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APENAS 7,1 MILHÕES DE VACINADAS - Leia mais notícias no Clipping Cremern 16/08/2010
DIÁRIO DE NATAL APENAS 7,1 MILHÕES DE VACINADAS Números parciais estão abaixo da meta. Segunda etapa da campanha contra poliomielite segue nos postos de todo o Brasil Brasília - Mais de 7,1 milhões de crianças foram vacinadas até as 17h30 do sábado contra poliomielite. Os números do Ministério da Saúde são preliminares e deverão ser alterados à medida que estados e municípios atualizem o banco de dados do ministério. O balanço final só deverá ser anunciado em duas semanas. Crianças até 5 anos que não tomaram as gotinhas devem procurar a unidade de saúde mais próxima da rede pública, onde a vacina ainda estará disponível. De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carmem Osterno, é comum alguns profissionais de saúde digitarem os dados somente após o término da vacinação, o que justificaria o número de vacinações estar ainda tão abaixo da meta do governo, que é de imunizar 14,6 milhões de crianças, o que corresponde a 95% dos menores de 5 anos. Cerca de 115 mil postos de vacinação participaram da campanha. Ao todo, 24 milhões de doses de vacinas foram distribuídas. Somando aos números registrados na primeira fase da campanha - realizada no dia 12 de junho, quando 14 milhões de crianças foram imunizadas - foram distribuídas 48 milhões de doses. Ao todo, foram investidos R$ 40,9 milhões nas duas fases da campanha. Destes, R$ 20,8 milhões foram gastos na compra de vacinas; e R$ 20,1 milhões em repasses para as secretarias estaduais e municipais de Saúde, parceiros do Ministério na realização da campanha. Com a estratégia adotada pelo Brasil - que realiza campanhas nacionais anuais, divididas em duas etapas, com intervalo de dois meses entre as doses - foi possível eliminar o vírus da poliomielite no país e, desde 1989, não há registros da doença. Isso rendeu a certificação internacional, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de erradicação da doença em todo o território nacional.A poliomielite ainda é uma doença comum em diversas partes do mundo. Com a imunização, previne-se contra os riscos de importação de casos. Dados da OMS indicam que 26 países ainda registram casos da doença. Destes, quatro possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. Outros 22 países têm registro de casos importados: Tajiquistão, Angola, Chade, Sudão, Uganda, Quênia, Benin, Togo, Burkina Faso, Níger, Mali, Libéria, Serra Leoa, Mauritânia, Senegal, República Centro Africana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Nepal, Guiné, Camarões e Burundi. O ministério ressalta que é importante que todas as crianças menores de cinco anos tomem as duas doses da vacina durante a campanha nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas antes. Apesar de não haver contraindicações, recomenda-se que as crianças com febre acima de 38 graus Celsius ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de receberem as gotinhas. A vacina também não é recomendada para crianças que tenham problemas de imunodepressão, como pacientes de câncer e aids ou de doenças que afetem o sistema de defesa do organismo. A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente, nos membros inferiores. REIVINDICAÇÕES // MÉDICOS RESIDENTES ENTRAM EM GREVE AMANHÃ A partir de amanhã 22 mil médicos residentes de todo o país entram em greve. No Rio Grande do Norte cerca de 130 residentes irão aderir ao movimento. A categoria, que atua nos serviços ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS), luta por reajuste de 38,7% na bolsa-auxílio, congelada desde 2006 em R$ 1.916,45. Desde abril, os residentes buscam negociação com os ministérios da Saúde e da Educação sobre suas reivindicações, mas até hoje não houve proposta que assegurasse valorização dos profissionais e proporcionasse melhores condições na formação. No mês de julho os médicos residentes do Rio Grande do Norte fizeram uma paralisação para alertar sobre a possibilidade de greve. "Como nossas reivindicações não foram atendidas nós entraremos em greve", disse Antônio Júnior, médico residente do 2º ano de Ginecologia e Obstetrícia, que atua na maternidade escola Januário Cicco. Segundo ele, na maternidade Januário Cicco 27 médicos residentes entrarão em greve a partir de amanhã. "A maternidade certamente será a unidademais atingida, porque lá a carência de profissionais é muito grande e são os residentes que garantem o funcionamento do local. Mas o atendimento deve ser prejudicado em todos os hospitais", afirmou o presidente do sindicato dos médicos, Geraldo Ferreira. Os residentes atuam em praticamente todos os hospitais públicos do RN e o atendimento do Walfredo Gurgel, Onofre Lopes, Hospital da Polícia, Maria Alice Fernandes e Giselda Trigueiro será atingido. "Com certeza a demora no atendimento será maior e as filas para cirurgias eletivas aumentará com a greve dos médicos residentes", disse Dr. Geraldo. Reivindicações Além de