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HOSPITAL RECEBE 40 TRANSFERÊNCIAS DO WALFREDO - Leia mais notícias no Clipping Cremern 25/10/2010
TRIBUNA DO NORTE HOSPITAL RECEBE 40 TRANSFERÊNCIAS DO WALFREDO O Hospital Ruy Pereira já está com 50% da capacidade de sua enfermaria ocupada. Na última segunda-feira (18) a unidade recebeu 30 pacientes do Hospital Walfredo Gurgel e na quarta-feira (20), foram transferidos outros 10 internos, totalizando 40 transferências só esta semana. O Hospital Ruy Pereira atua nas áreas de clínica médica e cirurgias vasculares. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública, a expectativa é que nos próximos dias novos pacientes sejam transferidos para o hospital. “A admissão é gradativa e depende de uma série de fatores, como documentação dos pacientes, por exemplo”, afirma a diretora do hospital Valmira Guedes. O objetivo da unidade hospitalar é atender aos pacientes da clínica médica e das cirurgias vasculares. De acordo com a diretora, para outras especialidades a Secretaria de Saúde desenvolve outras linhas de cuidado, que são melhorias em outros hospitais do estado como o Hospital Regional Deoclécio Marques, o João Machado e unidades do município de São José do Mipibu. “Com o Hospital Ruy Pereira, estamos conseguindo melhorar a assistência de saúde pública do Estado. Esse novo hospital é mais um equipamento à disposição para prestar um melhor atendimento à população”, afirmou o governador Iberê Ferreira. CARÊNCIA NA SAÚDE Os natalenses que precisam do programa de distribuição gratuita de colírio, que era desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde, estão na bronca grande. Desde março que nenhum colírio é distribuído. Se antes os beneficiários telefonavam diariamente para saber quando chegariam os medicamentos, agora nem telefone o serviço tem mais. Estão cortados. DOENÇA AFETA 15 MILHÕES DE PESSOAS Mais de 15 milhões de pessoas sofrem com reumatismo no Brasil e em muitos casos os portadores desconhecem a doença que nem sempre se manifesta em forma de dor. Com o objetivo de alertar para os mais de 100 tipos de doenças reumáticas, será lançada hoje, no estacionamento do Natal Norte Shopping, a terceira edição da campanha “Reumatismo é coisa séria”, promovida pela Sociedade de Reumatologia do Rio Grande do Norte. A campanha, que ocorrerá das 13 às 17h, será aberta ao público em geral e contará com a presença de especialistas na área para tirar as dúvidas da população. De acordo com o presidente da Sociedade de Reumatismo do Rio Grande do Norte, Francisco Dioclécio Rocha, o objetivo principal, além de esclarecer as dúvidas, é conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce a fim de minimizar as limitações físicas que a doença pode causar. Na abertura da campanha “Reumatismo é Coisa Séria”, além das palestras “Conhecendo o reumatismo” e “Conhecendo a osteoporose” serão realizadas apresentações teatrais direcionadas para o tema e à conscientização. A doença Segundo dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia, as doenças reumáticas acometem principalmente os ossos, articulações, cartilagens, músculos tendões e ligamentos, mas médicos alertam para a possibilidade de comprometerem também diversos órgãos do corpo humano, como rins, coração, pulmão, olhos e até mesmo o cérebro. As doenças reumáticas mais comuns são a osteoartrite, degeneração da cartilagem, mais conhecida como artrose; artrite reumatoise, caracterizada pela inflamação das articulações e osteoporose, diminuição da quantidade de massa óssea. Segundo Francisco Dioclécio, no geral as doenças reumáticas são causadas pela predisposição genética somada a algum fator externo que, em contato com o organismo, desencadeia uma inflamação. Como por exemplo, vírus e bactérias. O médico também chama a atenção dos fumantes. “ Quem fuma sente mais dor e o tratamento de um tabagista é menos eficaz, já que a nicotina interage de forma negativa na resposta ao tratamento”. Os principais sintomas são dor, inchaço e calor nas articulações e derrame articular, quando ocorre o acúmulo de líquido dentro das articulações. O diagnóstico geralmente é simples, feito através