são divididos em dois grandes grupos:

- Anti-inflamatórios - são os mais comuns, entre eles, o paracetamol, a dipirona sódica e o diclofenaco. São usados em casos de dor leve a moderada. Vendidos em farmácia, muitos não exigem receita médica. Algumas fórmulas combinam os anti-inflamatórios entre si ou com substâncias que aumentam o efeito.

- Opioides - recomendados em casos mais severos, são controlados por receita médica. Muitas fórmulas só podem ser usadas em pacientes internados. Por conta dos efeitos colaterais mais graves e das reações adversas possíveis, inclusive o vício, passam por rigoroso controle.

Saiba mais

Disque-intoxicação: 0800-6446-774 ou 0800-722-6001

Fontes: anestesista Mário Luiz Giublin e toxicologista Andrea Amoras


GAZETA DO OESTE – 21-12-2010
Secção: Mossoró
Link:  http://www.gazetadooeste.com.br/mossoro6.php
Publicado no dia 21/12/10


PROFISSIONAIS DE SAÚDE SE REÚNEM HOJE PARA DEFINIR A PARALISAÇÃO DO ATENDIMENTO

A direção da Casa de Saúde Dix-sept Rosado, juntamente com representantes de diversas especialidades médicas e demais colaboradores da instituição, realiza hoje, às 10h, na direção da unidade hospitalar, uma reunião para tratar questões referentes a uma paralisação da categoria, que deve ser realizada amanhã, conforme informou o diretor geral da Casa de Saúde, André Neo.
Segundo ele, a ação está sendo motivada pela ausência no repasse da verba destinada pelo Ministério da Saúde para o pagamento da produção hospitalar, por parte do Poder Público Municipal.
O diretor afirma que, mensalmente, o Governo Federal realiza o repasse de recursos para os gestores. O valor referente a cada mês é creditado no mês seguinte. "O município de Mossoró estava pagando de forma errada", diz André Neo. "O que acontece é que a Prefeitura não está honrando isso", acrescenta.
Através de nota enviada à imprensa, Promotoria da Saúde, Gerência Executiva da Saúde do município, Secretaria de Saúde do Estado e ao Ministério da Saúde, o diretor afirma: "Como mostra o site oficial do Fundo Nacional de Saúde (www.fns.saude.gov.br), a verba de outubro e novembro já foi depositada na conta do Fundo Municipal de Saúde, no entanto os hospitais da cidade ainda não viram a cor desse dinheiro. O último mês de produção recebido pela Casa de Saúde foi o de setembro. De lá para cá, mais nenhum repasse do município".
De acordo com o diretor, o pagamento referente ao mês de outubro foi efetuado no dia 4 de novembro. Já o que se refere ao mês de novembro foi realizado no dia 18 deste mês e corresponde ao valor de R$ 2.778.938,38. "Esse recebimento já entrou no Município", afirma André Neo.
Ele acrescenta que a paralisação já é certa. Também através de nota, o diretor diz: "Diante de tal situação, nós da direção da Casa de Saúde Dix-sept Rosado, juntamente com anestesistas, pediatras, obstetras, neonatologistas, intensivistas e demais colaboradores da instituição, resolvemos fazer uma paralisação até que haja o repasse de todos os recursos da produção hospitalar já enviados pelo Ministério da Saúde".
A reportagem da Gazeta do Oeste tentou entrar em contato com a responsável pela Gerência de Saúde, por telefone, mas foi informada de que a mesma se encontrava em uma reunião externa.

GAZETA DO OESTE – 21-12-2010
Secção: Cidades
Link:  http://www.gazetadooeste.com.br/cidades1.php
Publicado no dia 21/12/10

