Rede dos Conselhos de Medicina
RESIDENTES EM GREVE NO RN - Leia mais notícias no Clipping Cremern 18/08/2010
TRIBUNA DO NORTE SECRETARIAS DE SAÚDE PRORROGAM PRAZO PARA VACINAÇÃO CONTRA A PÓLIO Depois de promoverem um dia de mobilização contra a poliomielite no último sábado (14), algumas secretarias de Saúde optaram por prorrogar a segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a doença, também conhecida como paralisia infantil. No Rio Grande do Sul, o frio e a chuva comprometeram a procura pelos postos de saúde no sábado. Desta forma, crianças menores de 5 anos poderão receber a segunda dose da vacina até a próxima sexta-feira (20). O mesmo ocorre em Santa Catarina e São Paulo. Já no Paraná e no Espírito Santo, pais que não vacinaram os filhos poderão procurar os postos de saúde até o próximo dia 27. Em Roraima, os municípios têm até o dia 30 de agosto para atingir a meta de 95% das crianças menores de 5 anos vacinadas. A capital Boa Vista, por exemplo, registrava apenas 57,93% de cobertura após a mobilização de sábado. O Ministério da Saúde não soube dizer quantos estados, no total, prorrogaram o prazo para vacinação. A orientação é que as pessoas procurem as secretarias de Saúde para se informarem. A meta da segunda etapa de vacinação contra a poliomielite é imunizar 14,6 milhões de crianças em todo o país. Um levantamento parcial indica que 10 milhões receberam a segunda dose no último sábado. A vacina contra a poliomielite é gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível nos postos de saúde durante todo o ano. Entretanto, a orientação do Ministério da Saúde é que todas os menores de 5 anos tomem as duas doses da vacina durante a campanha nacional – mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente. Crianças com febre acima de 38 graus ou com alguma infecção devem ser avaliadas por um médico antes de receber a dose. A imunização não é recomendada para crianças com problemas de imunodepressão, como pacientes com câncer, aids ou outras doenças que afetam o sistema imunológico. *Fonte: Agência Brasil DIÁRIO DE NATAL REDE DE EXAMES // CONSELHO É CONTRA MODIFICAÇÃO O Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Norte e uma comissão de servidores municipais querem saber a posição do Ministério Público Estadual (MPE) sobre o possível processo de terceirização dos serviços laboratoriais dos 82 unidades de saúde de Natal. A presidente da instituição, Maria Célia Ribeiro, tem audiência marcada para a manhã de hoje com a promotora da Saúde, Iara Pinheiro. "Já é do nosso conhecimento o processo de terceirização. O que queremos saber é o posicionamento do MP", declarou a conselheira. A Secretaria Municipal de Saúde nega a possibilidade de terceirização e afirma que será feita uma reformulação no funcionamento da rede com a transformação de laboratórios em postos de coleta, que enviarão os exames para uma central. Segundo a conselheira, Lenira da Silva Costa, o principal problema hoje nas análises clínicas é a falta de material para realizar os procedimentos. Lenira explicou que há cerca de 90 dias aPrefeitura do Natal realizou um contrato emergencial - por isso sem licitação - com um laboratório que já vem fazendo alguns exames para suprir esse déficit. "A prefeitura não compra o material e faz esses contratos terceirizados", informou Lenira. Os insumos em questão vão desde o básicos como luva até os equipamentos para diagnóstico. O secretário municipal de Saúde, Thiago Trindade, afirmou que não tem intenção de terceirizar os serviços dos 82 laboratórios da rede municipal de saúde, embora informou que será feita uma uniformização dos serviços. Atualmente, a secretaria tem uma série de fornecedores de materiais para os laboratórios, a ideia é concentrar esse fornecimento em apenas uma empresa. "Quando falta um ítem aqui, outro ali, muitos exames não podem ser realizados e prejudica o usuário que está na ponta esperando", reforçou o titular da pasta. Thiago acredita que os servidores se sentiram prejudicados porque acharam que seriam afastados, mas todos continuarão sendo utilizados. Dentro das mudanças, está a utilização dos laboratórios das unidades de saúde como postos de coleta. "Nas 84 unidades, temos 82 laboratórios. Eu pretendo criar centrais laboratoriais e usar esses locais como postos de coleta". MEDICINA // PALESTRA SOBRE ENSINO NO BRASIL O Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPgCS) realiza amanhã às 11h, a palestra "O ensino médico e o modelo de saúde no Brasil", ministrada pelo professor Marcos Felipe Silva de Sá, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP). A