da análise do histórico familiar do paciente e de exame físico, eventualmente são necessários exames complementares para se atestar as doenças articulares. A maioria das doenças reumáticas são crônicas e não tem cura. O tratamento, que visa o controle, é realizado com a utilização de medicamentes imunossupressores, que combatem a inflamação, corticóides, e da terapia alvo, que utiliza proteínas específicas para combater outras proteínas que estejam causando a inflamação. Mitos e Fatos Ao contrário do que se possa pensar, as doenças reumáticas não atingem apenas a terceira idade, crianças e jovens também podem ser acometidos. Nas crianças as doenças mais comuns são a artrite idiopática juvenil, inflamações persistentes das articulações, e a febre reumática, infecções causadas pela bactéria estreptococo. Em alguns casos a artrite idiopática juvenil pode evoluir e permanecer na fase adulta. Nos jovens, os tipos mais diagnosticados são as artrites infecciosas, geralmente relacionadas com o início da vida sexual. Após os 16 anos de idade, o Lupus, inflamação e danos na pele, ocorre com mais frequência, principalmente nas mulheres devido as alterações hormonais da fase reprodutiva. Na fase adulta o destaque fica com a artrite reumatóide, as espondiloartrites, que afetam os ligamentos e tendões e se manifestam, em sua maioria, no sexo masculino; as osteoartrites e a osteoporose. No geral, as doenças reumáticas ocasionam dificuldades motoras e de locomoção. De acordo com a Sociedade de Reumatologia do Rio Grande do Norte, 1% da população brasileira sofre de artrite reumatóide. Dados do Ministério da Previdência revelam que as doenças reumáticas são a segunda maior causa de afastamento do trabalho por mais de 15 dias consecutivos. SESAP ALERTA POPULAÇÃO PARA PREVENIR-SE CONTRA SARAMPO Em razão da situação epidemiológica de sarampo enfrentada pelo estado da Paraíba, a Secretaria de Estado da Saúde Pública alerta para a manutenção das medidas de prevenção e controle da doença no Rio Grande do Norte. De acordo com a subcoordenadora da SUVIGE, Juliana Araújo, não foram confirmadas até o momento ocorrências de sarampo no RN. Ela disse que em 2008 houve uma grande campanha contra a rubéola, com a aplicação da vacina Dupla Viral, que protege também contra o sarampo. “Mas que é importante ficar atento ao calendário vacinal e procurar manter as vacinas sempre em dia, não pode haver relaxamento”. Ainda de acordo com Juliana Araújo, a sociedade deve adquirir uma postura de vigilância observando a manifestação de sintomas, como febre acima de 38 graus e manchas vermelhas no corpo. Neste caso, um médico deve ser procurado imediatamente. Outra medida preventiva é observar se a caderneta de vacinação está em dia, tanto de crianças quanto de adultos. Crianças a partir de 1 ano tomam uma dose e um reforço entre os quatro e seis anos de vida. Adolescentes na faixa etária de 11 a 19 anos, se tiverem tomado apenas uma dose, devem aplicar uma nova dose. Caso não tenham nenhuma dose anterior comprovada, tomar duas doses, com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda. Se tiverem duas doses comprovadas (dupla ou tríplice viral), já estão imunizados. No caso de adultos na faixa etária entre 20 a 49 anos, se não vacinados, devem procurar um posto de saúde para tomar uma dose da vacina. Se tiverem uma ou mais doses registradas em sua caderneta de vacinação (dupla ou tríplice viral), já podem se considerar vacinados e plenamente imunizados. DIÁRIO DE NATAL AÇÃO CONTRA A SUPERBACTÉRIA Ministro procura tranqüilizar população e lembra a importância da higiene para reduzir risco de contágio Agência Brasil - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pediu, ontem, tranquilidade em relação à proliferação da superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KCP). "A população pode ficar tranqüila, porque essa é uma situação que acontece apenas em ambiente hospitalar e em pacientes debilitados", disse ele após participar de encontro na capital paulista sobre a definição de diretrizes para minimizar o risco cardíaco em pacientes em tratamento contra o câncer. Segundo o ministro, com a adoção de medidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), "a situação vai ficar sob controle". Entre as ações da agência, ele destacou a norma que determina a retenção da receita médica na compra de antibióticos. "Isso vai impedir o que hoje é um problema seríssimo, que é a automedicação, o uso abusivo e indiscriminado", garantiu. Além disso, Temporão lembrou a importância de procedimentos simples de higiene, como lavar as mãos, que diminuem muito o risco de contágio pela bactéria. "Isso serve para os profissionais de saúde e também para os visitantes ao entrar e ao sair de um hospital". O ministro destacou ainda que outro ponto fundamental no combate à bactéria é o cuidado nos registros dos casos, para melhorar o embasamento de pesquisas sobre o assunto. Medidas O surto de contaminação pela superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) poderia ser evitado por medidas simples adotadas pelos hospitais, como obrigar as pessoas a lavarem as mãos quando forem visitar os pacientes. A sugestão é da bióloga Ana Paula Carvalho Assef, do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), unidade credenciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para confirmar os casos de KPC no país. "São as medidas básicas de controle de infecção, como lavar as mãos antes e depois de entrar em contato com o paciente. A comissão do hospital deve estar alerta para esse tipo de coisa e orientar os visitantes e toda a equipe clínica que esteja tratando esses pacientes", afirmou. A bióloga ressaltou que esses cuidados básicos evitam contaminações perigosas e que geram altos custos para serem tratadas. "Você fica sem opção de tratamento e as alternativas para combater essas bactérias são antibióticos tóxicos e muito mais caros". INTERNAÇÃO SEM A FRIEZA DO HOSPITAL Serviço domiciliar da rede pública dá mais conforto e qualidade de vida ao paciente O serviço de home care, já bastante divulgado pelo marketing dos planos de saúde privada, já faz parte também da rotina de trabalho dos profissionais de todos os hospitais da rede pública estadual de Natal e Parnamirim. É o Programa de Internação Domiliciar (PID) que completou cinco anos de implantação no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel prestando um serviço considerado fundamental tanto para recuperação mais rápida do paciente quanto para evitar a superlotação dos leitos e as infecções hospitalares. Atualmente, quatro equipes de profissionais do WG atendem a uma demanda de 44 pacientes do PID, que residem nos mais distantes bairros dos dois municípios. O desafio encarado pelos profissionais é tornar o programa mais conhecido para poder se consolidar e atender a um número maior de famílias em toda região. Pioneiro no país, a nível de atendimento na rede estadual, o programa de atenção domiciliar à saúde é um modelo em expansão por todo o Brasil e já desponta também como um novo espaço de trabalho para os profissionais de saúde, tanto no âmbito público quanto no privado. A reportagem do Diário de Natal acompanhou a primeira visita da equipe do PID à residência do trabalhador autônomo José Fernandes, 58 anos, no bairro do Planalto, Zona Oeste de Natal. Ele se recupera de um acidente vascular cerebral (AVC), tendo passado por uma cirurgia no WG para retirada de líquidos na cabeça. Em estado grave, passou uma semana na UTI e 35 dias internado, chegando a comprometer os movimentos físicos e voz. Hoje, a família está mais tranquila, ele agora vai para receber o atendimento na própria residência. Seu estado clínico é bom mas precisa de muitos cuidados que podem ser feitos em casa, com o conforto e o carinho de seus familiares, evitando estresse e, inclusive, infecções hospitalares. De acordo com a proposta do PID, seu José Fernandes receberá uma visita semanal de uma equipe composta de médico, nutricionista, fonoaudióloga, assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo e terapeuta ocupacional, conforme a progressão do tratamento. a visita foi feita por uma nutricionista, fonoaudióloga e uma enfermeira. Elas não apenas fizeram todos os cuidados médicos, mas também orientaram as filhas do paciente que assumirão o papel de cuidadoras. Segundo