MINISTÉRIO DA SAÚDE CONFIRMA UPA PARA PAU DOS FERROS


Pau dos Ferros tem mais uma grande conquista para comemorar: a cidade receberá uma Unidade de Pronto Atendimento - a UPA 24 horas. Essa garantia veio através da Portaria N° 3.971, assinada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, no último dia 15.
A Portaria publicada no Diário Oficial da União garante que o município seja contemplado com esta unidade de saúde, através de um convênio firmado entre o Governo Federal e a Prefeitura.
A cidade de Pau dos Ferros será contemplada com a UPA de porte I, que beneficia as cidades com até 100 mil habitantes. Para a construção e estruturação desta unidade, o município vai receber um investimento de 1,4 milhão. Sendo que o excedente desse valor será custeado entre Estado e município.
"Há mais de um ano estamos batalhando por esta UPA, superando todos os entraves burocráticos para tornamos real, esta grande conquista para nossa cidade", comemorou o secretário de Saúde de Pau dos Ferros, Fabrício Torquato. Segundo ele, benefícios como estes se devem principalmente ao poder de conquista da gestão municipal e a participação da Secretaria de Saúde nas mesas de decisões no Estado.
Ao lado do prefeito Leonardo Rego, Fabrício não disfarçava o entusiasmo por esta grande vitória. "Após esta confirmação, por parte do Ministério, vamos estudar o melhor espaço para edificarmos este novo investimento na saúde do município", afirmou o secretário.
Para o prefeito Leonardo Rego, Pau dos Ferros se destaca, mais uma vez na área da saúde, e se fortalece, na região do Alto-Oeste, como polo regional de saúde. O prefeito complementou, afirmando que esse é um dos maiores avanços que o município obteve dentro da sua gestão.
Entretanto, para a implantação de uma estrutura como a UPA, é necessária a cobertura prévia da rede Samu. Mas Pau dos Ferros, no primeiro semestre desse ano, aprovou na Câmara, um projeto de Lei que coloca o município como integrante do Consórcio Samu, que será custeado pela União, Estado e município.
Além disto, Fabrício Torquato ainda destacou que esta será a saída, em médio prazo, para o pronto atendimento, já que o Estado está fechando as portas dos hospitais regionais para esse serviço, a partir do dia 27 de dezembro.
O prefeito Leonardo Rego destacou os avanços alcançados por Pau dos Ferros na área de saúde, em especial a UPA. "É muita ousadia um município assumir uma responsabilidade desse porte, cujo custeio mensal passa de 100 mil reais. Mas nós topamos o desafio e vamos enfrentar", afirmou Leonardo. Ele declarou que se a obra é boa para a cidade, apesar das dificuldades, é realizado um esforço para se realizar.
Neste momento, no sítio Barragem, e no bairro São Benedito, duas novas unidades estão sendo edificadas. Já o Manoel Deodato e São Judas Tadeu receberão novas unidades, assim como aconteceu no bairro Paraíso e São Geraldo. "A saúde em Pau dos Ferros vem recebendo a atenção e respeito que a população merece", finalizou Leonardo.

JORNAL DE FATO – 21-12-2010
Secção: Estado
Link:  http://defato.com/estado.php
Publicado no dia 21/12/10


PEDIATRA DA PB DESCOBRE NO GOOGLE QUE É SERVIDORA FANTASMA NO OESTE DO RN


Mossoró/Coronel João Pessoa - O Google é atualmente a principal ferramenta de pesquisa na internet no mundo. Aponta caminhos e revela identidades. Você já pesquisou o seu próprio nome no Google? A pediatra Núbia Cristina Gadelha Formiga Matos, de Patos (PB), teve esta curiosidade e descobriu que era funcionária da Prefeitura de Coronel João Pessoa, no Alto Oeste do Rio Grande do Norte.
A descoberta da pediatra Núbia Cristina, que nunca esteve em Coronel João Pessoa, foi no mês de outubro de 2008. Núbia procurou o Ministério Público Federal da Paraíba e comunicou o fato no dia 21 de novembro de 2008. Disse que se surpreendeu com a constatação de seu nome no quadros de médicos do Programa de Saúde da Família (PSF) em Coronel João Pessoa, cumprindo uma jornada de trabalho de 40 horas semanais.
O depoimento da médica foi enviado para o Ministério Público Federal do Rio Grande do Norte, com sede em Mossoró. O procurador da república Fernando Rocha de Andrade analisou a documentação e constatou que o ex-prefeito Antônio Emídio de Souza, o "Neci" (já falecido), e o ex-secretário de Finanças, Francisco das Chagas Silva, "forjaram uma contratação a fim de se apropriarem do valor correspondente à remuneração da médica", escreve o procurador.
No caso, ocorreu foi apropriação indevida de verba pública federal entre os meses de setembro de 2007 a outubro de 2008 e no mês dezembro de 2008, resultando num prejuízo financeiro de pelo menos R$ 66.593,87 e de um prejuízo ainda maior quanto à prestação de serviços à população durante mais de um ano. O procurador da república escreveu que ao emitir o cheque mensalmente, no valor de R$ 4.507,00, nominal à Tesouraria da Prefeitura, o prefeito e o tesoureiro demonstraram com clareza a intenção de burlar uma possível fiscalização para não ser descobertos que estava desviando recursos federais destinados para melhorar o atendimento básico à população.
O ex-prefeito Antônio Emídio e ex-secretário de Finanças Francisco das Chagas sacaram o dinheiro na boca do caixa. O caso, inclusive, é um indício forte de que outros casos de servidores "fantasmas" também tenham sido empregados na Prefeitura de Coronel João Pessoa. Para o procurador da república, não resta dúvidas do crime, tanto que além da Ação Civil Pública ingressada no dia 24 de novembro de 2010 na 8ª Vara Federal de Mossoró contra o ex-prefeito e o ex-secretário, o procurador da república também vai processá-los criminalmente.