palestra acontece no auditório do CCS, na Faculdade de Farmácia. RESIDENTES EM GREVE NO RN Paralisação nacional de médicos, que tem adesão no estado, afeta escalas em vários hospitais de Natal Os residentes médicos de todo país entraram em greve desde essa terça-feira. Os estudantes querem reajuste de 37% no valor da bolsa auxílio, que atualmente é de R$ 1.916.45, auxílio alimentação e transporte, décimo terceiro, e licença gestante de seis meses. Desde 2006 não há nenhum aumento no pagamento. O Rio Grande do Norte conta com 170 residentes, atuando em sete hospitais públicos do estado, trabalhando diretamente na realização de atendimentos e procedimentos médicos. A organização do movimento acredita que 70% dos estudantes aderiram à greve. De acordo com Leonardo Arcuri, residente da Maternidade Escola Januário Cicco, entre as principais reivindicações dos estudante está o cumprimento das 60 horas de trabalho semanais. "Muitas vezes esse número chega às 75 horas", informou Leonardo. Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos (Sinmed), Geraldo Ferreira, esse excesso de horas é reflexo do tratamento dado aos estagiários, queem alguns casos trabalham como profissionais. A exemplo do prejuízo que a população pode ter com a paralisação, nos plantões do Pronto-Socorro da Januário Cicco, são dois médicos e três residentes. Apenas um estudante está na escala, respeitando a Lei de Greve que exige 30% dos grevistas trabalhando. Diariamente cerca de 100 pessoas passam pela urgência, sem contar os atendimentos ambulatoriais e as cirurgias eletivas. As cesarianas de Natal são realizadas somente na Januário e no Hospital Santa Catarina e poucos casos seguem para o Hospital da Polícia Militar. Além dessas unidades, os estudantes de medicina estão presentes no Hospital Universitário Onofre Lopes, no Hospital de Pediatria da UFRN, no Walfredo Gurgel, no Giselda Trigueiro e no Maria Alice Fernandes. "O residente já foi incorporado à rotina do hospital", lembrou Leonardo. Segundo Geraldo, provavelmente a paralisação vai acarretar atrasos nos procedimentos eletivos. "A Januário que tem alta demanda, acho que deverá encaminhar para as maternidades da prefeitura", explicou. O representante do Sinmed disse ainda que o governo federal ofereceu 17% de aumento, mas a proposta foi rejeitada pela classe. Uma nova proposição com 20% de reajuste, com a primeira parcela paga em janeiro de 2011, foi apresentada e novamente rejeitada pela Associação Nacional de Médicos Residentes. O Sindicato está oferecendo apoio jurídico e de comunicação aos estudantes. Depois de uma assembleia, que acontecerá no Sinmed, às 8h30 de hoje, os residentes seguirão para a Câmara dos Deputados Estaduais para solicitar aos parlamentares ajuda na negociação nacional. Em abril deste ano, residentes de 13 estados fizeram uma paralisação de advertência de 24 horas. FILA LONGA NO POSTO DE SAÚDE Pacientes madrugam em unidades para conseguir fichas. SMS diz que comportamento é "questão cultural" Em Natal, posto de saúde é sinônimo de fila e espera. Quando a unidade de saúde tem médico, o problema fica ainda mais evidente. Para garantir atendimento, os natalenses têm procurado os postos de saúde cada vez mais cedo. O problema, na avaliação de diretores dos postos e da própria Secretaria Municipal de Saúde, é uma questão cultural. Na avaliação dos natalenses que dependem do sistema público de saúde, é uma questão de sobrevivência. Para a dona de casa Vânia Souza, 39, moradora do bairro Pajuçara, consegue ficha quem chega mais cedo. Nesta segunda-feira, ela chegou a Unidade de Saúde de Pajuçara, na Zona Norte de Natal, as 4h30, trazendo pelo braço o filho caçula Emerson, de 5 anos. "E já tinham umas 50 pessoas na minha frente". O problema vivido pela dona de casa se repete em vários pontos da capital. A diferença é que a unidade que ela procura está com o quadro de médicos completo. A unidade, que antes atendia apenas urgência e emergência, conta com nove médicos, sendo seis clínicos gerais, dois pediatras e um ginecologista. Além disso, tem nutricionistas, enfermeiros e dentistas. Por dia, são entregues 20 fichas para cada médico. O horário de distribuição já foi alterado duas vezes. Antes, as fichas eram distribuídas as 7h. Depois, mudou para as 11h. A população ficou revoltada e as fichas passaram a ser distribuídas as 9h. Mesmo assim, tem gente que reclama. "Acabou de sair aqui da sala uma mulher dizendo que chegou às 4h e que as fichas deveriam ser entregues às 6h. Só que se fizermos isso, eles vão voltar a dormir na fila como dormiam antes de mudarmos o horário. Se mudarmos