a nutricionista Tatiana Amanda Cortez Xavier Peixoto, o programa não funcionaria se não fosse a parceria com o cuidador (normalmente (esposas e filhas). "Por isso, eles são treinados acerca da medicação, da alimentação, higienização", dentre outros cuidados. ATENDIMENTO A IDOSOS E PACIENTES NEUROLÓGICOS De acordo com o gerente do PID no Hospital Walfredo Gurgel, o fisioterapeuta Melquisedeque Duarte, para ter acesso ao programa o paciente tem que ter passado pela internação em algum hospital da rede pública e residir em Natal ou Parnamirim. O médico do hospital encaminha o paciente para a avaliação no leito hospitalar, depois realiza uma visita domiciliar com entrevista com a família. "Daí é elaborado um plano terapêutico e programadas as visitas semanais durante 30 e 60 dias, conforme a necessidade de cada paciente. Não podem participar do programa os pacientes que não estejam em quadro estável e que necessitem de tratamento de alta complexidade, como ventilação mecânica, monitorização e assistência de enfermagem intensiva", explica Melquisedeque. A Internação Domiciliar é compreendida como um modo de atenção à saúde do idoso e com grau de limitação física, mas também fazem parte pacientes neorológicos que sofreram AVC (Acidente Vascular Cerebral) e TCE (Traumatismo Crânio-Encefálico). "O Programa traz grandes vantagens do ponto de vista social e emocional, favorecendo a restauração da saúde em período de maior brevidade", explica a fonoaudióloga Marisa Consuelo. Mas não é só na família que o programa traz comprometimento e satisfação. Na opinião de Melquisedeque, os profissionais são comprometidos e chegam a criar bons laços de amizade com as famílias, até mesmo quando têm que visitar favelas e lugares perigosos. "No Paço da Pátria, por exemplo, uma vez tivemos que pedir autorização a um traficante para poder entrar e já chegamos até a ficar em meio a fogo cruzado", conta ele. Serviços O PID oferece: - Assistência integral e humanizada aos pacientes idosos no ambiente familiar - Maior liberdade e autonomia dos pacientes em seus domicílios - Redução dos riscos de Infecção Hospitalar - Orientação eficiente e clara ao cuidador e familiares - Maior liberação de leitos hospitalares para pacientes que exijam tecnologia hospitalar - Redução dos custos de tratamento. Rede Monsenhor Walfredo Gurgel 4 equipes Telefone:(084) 3232-7615 Hospital Dr. José Pedro Bezerra (Santa Catarina) - 2 equipes Telefone: (084) 3232-6061 Hospital Dra. Gizelda Trigueiro 2 equipes Telefone: (084) 3232-7922 Hospital Dr. Doclécio Marques (Parnamirim)- 2 equipes Telefone: (084) 3644-3742 PACIENTES // HOSPITAL RECEBE TRANSFERIDOS O Hospital Ruy Pereira já está com 50% da capacidade de sua enfermaria ocupada. Na semana passada a unidade recebeu 30 pacientes do Hospital Walfredo Gurgel e foram transferidos outros 10 internos, totalizando 40 transferências. O Hospital Ruy Pereira atua nas áreas de clínica médica e cirurgias vasculares. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública, a expectativa é que nos próximos dias novos pacientes sejam transferidos para o hospital. "A admissão é gradativa e depende de uma série de fatores, como documentação dos pacientes, por exemplo", afirma a diretora do hospital, Valmira Guedes. A IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO Ciclo Outubro Rosa ressalta necessidade de mulheres e homens cuidarem-se contra o câncer de mama A assistente social aposentada Lindamar Queiroz, 62, não pôde constatar seu câncer de mama, há 25 anos, por meio do autoexame, mas foi curada graças ao fato de realizar avaliações médicas com frequência. Hoje é presidente da Rede Feminina Contra o Câncer (grupo voluntário que atua junto à Liga Norteriograndense Contra o Câncer) e, por anda passa, multiplica a mensagem da necessidade de homens e mulheres se auto avaliarem. Lindamar é uma das voluntárias que participa ativamente da programação do Outubro Rosa, movimento com origem nos Estados Unidos e que acontece em Natal há dois anos. O objetivo principal da ação é atentar para a necessidade de detecção precoce do câncer de mama. Segundo Lindamar, o autoexame deve ser feito mensalmente. Entre