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Clipping Cremern 23/12/2010
DIÁRIO DE NATAL – 23-12-2010
Secção: Cidades
Por: Lamonier Araújo
Link:  http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/23/cidades1_0.php
Publicado no dia 23/12/10


HOSPITAL PODE ENTRAR EM COLAPSO
Huol corre risco de perder 166 funcionários de setores essenciais devido a determinação do TCU


O atendimento do Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol) pode ser comprometido com a demissão de 166 funcionários terceirizados em 2011. O motivo é que em 2006, o Tribunal de Contas da União (TCU) firmou um acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) estipulando o prazo de quatro anos para que todos os postos de trabalho terceirizados dos hospitais universitários do país fossem preenchidos por concursados. No Brasil, existem 46 hospitais universitário sendo que quatro deles estão localizados no Rio grande do Norte.
Dos 166 profissionais terceirizados do Huol, 90% deles são técnicos em enfermagem que são essenciais para a execução das principais atividades do hospital. Caso eles fossem retirados sem a devida substituição, o Huol não teria como manter funcionando sete centros cirurgicos, 12 leitos de UTI, além de prestar assistência a população através da realização de procedimentos de média e alta complexidade desenvolvidos na instituição.

Dos quatro hospitais universitários do RN, o Huol é considerado o mais importante do estado, contando com 700 profissionais, sendo que 166 deles são terceirizados através da Fundação Norte RioGrandense de Pesquisa e Cultura (Funpec).


Saiba mais

Atendimentos mensais:

Exames de média complexidade: 18.500 Exames de alta complexidade: 400

Consultas Ambulatoriais: 8 mil

O que seria comprometido:

- Sete centros cirurgicos

- 12 leitos de UTI

- Realização de procedimentos de média e alta complexidade


DIÁRIO DE NATAL – 23-12-2010
Secção: Cidades
Por: Lamonier Araújo
Link:  http://www.diariodenatal.com.br/2010/12/23/cidades1_1.php
Publicado no dia 23/12/10


ACORDO COM MP PREVÊ DEMISSÕES ATÉ 31 DE DEZEMBRO

Segundo o acordo firmado entre o TCU e o MP até o dia 31 de dezembro desse ano, todos os funcionários terceirizados deveram ser substituidos por profissionais concursados, porém o último concurso público direcionado para os hospitais universitários ocorreu em 2006.

Além do Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), o RN conta com o Hospital de Pediatria Professor Heriberto Ferreira Bezerra (Hosped) e a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), localizados em Natal e o Hospital Universitário Ana Bezerra (Huab) que fica na cidade de Santa Cruz.

A diretora administrativa do Huol, Zilmar de Oliveira Fernandes, informou que até o momento não se sabe ao certo como vai ficar a situação dos profissionais terceirizados que atuam no hospital. O Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) realizaram um levantamento das necessidades dos hospitais universitários, incluindo a substituição dos servidores terceirizados por concursados, mas até agora nada foi comunicado. "Até o momento, não iremos demitir nenhum dos profissionais terceirizados que trabalham no Huol, pois pelo contrário a situação do hospital se tornaria um verdadeiro caos", ressaltou Zilmar.


O MOSSOROENSE – 23-12-2010
Secção: Regional
Link:  http://www2.uol.com.br/omossoroense/mudanca/conteudo/regional3.htm
Publicado no dia 23/12/10


RECONSTRUÇÃO DO HOSPITAL-MATERNIDADE DE AREIA BRANCA ESTÁ COM 75% DAS OBRAS CONCLUÍDAS

AREIA BRANCA - Com aproximadamente 75% das obras concluídas, quando estiver em funcionamento o novo Hospital e Maternidade Sara Kubitschek será um dos maiores em estrutura na região e referência em termos de atendimentos.
Os 25% que faltam para a unidade ficar pronta são referentes ao acabamento interno e externo.
Essas avaliações foram feitas no sábado, 18, às 8h, durante uma visita feita pelo prefeito Manoel Cunha Neto, "Souza" (PP), ao hospital que está em obras desde o primeiro semestre deste ano.
O gestor estava acompanhado de alguns secretários, gerentes e vereadores. Populares se juntaram à comitiva e foram conhecer as novas estruturas do hospital que foi totalmente reconstruído.
Em mais de 50 anos de funcionamento, essa é efetivamente a primeira grande obra naquele hospital. De acordo com o engenheiro Cláudio Escóssia, diretor da empresa responsável pela execução do projeto, pouca coisa foi reaproveitada da estrutura antiga. A parte de alvenaria é praticamente toda nova, assim como a cobertura, piso cerâmico, instalações elétrica e hidráulica.
A secretária municipal de Saúde, Lidiane Michele Campos Garcia, que integrou a equipe de auxiliares do primeiro escalação que acompanhou o prefeito na visita, disse que na nova estrutura funcionará o hospital com os seus atendimentos e procedimentos normais, além da maternidade onde serão feitos partos normais e Cesário. "Outra novidade é um moderno Centro Cirúrgico, além de salas pré-parto, internamentos, setor de triagem, farmácia, cozinha, lavandeira industrial, entre outros setores que vão melhorar a prestação de serviços à comunidade com maiores eficiência e rapidez", disse.
Com relação ao andamento das obras, a empresa responsável pelos serviços desfez rumores de que teria havido paralisação nos últimos dias. "As obras do hospital seguem de acordo com o cronograma traçado, estamos trabalhando dentro do prazo, conforme o previsto", garante Cláudio Escóssia.
A reconstrução do hospital está sendo tocada com recursos provenientes de um convênio do Governo do Estado com o município, no valor de R$ 1,5 milhão. Mas segundo o prefeito "Souza" o valor total da obra será bem maior, ultrapassando os R$ 2 milhões, considerando que somente o reaparelhamento da unidade hospital custará mais de R$ 700 mil.
Concluindo, "Souza" disse que está satisfeito com o andamento dos serviços e que a população ainda não tem ideia da dimensão do projeto. "As pessoas só vão ter noção da grandiosidade da obra que estamos realizando quando o novo hospital estiver funcionando, pois quem passa em frente ao mesmo, nem imagina o que tem por trás daquelas paredes", finaliza o governante, afirmando que a população pode ficar tranquila, pois o novo hospital será entregue na sua gestão.