para as 7h, o pessoal começa a chegar as 19h do dia anterior", afirma Conceição Frazão, administradora da unidade de Pajuçara. Além da população que dorme na fila para garantir atendimento, há aqueles que dormem para conseguir fichas e depois vender. "Já chamamos essa pessoa aqui, mas não adianta. Acho que essa prática existe em todas as unidades desaúde", relata a administradora. Além dos moradores de Pajuçara, a unidade atende também moradores de outros bairros da Zona Norte de Natal, como Redinha e Igapó. "Ficha aqui é um problema sério". Autonomia De acordo com a secretária-adjunta de Saúde de Natal, Elisama Batista, cada unidade tem autonomia para determinar o horário e o dia de distribuição de fichas. Na tentativa de evitar a formação de filas, a maioria dos postos trabalha num sistema de agendamento prévio. "A secretaria orienta que as unidades distribuam as fichas no dia anterior à consulta", explica. Casos de urgência são atendidos no mesmo dia. "As pessoas não precisam chegar tão cedo às unidades. O problema é que eles têm receio de não conseguir ficha, e por isso chegam cada vez mais cedo. Nós (da secretaria) vamos nos reunir com os gerentes dos distritos de saúde e diretores de postos para encontrar uma saída". VACINAÇÃO // COBERTURA CHEGA A 66% DAS CRIANÇAS Dados disponibilizados pelo Datasus mostram que 176.931 crianças menores de 5 anos no estado do Rio Grande do Norte foram imunizadas na segunda etapa da campanha de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil). Este resultado representa 66,4% das 267.905 doses previstas para os 167 municípios do estado, um índice semelhante ao que alcançou o país com 66% e superior ao da região Nordeste com 57,53%. Na Grande Natal, a cobertura vacinal foi de 71,89%. Em Natal, a cobertura chegou a 68,87%. Na grande Natal, a cidade de Parnamirim, com 87,48%, foi a que apresentou índices mais próximos dos 95% que é a meta fixada pelo Ministério da Saúde. DENGUE SOFRE MUTAÇÃO E PODE CHEGAR MAIS PERIGOSA Secretaria estadual de saúde anunciou medidas preventivas contra o sorotipo 4, registrado no estado de Roraima Com o registro de três casos de dengue do sorotipo 4 no estado de Roraima, a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) deve reforçar as ações preventivas da vigilância epidemiológica para diminuir os riscos de que o DENV4 chegue ao RN. "A nossa preocupação é que se o vírus chegar, como nunca circulou aqui, a população estará mais suscetível a desenvolver a doença", afirmou a supervisora do Programa de Controle da Dengue no RN, Lúcia de Fátima Araújo. Medidas como o aumento do número de visitas dos agentes de saúde, carro fumacê e exames de isolamento viral realizados no Laboratório Central, já estão sendo desenvolvidas. "Em casos suspeitos de dengue, é importante que seja coletada amostras do sangue paciente em até 72h após o surgimento dos sintomas, para termos a identificação correta do sorotipo com o exame realizado no Lacen", completou Lúcia de Fátima. Os sintomas da dengue tipo 4 são os mesmos dos demais sorotipos: febre, dores intensas no corpo e diarreia. No RN, segundo Lúcia de Fátima circulam atualmente os sorotipos DENV1, principalmente na região do Seridó e DENV2, concentrado em Natal e Parnamirim. Segundo os últimos dados divulgados pela Sesap, já foram notificados neste ano no RN, 4.232 casos de dengue, um aumento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Ainda foram confirmados 65 casos da Febre Hemorrágica da Dengue, além da suspeita de 12 óbitos devido à doença. "Como estamos enfrentando um período chuvoso, os casos tiveram um relativo aumento. Por isso temos que continuar com a ajuda da população para não ter riscos de criadouros do mosquito em casa. Terrenos baldios e com acúmulo de lixo também serão fiscalizados", enfatizou Lúcia de Fátima. Em Natal foram notificados 2.346 casos de dengue desde o início do ano, de acordo com Cristiana Souto do Departamento de Vigilância à Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, bairros como Potengi, na Zona Norte, além de Quintas e Felipe Camarão, apresentam os maiores índices de dengue na capital. Proprietários de imóveis fechados também estão sendo convocados pela secretaria para agendamento de visitas dos agentes de saúde. "Locais que acumulam lixo e estão em situação de abandono são o nosso foco para continuar em um combate eficaz da dengue", disse Cristiana Souto. Focos Para fazer denúncias de possíveis focos de dengue, a população conta com dois números telefônicos. Quem estiver na capital, pode ligar para o disque-dengue pelo 0800-281-4031. Já para os demais municípios