as mulheres que menstruam, o ideal é optar por fazê-lo do 7º ao 10º dia do ciclo, que inicia no dia em que a menstruação começa. Entre as pessoas que não menstruam, pode-se escolher qualquer dia do mês e repeti-lo sagradamente. "A detecção precoce do câncer de mama pode salvar muitas vidas. É preciso que essa informação seja cada vez mais repassada", alertou a voluntária, acrescentando que, aliado ao autoexame, a mamografia deve ser feita anualmente pelas mulheres com idade a partir dos 40 anos. A aposentada lamenta que ainda existam 50 mil novos casos de câncer de mama, por ano, no Brasil. "Desse número, 1% é de homens e 11 mil mulheres morrem", disse. "Outro ponto importante nessa discussão é que não tem mais idade para ter o câncer. Pessoas jovens também são acometidas e precisam estar atentas". A POLÊMICA DO LEITE NA MESA Resistência na recomendação e mitos populares fazem com que muitas pessoas o retirem da dieta Frases como "Os humanos são os únicos seres que bebem leite de outras espécies" ou "O homem não precisa de leite na sua dieta" são muito comuns em rodas entre amigos, no trabalho, na academia ou em casa. Na maioria das vezes, elas acabam sendo vistas como verdade absoluta e em alguns casos fazem com que as pessoas fujam do leite e de seus derivados a todo custo. Mas será que existe alguma explicação científica para ser usada como base para essas afirmações? De onde e por quê surgiram esses mitos? Inspiradas por essas questões - e muitas outras que tornam o leite um dos alimentos mais polêmicos da última década - a nutricionista Adriane Elisabete Costa Antunes, da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade de Campinas (Unicamp), e a bioquímica Maria Teresa Bertoldo Pacheco, do Centro de Alimentos e Nutrição do Instituto de Tecnologia de Alimentos de São Paulo, resgataram evidências científicas que permitiram diferenciar fatos dos mitos envolvendo o consumo de leite na fase adulta. De acordo com as pesquisadoras, o consumidor, ao se defrontar com problemas e benefícios associados à ingestão do leite, sente-se sem rumo e em geral não encontra orientação consensual entre os profissionais de saúde. Além disso, um número crescente de médicos e nutricionistas se coloca em uma posição ferrenha contra o consumo da bebida e, muitas vezes, acabam cortando-a da alimentação sem levar em consideração a condição do paciente - se é ou não alérgico ou intolerante ao leite, por exemplo. "É um erro ser radical dessa forma", afirma Maria Teresa Bertoldo, Ph.D. em bioquímica. De fato, existe um número grande de pessoas que têm alguma restrição ao leite e aos seus derivados. No Brasil, cerca de 25% da população tem intolerância à lactose. "Mas, de uma maneira geral, para a população saudável, o leite só contribui com benefícios. Antes de retirar o produto da alimentação, o indivíduo deve ser avaliado para saber sua condição real", enfatiza a cientista. Diante de algo tão polêmico, as pesquisadoras organizaram umaequipe multidisciplinar, composta por profissionais das áreas de nutrição, biologia, medicina, engenharia de alimentos, química, bioquímica, zootecnia, farmácia e economia. Do trabalho, resultou o livro Leite para adultos: mitos e fatos frente à ciência. Segundo a nutricionista da Unicamp Adriane Elisabete, a equipe procurou argumentos favoráveis e contrários ao consumo de leite por adultos e os examinou com base em fundamentações científicas. "Nosso objetivo é fazer com que a pessoa tenha argumentos para decidir se retira ou não o leite da sua dieta", ressalta. Por outro lado, Bertoldo acha que o livro pode ajudar os profissionais de saúde a esclarecer dúvidas sobre o tema. FONTE DE CÁLCIO PARA O CORPO Entre os mitos analisados no livro, e que para muitos se transformaram em uma verdade absoluta, está a afirmação de que o homem não necessita do leite na sua dieta. Maria Teresa Bertoldi lembra que a grande fonte de cálcio é justamente o leite e seus derivados. Três copos, do tipo americano, de leite diariamente são suficientes para atender cerca de 75% das recomendações nutricionais do organismo. Segundo a pesquisadora, a absorção do cálcio conduzida pelo leite é maior do que a