reajuste na bolsa, a pauta de reivindicações dos médicos residentes inclui pagamento de auxílio moradia e auxílio alimentação e adicional de insalubridade, respeito ao reajuste anual, instituição da 13ª bolsa-auxílio e aumento da licença maternidade de quatro para seis meses. A decisão pela suspensão dos atendimentos por tempo indeterminado, exceção feita à prestação de serviços essenciais (urgências, emergências e UTIs), foi tomada pela Comissão de Greve da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), formada por representantes estaduais. GAZETA DO OESTE CERCA DE 40% DOS EXAMES DE DNA SOLICITADOS DÃO NEGATIVO Por mês, um total de 10 a 15 exames de DNA são solicitados pela Vara da Família para confirmação de paternidade. Cerca de 30% a 40% deles apresentam resultado negativo, conforme informou o diretor da secretaria da Vara da Família de Mossoró, Francisco das Chagas. Ele explica que, em regra, as mães não agem de má fé e solicitam o exame porque tiveram algum envolvimento com o suposto pai. Como não há má fé, elas não passam por nenhuma punição. Francisco das Chagas explica que, normalmente, o exame de DNA é feito em comum acordo. O suposto pai não é obrigado a se submeter ao exame, porém, uma vez se comprometendo em fazer o exame e faltando ao compromisso na data marcada fica a presunção da paternidade. O procedimento é iniciado com a ação de investigação de paternidade. Para iniciar o processo, a mãe deve procurar uma das práticas jurídicas da cidade, através dos cursos de Direito da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Universidade Potiguar (UnP) e a Faculdade Mater Christi. Em seguida, a Vara da Família é acionada e os dois são chamados para uma audiência de conciliação. O diretor da secretaria menciona que, nesse momento muitos pais assumem a paternidade antes mesmo da realização do exame. Caso isso não aconteça, durante a audiência é marcada a data para realização do exame de DNA, que é feito através de uma parceria entre o município e o laboratório Cacim, no caso de pessoas carentes. Se o resultado do exame for positivo o pai tem que colocar o nome no registro da criança e passa a pagar alimentos. Os valores pagos variam de caso para caso. Em geral, os supostos pais não faltam aos exames, 99% deles costumam comparecer e, dificilmente, o resultado é contestado. No caso do suposto pai não comparecer ao laboratório na data marcada para realização do exame é marcada uma audiência de instrução, onde o juiz chama para a coleta de dados que possam dar subsídio à alegação de paternidade. No entanto, como lembra Francisco das Chagas, o exame de DNA é o meio mais seguro para a confirmação da paternidade, pois não deixa dúvidas. TRIBUNA DO NORTE RESULTADO PARCIAL INDICA 170 MIL CRIANÇAS VACINADAS CONTRA POLIOMIELITE NO RN O resultado preliminar da segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite mostra que, até as 17h30 de sábado, as secretarias municipais haviam informado ao Ministério da Saúde 170.340 crianças vacinadas no Rio Grande do Norte. No Brasil, foram vacinadas 7.154.830 de crianças. No RN, a cobertura vacinal é de 63,58%. Esse índice deverá crescer, à medida que os municípios vão alimentando o banco de dados do Ministério da Saúde. Mas dificilmente atingirá a meta de 95%, faixa considerada segura para evitar a volta do vírus da paralisia infantil. Na Grande Natal, o melhor desempenho nessa fase inicial de computação de dados foi o de Parnamirim, onde 14.274 de um total de 16.316 crianças (87,48%) foram imunizadas. Para atingir a meta, o secretário Municipal de Saúde, Marciano Paisinho, convocou os diretores de unidades de saúde para uma reunião nesta segunda-feira pela manhã. Na primeira fase, em junho, Parnamirim alcançou a meta dos 95%. Em Parnamirim, além dos 51 postos que funcionaram no sábado, foram colocadas equipes volantes nos locais de difícil acesso para que as crianças pudessem ser vacinadas na porta de casa. “Se os pais ou responsáveis, por algum motivo, não puderam levar as crianças, não há motivo para preocupação. Basta ir à unidade de saúde mais próxima, porque a vacina contra a pólio está disponível na rede pública de saúde em todo o país”, explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carmem Osterno. A estratégia adotada pelo Brasil, de realizar campanhas nacionais anuais, divididas em duas etapas, com intervalo de dois meses entre as doses, contribuiu para que o país eliminasse o vírus da poliomielite. Desde 1989, não são registrados casos da doença em território nacional. Em 1994, o Brasil recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) a certificação internacional de erradicação da transmissão da poliomielite. De acordo com a OMS, 26 países ainda registram casos de poliomielite. Desses quatro são endêmicos, ou seja, possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. Outros 22 países têm registro de casos importados: Tajiquistão, Angola, Chade, Sudão, Uganda, Quênia, Benin, Togo, Burkina Faso, Níger, Mali, Libéria, Serra