potiguares, o telefone é 0800-281-4030. Lembre-se: o combate à dengue depende de ações coletivas e da colaboração da população. O MOSSOROENSE ENTRADA DO NOVO SOROTIPO DO VÍRUS DA DENGUE EM MOSSORÓ PREOCUPA AUTORIDADES MUNICIPAIS Foi divulgado na semana passada o resultado do último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) realizado no município. Com uma queda de 0,6% em relação ao índice anterior, o percentual ficou em 4,9%. Apesar do resultado positivo, um novo sorotipo do vírus da dengue que entrou no país e foi registrado no estado de Roraima preocupa as autoridades competentes. "Nós estamos expostos ao 4º sorotipo da doença, porque ninguém teve esse vírus até o momento. Por ter entrado no país recentemente, não podemos afirmar se ele é mais ou menos grave. O grande problema é que como aqui no nosso município circula atualmente o sorotipo 3, pode haver um cruzamento de vírus e agravar a doença", alerta a coordenadora do programa de dengue no município, Tereza Moreira. Ela reforça que a atenção dos mossoroenses deve ser redobrada no combate aos focos do mosquito, principalmente "porque Mossoró é uma cidade polo e por aqui passam muitos caminhoneiros de todas as partes do país". Em muitas cidades brasileiras, como Natal, o grande número de casos tem chamado a atenção para a possibilidade de um surto da doença. Mossoró, que sofreu com o problema há cerca de três anos, tem a situação parcialmente controlada. "Até agora nós temos 14 casos da doença confirmados nesses oito primeiros meses do ano. Mas temos atenção redobrada com os bairros mais populosos como Santo Antônio, Belo Horizonte e Bom Jardim, onde a situação é mais crítica. Nesses locais geralmente o abastecimento de água é irregular e os moradores precisam armazenar água", ressalta a coordenadora. O trabalho da Vigilância Sanitária precisa da colaboração dos moradores. Atualmente 126 agentes de endemias circulam pelas residências dando orientações e vistoriando as casas com a intenção de destruir possíveis focos do mosquito. "Os agentes só conseguem passar numa mesma casa a cada dois meses. Por isso, durante esse tempo, é a população quem tem que dar continuidade ao trabalho", pede. A população deve estar atenta para os reservatórios de água destampados e lixo nos quintais que possibilitem o acúmulo de água. "As larvas, mais conhecidas como martelinhos, devem ser destruídas antes de darem o primeiro voo", alerta. COBERTURA DA VACINAÇÃO CONTRA A POLIOMIELITE CHEGA A 66,4% Dados disponibilizados pelo Datasus mostram que 176.931 crianças menores de 5 anos no estado do Rio Grande do Norte foram imunizadas na segunda etapa da campanha de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil). Este resultado representa 66,4% das 267.905 doses previstas para os 167 municípios do RN, um índice semelhante ao que alcançou o país com 66% e superior ao da região Nordeste com 57,53%. Na grande Natal, que representa a VI Ursap, compreendida pelos municípios de Natal, Ceará-Mirim, Extremoz, Macaíba, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante, a cobertura vacinal foi de 71,89%. Em Natal, a cobertura chegou a 68,87%, vacinando 42.894 crianças para um público de 62.281. Na grande Natal, a cidade de Parnamirim, com 87,48%, foi a que apresentou índices mais próximos dos 95% que é a meta fixada pelo Ministério da Saúde. A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave transmitida, sobretudo, pela via oral, e provocada por um vírus. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. Apenas cinco municípios conseguiram atingir meta Em todo o Rio Grande do Norte, apenas cinco municípios conseguiram atingir e ultrapassar a meta fixada pelo Ministério da Saúde. Baía Formosa (96,04%), Nísia Floresta (108,01%), Felipe Guerra (97,54%), Bodó (100%) e Almino Afonso (95,41%). Os municípios potiguares que menos vacinaram foram Areia Branca (14,98%) e João Câmara (16,61%). O Brasil está livre do vírus causador da pólio desde 1989, quando o último caso da doença foi registrado na Paraíba. Em 1994, o País recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de eliminação da poliomielite. No entanto, enquanto houver circulação do vírus em qualquer região do mundo, é necessário continuar com a vacinação, pois há o risco de importação de casos provenientes de países que ainda registram casos da doença, como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria. GAZETA DO OESTE PREFEITA COORDENA VACINAÇÃO CONTRA A POLIOMIELITE EM VIÇOSA VIÇOSA - A prefeita deste município, Maria José de Oliveira, juntamente com toda a sua equipe de auxiliares da Secretaria