obtida com qualquer outro alimento, principalmente na comparação com proteínas de origem vegetal. "Mesmo que se enriqueça, por exemplo, o leite de soja com cálcio, sua absorção não é igual à do leite de origem animal." Isso explica também a necessidade de a mulher beber leite de origem animal enquanto amamenta. Sem repor o cálcio oferecido ao bebê por meio do leite materno, o organismo feminino acaba retirando a substância do próprio corpo. "A falta do mineral pode ocasionar e agravar problemas como a osteoporose, a osteopenia e a osteomalase. Além disso, 45% das lactantes intolerantes à lactose perdem a sua intolerância durante o período de gravidez e de lactação", esclarece Maria Teresa. Por outro lado, os vegetais também têm um teor alto de cálcio. A biodisponibilidade dele nas folhas, porém, é pequena, se comparada à do leite. Além disso, existem alguns fatores antinutricionais que dificultam sua absorção, fazendo com que grande porcentagem de cálcio se perca nas fezes. Outro mito muito comum é dizer que o homem é o único animal que continua bebendo leite na fase adulta. A nutricionista da Unicamp Adriane Elisabete rebate dizendo que os mamíferos adultos também ingerem o alimento - desde que lhes seja ofertado. AGENTE DE SAÚDE // PARNAMIRIM PRORROGA INSCRIÇÕES A Prefeitura de Parnamirim reabriu o prazo para inscrições no processo seletivo de agente comunitário de saúde (ACS) que oferece 166 vagas efetivas para ampliação do programa, mais um cadastro reserva de 119 vagas. O novo prazo vai de 25 a 29 de outubro. O processo foi suspenso no início do mês em consequência da greve dos bancários, que dificultava o pagamento da taxa de inscrição de R$ 10,00. A Central de Atendimento Social fica na Avenida Brigadeiro Everaldo Breves, 916, Centro. A inscrição pode ser feita das 8h00 às 14h00. SAÚDE // SAMU RENOVA FROTA DE AMBULÂNCIAS O Samu Natal realiza na próxima segunda feira a cerimônia oficial de entrega das novas ambulâncias do órgão. A entrega simbólica acontecerá às 15hs no próprio Samu Natal. A renovação da frota do Samu Natal, prevista para o 2º semestre de 2010, foi fruto de uma parceria do município de Natal com o Ministério da Saúde. Das 12 ambulâncias em circulação na cidade, 8 serão substituídas por veículos 0km. As novas ambulâncias da marca Renault são dotadas de potentes motores eletrônicos e ar condicionado, para um melhor conforto da equipe. Os carros chegaram em Natal no início da semana e aguardam no pátio do Samu a cerimônia oficial de entrega. GAZETA DO OESTE CERCA DE 30% DOS PORTADORES DE HIV NÃO BUSCAM AJUDA EM ASSOCIAÇÃO POR VERGONHA A Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma das doenças mais temidas pela humanidade. Ela não faz distinção de vítimas, ataca homens, mulheres, jovens, idosos e até mesmo as crianças. Além de ser uma doença sem cura, as pessoas que a possuem são constantemente vítimas de preconceito. Para combater a discriminação, prestar assistência aos portadores do HIV/Aids, promover uma melhor qualidade de vida e prevenir que as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) se espalhem nas regiões Oeste e Alto Oeste potiguar, foi fundado no dia 2 de outubro de 2005 o Grupo Aprendendo a Viver Positivamente (GAV+), uma Organização Não Governamental (ONG) sem fins lucrativos que tem ajudado as pessoas portadoras do HIV/Aids a se reintegrarem à sociedade. A coordenadora do GAV+, Conceição Paz, conta que cerca de 500 pessoas são atendidas pela organização, inclusive os portadores do HIV/Aids de cidades circunvizinhas. As reuniões mensais sobre prevenção, orientação do tratamento, informações sobre as questões sociais e jurídico legais são algumas das atividades realizadas no GAV+. "Além dessas atividades nós abrigamos e oferecemos alimentação para os pacientes de outras cidades que precisam ficar em Mossoró para ser atendidos no outro dia, pois muitos deles não têm onde ficar e passam a noite aqui, não cobramos nada a nenhum deles por isso", afirma Conceição Paz. A quantidade de pessoas que procuram o GAV+ é muito pequena se comparada ao número de portadores do HIV/Aids. Segundo Conceição Paz, muitas pessoas têm vergonha e preconceito de