Leoa, Mauritânia, Senegal, República Centro Africana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Nepal, Guiné, Camarões e Burundi. CAMPANHA CONTRA A PÓLIO VACINA MAIS DE 7 MILHÕES DE CRIANÇAS Brasília – Mais de 7,1 milhões de crianças foram vacinadas até as 17h30 de ontem (14) contra poliomielite. Os números do Ministério da Saúde são preliminares e deverão ser alterados à medida que estados e municípios atualizem o banco de dados do ministério. O balanço final só deverá ser anunciado em duas semanas. Crianças de até cinco anos que não tomaram as gotinhas devem procurar a unidade de saúde mais próxima da rede pública, onde a vacina ainda estará disponível. De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carmem Osterno, é comum alguns profissionais de saúde digitarem os dados somente após o término da vacinação, o que justificaria o número de vacinações estar ainda tão abaixo da meta do governo, que é de imunizar 14,6 milhões de crianças, o que corresponde a 95% dos menores de cinco anos. Cerca de 115 mil postos de vacinação participaram da campanha. Ao todo, 24 milhões de doses de vacinas foram distribuídas. Somando aos números registrados na primeira fase da campanha – realizada no dia 12 de junho, quando 14 milhões de crianças foram imunizadas – foram distribuídas 48 milhões de doses. Ao todo, foram investidos R$ 40,9 milhões nas duas fases da campanha. Destes, R$ 20,8 milhões foram gastos na compra de vacinas; e R$ 20,1 milhões em repasses para as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, parceiros do Ministério na realização da campanha. Com a estratégia adotada pelo Brasil – que realiza campanhas nacionais anuais, divididas em duas etapas, com intervalo de dois meses entre as doses – foi possível eliminar o vírus da poliomielite no país e, desde 1989, não há registros da doença. Isso rendeu a certificação internacional, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de erradicação da doença em todo o território nacional. A poliomielite ainda é uma doença comum em diversas partes do mundo. Com a imunização, previne-se contra os riscos de importação de casos. Dados da OMS indicam que 26 países ainda registram casos da doença. Destes, quatro possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. Outros 22 países têm registro de casos importados: Tajiquistão, Angola, Chade, Sudão, Uganda, Quênia, Benin, Togo, Burkina Faso, Níger, Mali, Libéria, Serra Leoa, Mauritânia, Senegal, República Centro Africana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Nepal, Guiné, Camarões e Burundi. O ministério ressalta que é importante que todas as crianças menores de cinco anos tomem as duas doses da vacina durante a campanha nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente. Apesar de não haver contraindicações, recomenda-se que as crianças com febre acima de 38 graus celsius ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de receberem as gotinhas. A vacina também não é recomendada para crianças que tenham problemas de imunodepressão, como pacientes de câncer e Aids ou de doenças que afetem o sistema de defesa do organismo. A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente, nos membros inferiores. A doença é transmitida por um vírus e a contaminação se dá principalmente por via oral. A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela é administrada via oral, em gotas, e está disponível durante todo o ano nos postos de saúde para a imunização de rotina. Segundo o calendário básico de vacinação, os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, recebem o primeiro reforço. Com informações da Agência Brasil. O MOSSOROENSE SAMU LANÇA IDEIA QUE AGILIZA COMUNICAÇÕES URGENTES Percebendo que muitas vezes nos acidentes os feridos dispõem de um aparelho de celular, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está lançando uma campanha para facilitar o contato com os familiares do acidentado. Frequentimente os socorristas esbarram na ausência de um número específico para contatar em caso de emergências. A ideia do Samu consiste em que todas as pessoas acrescentem na lista de contatos um número de um familiar ou amigo, nomeado da seguinte forma: AA Emergência (as letras AA são para que o contato apareça sempre em primeiro lugar entre os demais na agenda do celular). Para a doutora Charlene de Oliveira, que integra equipe local do Samu, a medida simples irá facilitar muito na hora de comunicar a ocorrência aos parentes do acidentado. "Geralmente, temos muita dificuldade de procurar na agenda do celular das pessoas e muitas vezes não conseguimos localizar o número do familiar. No entanto, se o atendimento da pessoa é prioritário, não podemos interromper para contatar os parentes, ficando depois na responsabilidade do hospital realizar o procedimento", explica a médica, acrescentando que esse dado a mais no celular pode fazer a diferença na comunicação com os familiares. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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