CORREIO DA TARDE – 23-12-2010
Secção:Correio Mossoró
Link:  http://www.correiodatarde.com.br/editorias/correio_mossoro-59856
Publicado no dia 22/12/10


"GREVE FORÇADA" DEIXA PACIENTES SEM ATENDIMENTO

Quem procurou a Casa de Saúde Dix-sept Rosado na manhã de hoje, 22, voltou para casa sem atendimento em virtude da greve dos servidores daquela unidade hospitalar. O mesmo aconteceu com as mulheres em trabalho de parto. Nos corredores, as grávidas de urgência aguardavam atendimento. Francisca Iraneide veio da cidade de Baraúna com complicações e sangrando, mas teve que aguardar. "Desde às seis horas da manhã que eu aguardo aqui. Estou sangrando e a minha gravidez é de risco.

Estou com muito medo de ter o meu neném aqui no corredor. As enfermeiras disseram que estão em greve e que não sabem que horas serei atendida. Estou deseperada", dizia chorando enquanto aguardava atendimento no corredor da maternidade.

Outra paciente, de apenas 19 anos, apresentava um quadro bem parecido e temia o que poderia acontecer, caso não fosse atendida com rapidez. "Estou passando muito mal e não sei o que fazer.

Como essa é a única maternidade de Mossoró a gente fica de mãos atadas, sem ter para onde correr. A única solução aqui é rezar para que eu seja atendida o mais rápido possível", declarou Débora Martins, grávida de nove meses e 7 dias.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Laboratórios e Pesquisas e Análises, Clínicas, Casas e Cooperativas de saúde, Hospitais particulares e dos Técnicos em radiologia de Mossoró (SINTRAHPAM), Luiz Avelino, a greve estava sendo motivada por que a prefeitura de Mossoró não teria repassado os recursos federais destinados a Casa de Saúde Dix-sept Rosado e Apamim. "Há quase dois meses a prefeitura não repassa os recursos para os hospitais. Os servidores ainda não receberam nem o salários de novembro e nem o décimo. Iremos continuar em greve até que esses valores estejam depositados em nossas contas", discursava Luiz Avelino.

A declaração foi contestada pelo secretário de Cidadania da prefeitura de Mossoró, Francisco Carlos de Carvalho, que considera a greve forçada e com características políticas. "Saúde não combina com política. O que está acontecendo é uma incitação a uma greve que não tem sentido. A prefeitura informou a direção do hospital que o pagamento seria realizado hoje, quarta-feira, 22. Mesmo assim a direção incitou os funcionários a entrarem em greve e prejudicar o atendimento aos cidadãos que precisam do serviço público", declarou.

Ele explicou ainda que houve um atraso de alguns dias por parte do governo federal e consequentemente a prefeitura só pode fazer o repasse das verbas agora. "A prova que a greve está sendo incitada é que, mesmo recebendo os repasses em dia, a direção do hospital já chegou a atrasar os salários dos servidores por até dois meses e mesmo assim não houve greve. Agora por alguns dias de atraso, eles paralisam as atividades", informa.

Francisco Carlos vai mais além e cita os nomes dos envolvidos. "Considero essa atitude uma tremenda falta de responsabilidade de Larissa, de Sandra e de Laíre Rosado, que estão a frente desse movimento com características políticas. Deixar pessoas nos corredores aguardando atendimento por questões políticas não tem justificativa", enfatizou.

Francisco Carlos informou que a ordem bancária para a transferência dos recursos foi dada na sexta-feira passada e depois dos três dias de compensação - no caso hoje - a verba foi creditada na conta dos hospitais. "Uma atitude irresponsável como essa expõe a vida de centenas de pessoas. Nos corredores tem pessoas que correm risco de vida. Têm grávidas querendo dar a luz, mas sem saber se serão atendidas. Uma greve forçada, induzida como essa, denigre a imagem do serviço público, por que ela não tem razão de acontecer", revoltou-se Francisco Carlos.

Reunião

No final da manhã de hoje os servidores da Casa de Saúde Dix-sept Rosado, acompanhados dos diretores dos hospitais particulares de Mossoró, além do diretor do Sintrahpam, Luiz Avelino, foram recebidos pela prefeita Fafá Rosado no Palácio da Resistência. Na reunião, a prefeita informou que o repasse foi creditado nas contas dos hospitais hoje, 22, como havia sido comunicado. "Houve um pequeno atraso por parte do governo federal, mas tivemos o cuidado de informar a direção dos hospitais. A ordem bancária foi dada na última sexta-feira e os valores creditados hoje. O que não justifica o atraso nos salários dos funcionários dessas unidades. Mas esse é um problema administrativo. A nossa preocupação é que os serviços voltem a ser oferecidos à população", declarou a prefeita Fafá Rosado.
 
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