Municipal de Saúde, participaram no último sábado, 14 de agosto, de mais uma campanha de vacinação contra a paralisia infantil, ou poliomielite. A chefe do executivo foi quem inaugurou a segunda etapa da aplicação de doses médicas contra a grave doença, cuja meta era atender a todas as crianças com idade entre zero e cinco anos. De acordo com Maria José, a campanha desenvolvida no sábado, a exemplo de outras anteriores, foi de uma grande importância e chegou a alcançar as metas desejadas. A medida, que tem como objetivo maior evitar que as crianças sejam atingidas por esse mal maior que é a paralisia infantil, também foi de grande utilidade para que os pais ou responsáveis pudessem atualizar os cartões que por ventura se encontrassem em atraso. "Depois de darmos por iniciada a campanha de vacinação, tivemos a oportunidade de passar por diversos lugares, onde pudemos perceber as famílias colaborando com nossas equipes de saúde. Vale salientar que somente com esse tipo de mobilização é que haveremos de erradicar essa doença", disse a prefeita Maria José Oliveira. Na cidade, foram montados alguns postos de vacinação, como também equipes móveis que foram deslocadas até as áreas mais distantes do Centro. Passado o dia dedicado à aplicação da segunda dose da vacina, onde vários locais de atendimentos foram montados, os servidores da área de saúde alertam para o fato de que se alguma criança tiver deixado de tomar a substância, a mesma pode ser encontrada nos postos de saúde do município. A DOENÇA - A poliomielite, ou paralisia infantil, é uma doença infecto contagiosa viral aguda e de alta incidência no Brasil em anos anteriores, ocasionando deficiência física em centenas de pessoas. A vacina oral é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) o único meio capaz de viabilizar a erradicação da poliomielite no mundo, sendo recomendada para as nações com índices de coberturas vacinais baixos e heterogênicos. CORREIO DA TARDE GOVERNO AMPLIA E REFORMA HOSPITAL REGIONAL O Hospital Regional Hélio Morais Marinho, no município de Apodi, começa a tomar novo aspecto. A reforma e a ampliação feita pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Infra-Estrutura (SIN), estão perto de serem concluídas, tendo passado por todos os serviços preliminares. A unidade contará com mais 340 metros quadrados após o término da obra. Quase todos os setores estão sendo ampliados. Enfermarias, banheiros, salas de cirurgia e próprias para radiografia são construídas na obra, que soma um investimento de pouco mais de R$ 1 milhão. Cerca de 50% das instalações elétricas e hidráulicas já foram trocadas. Além disso, o hospital terá um necrotério (já concluído) e a farmácia e setor de pediatria foram reestruturados. O Hospital Regional Hélio Morais Marinho atende aos municípios de Apodi, Felipe Guerra, Severiano Melo, Rodolfo Fernandes, Itaú e algumas cidades do Ceará. Sua demanda, atual, está em torno de 200 pacientes por dia. Os principais procedimentos oferecidos pelo hospital atualmente são os atendimentos aos casos de urgência e emergência, ginecologia, clínica cirúrgica, pediatria, ambulatório, exames laboratoriais, raios-x e ultrassonografia. Toda a comida destinada à alimentação de funcionários quando estão de plantão, pacientes e acompanhantes é feita no próprio hospital. Por esta razão, cozinha e copa também serão ampliadas. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE FAZ BALANÇO DA VACINAÇÃO CONTRA A PARALISIA INFANTIL A Secretaria Municipal de Saúde de Natal fez um balanço do dia "D" de vacinação contra a paralisia infantil para menores de cinco anos, realizado no último sábado (14). Segundo dados do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis, a SMS imunizou somente no dia "D", 62.233 crianças que corresponde a 68,92%. O Distrito Sanitário Leste conseguiu a maior cobertura com 102,34%, equivalente a 7.011 crianças; seguido do Distrito Sul, com 96,03% de cobertura, o que corresponde a 7.382 crianças vacinadas. O Distrito Norte I obteve uma cobertura de 64,08%, o que equivale a 7.910 menores vacinados. Já o Distrito Sanitário Norte II obteve uma cobertura de 59,35%; o Distrito Oeste conseguiu vacinar 57,37% do esperado, que equivale a 11.291 crianças. Quem perdeu o dia "D" ainda tem chance. A SMS continua com a campanha de vacinação contra pólio em todas as unidades de saúde. A recomendação é levar a caderneta de vacinação da criança para atualização do esquema vacinal. Todos os menores de cinco anos devem receber a dose. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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