CORREIO DA TARDE – 21-12-2010
Secção:Urgente
Link:  http://www.correiodatarde.com.br/editorias/urgente-59803
Publicado no dia 21/12/10


NEUROCIRURGIÕES DE NATAL E MOSSORÓ AMEAÇAM PARALISAR ATENDIMENTO

Os neurocirurgiões ligados à Clínica de Neurocirurgiões (Clineuro), que trabalham nos Hospitais Walfredo Gurgel, em Natal, e Tarcísio Maia, em Mossoró, poderão paralisar as atividades a partir desta terça-feira (21), caso o governo do Estado não realize o pagamento dos salários atrasados nesta segunda-feira (20).

A Secretaria Estadual de Saúde, o Conselho Regional de Medicina e o Ministério Público, já foram comunicados da decisão, que pode inviabilizar o atendimento aos procedimentos de neurocirurgias nos dois hospitais, representando um caos. Os profissionais do Hospital Tarcísio Maia reclamam que o pagamento está atrasado desde agosto, enquanto os do Walfredo Gurgel não recebem desde setembro.

Segundo o diretor administrativo da Clineuro, Kurt Mendonça, a preocupação dos neurocirurgiões é de que o atraso possa chegar a seis meses se o pagamento não for feito até dezembro, pois dependerá da abertura do orçamento de 2011, como já ocorreu em anos anteriores. "Se isso acontecer teremos seis meses de atraso e a situação ficará muito difícil", explicou.

O contrato da Clineuro com a Secretaria Estadual de Saúde foi feito, com licitação, há três anos, sob o conhecimento do Ministério Público. "É um contrato antigo e uma despesa prevista no orçamento do Estado e, como tal, tem que ser paga", disse o chefe de neurocirurgiões do Hospital Walfredo Gurgel e presidente da Academia Brasileira de Neurocirgiões, Luciano Araújo. Além dos salários atrasados, eles também denunciam a falta de condições adequadas para atendimento ao paciente, durante os procedimentos de craniotomia, segundo eles, faltam fios para fechar as meninges, membranas de proteção e lâmina para abertura do crânio.

O atendimento dos profissionais é considerado essencial para o funcionamento de neurocirurgias dos dois maiores hospitais de urgência do Estado. Na rede estadual, atuam 22 especialistas, sendo 18 vinculados à Clineuro. O Walfredo Gurgel tem apenas seis neurocirurgiões com vínculo com o Estado. O diretor administrativo da Clineuro disse que são feitos cerca de 200 procedimentos mensais nos dois hospitais, o maior número deles relacionados a vítimas de acidentes de moto, que chegam a oito mil por ano, uma média de 21 acidentes por dia. "Por isso, é impossível um hospital como o Walfredo Gurgel funcionar sem a neurocirurgia", disse Luciano Araújo.

Além de cuidar de vítimas de acidentes, quedas de nível, violência urbana, acidentes vasculares cerebrais, são os neurocirurgiões quem atestam os casos de morte encefálica.

O Estado

A Secretaria de Saúde Pública (SESAP) informou, por meio de sua assessoria, que o pagamento referente ao mês de setembro foi realizado no dia 16 de dezembro. No total, foram pagos R$ 230.458,80 aos neurocirurgiões de Natal e R$ 90.433,20 aos de Mossoró. O valor referente ao pagamento do mês Outubro, já foi solicitado a Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças (Seplan), aguardando apenas a liberação e repasse dos valores.
 
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