serem portadoras do vírus e não buscam a organização para que a sociedade não saiba da doença que ela carrega. "De todas as pessoas doentes acredito que só 30% procuram o apoio de alguma organização, pois temem sofrer preconceito da sociedade. O pior que isso acontece demais, até mesmo os voluntários que trabalham aqui e não são portadores do HIV/Aids sofrem preconceito. E a falta de voluntários é um dos nossos maiores problemas", informa. Uma das 500 pessoas atendidas pelo GAV+ é a dona de casa Francisca das Graças, 52. Ela conta que em 2002, através de uma relação sexual, contraiu o vírus da HIV e com ele o preconceito da sociedade. "Muitas pessoas pararam de andar lá em casa, não bebem água nos meus copos e não passam sequer na minha calçada com medo de contraírem a doença. Hoje eu consigo conviver com o HIV, mas não consigo viver com o preconceito, e assim como eu todos têm o mesmo pensamento", desabafa. O Hospital Rafael Fernandes é o local responsável pelo tratamento dos portadores. Até setembro de 2010 foram registrados 481 casos de pessoas com HIV/Aids em Mossoró, sendo 343 com a doença já manifestada e 138 como portadores do vírus. Dos 343 pacientes com Aids, 181 são homens, 154 mulheres, 5 crianças e 3 adolescentes. Já das 138 pessoas que estão infectadas pelo vírus da HIV e ainda não desenvolveram a doença, 85 são homens, 59 mulheres, 8 crianças, 1 adolescente e 25 crianças expostas - filhos de mãe com HIV que podem ou não apresentar o vírus, elas ficam em observação do zero aos dois anos de idade para ver se apresentam ou não o vírus da HIV. O MOSSOROENSE UTI NEONATAL DA DIX-SEPT ROSADO PASSA A FUNCIONAR APENAS COM TRÊS LEITOS Desde a última sexta-feira, 22, a direção da Casa de Saúde Dix-sept Rosado desativou os quatro leitos de UTI Neonatal não-credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Como o hospital é o único que dispõe deste tipo de serviço no Oeste potiguar, a partir de agora, serão apenas três leitos para atender Mossoró e região. De acordo com o diretor da Dix-sept Rosado, André Neo, a medida foi tomada por causa dos gastos excessivos que a Casa de Saúde vinha tendo com o serviço. Ele destaca que para manter cada leito da UTI Neonatal custa em média R$ 120 por dia. Sendo assim, o prejuízo da Casa de Saúde com os leitos não-credenciados chega a cerca de R$ 16 mil por mês. O diretor informa que há mais de 18 meses, a Casa de Saúde tem arcado com custos e responsabilidades dos leitos não-credenciados. "Prestamos assistência a uma média de oito crianças por dia e muitos desses gastos são nossos. Não estamos recebendo a devida cobertura dos órgãos públicos competentes para a manutenção do serviço. Financeiramente, não temos condições de manter essa assistência", afirma. Também por falta de credenciamento a Casa de Saúde desativou três dos dez leitos de unidade para recém-nascidos de médio-risco. Ele afirma que já informou esse fato à Secretaria do Município, ao Estado e ao Ministério da Saúde. A plantonista da UTI Neonatal, a pediatra Gisélia Morais, afirma que os três leitos da UTI Neonatal serão insuficientes para atender a demanda na Unidade. "Vamos ter que encaminhar os casos emergenciais para Natal, o que provavelmente vai ser outro o problema, porque a Capital também não dispõe de leitos suficientes para atender essa nova demanda". Além disso, esses casos serão encaminhados para a capital sem a assistência necessária. O obstetra Manoel Nobre explica o porquê. "Não existe incubadora para transportar recém-nascidos. Assim, a solução é encaminhar as gestantes de risco a Natal". O profissinal lamenta a desativação dos leitos. “A população é quem vai sair prejudicada”. De fato, a UTI neonatal está ajudando a salvar a vida de muitos recé-m-nascidos. É o caso da filha da a assuense Ana Maria, do sítio Boa Vista. Ela enfatiza o trabalho prestado pela Casa de Saúde Dix-sept Rosado com a Maternidade Almeida Castro. Foi lá que ela teve sua filha no último sábado, 23. A menina nasceu pré-matura, com sete meses. A mãe afirma que teve toda assistência possível do hospital. "Se não fosse a UTI daqui, a minha filha tinha morrido, porque não existe esse tipo de serviço onde moro e não tenho condições de ir para um lugar mais longe que esse", conta. André Neo lembra que, além da questão da UTI Neonatal, outro problema é o aumento no número de partos feitos na Almeida Castro. nos últimos anos, Mossoró perdeu três maternidades: a Mater Dei, a Duarte Filho e a Santa Luzia. A cidade perdeu nada menos que 450 leitos credenciados. Por causa disso, a única maternidade da região é a Almeida Castro - ligada à Casa de Saúde Dix-sept Rosado. "Estamos sobrecarregados. A média é de 500 partos por mês. Há dois anos, esse índice era de 250: ou seja, houve um aumento de 100% em pouquíssimo tempo". JORNAL DE FATO BRASIL ENVIA TÉCNICOS E MEDICAMENTOS PARA AJUDAR A VÍTIMAS DA CÓLERA NO HAITI Técnicos brasileiros do Ministério da Saúde, além de medicamentos e material hospitalar, serão enviados ao Haiti nesta semana para ajudar o governo do presidente haitiano, René Préval, no combate ao surto de cólera no país. Dados recentes mostram que, pelo menos, 138 pessoas morreram e 1.500 estão contaminadas. É o pior registro de contaminação da doença desde o terremoto do dia 12 de janeiro deste ano. Na tentativa de conter o avanço da doença no Haiti, equipes de saúde das Nações Unidas intensificaram a distribuição de pastilhas para purificação de água, vasilhames, kits higiênicos e soro reidratante. O Ministério das Relações Exteriores informou que alguns técnicos da área de saúde do Brasil já chegaram ao Haiti. A ideia é avaliar a situação para que mais profissionais sigam para Porto Príncipe (capital haitiana) nos próximos dias. O governo avalia ainda a possibilidade de ampliar a cooperação a ser prestada pelo Brasil por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Na próxima semana, voos especiais da Força Aérea Brasileira (FAB) seguem para Porto Príncipe com carregamento de antidiarreicos, sais para reidratação oral e antibióticos, além de luvas e materiais descartáveis. Em nota oficial, o Itamaraty informou que "o governo brasileiro acompanha com preocupação" os casos de cólera nas regiões de Mirebalais e Saint Marca - localizadas a cerca de 100 quilômetros da capital do Haiti. A nota lembra que a situação é ainda "mais difícil" em decorrência da realidade enfrentada no Haiti, que ainda passa pelo processo de reconstrução depois do terremoto de janeiro. A maioria da população vive em tendas e barracas o que, para as autoridades haitianas, aumenta o risco de contaminação devido à falta de condições adequadas de higiene. O Itamaraty informou também que a Embaixada do Brasil em Porto Príncipe mantém permanente contato com a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), integrantes do governo Préval e organizações não governamentais. CORREIO DA TARDE SECRETARIA DE SAÚDE INTENSIFICA COMBATE A DENGUE Através de várias formas de atuação, a cidade de Pau dos Ferros tem obtido grande sucesso no combate ao mosquito transmissor da dengue. O trabalho, coordenado pela Secretária de Saúde do Município, tem tratado a questão com a seriedade e atenção necessária que o caso requer. De acordo com o Secretário de Saúde do município, Fabrício Torquato, toda a equipe tem dedicado atenção especial ao combate à dengue. Segundo ele, esse esforço tem surtido efeito positivo. Prova disto, é que no ano de 2009, a cidade não registrou nenhum caso da doença. "Sem dúvidas, são números que merecem destaque. Prova do zelo dedicado a esse assunto", frisou o Secretário. No ano de 2010, de acordo a Coordenadora de Vigilância e Saúde, Karla Queiroz, houve aumento de casos em comparação com 2009, fato visto em todo o Estado. Alguns casos continuam sob consulta, porém, muitos são negativos. Quando o caso é diagnosticado como positivo, intensifica-se o trabalho naquela área. Algumas ações que não foram utilizadas em 2009, passaram a ser implementadas, como a utilização do carro fumacê, que tem percorrido as ruas da cidade, eliminando os mosquitos transmissores. Semelhante ao carro fumacê, existe um aparelho móvel, que permite que os agentes entrem nas residências combatendo, não apenas os mosquitos, mas também as larvas. Além do combate ao mosquito, outro trabalho, ininterrupto, realizado pela Secretaria de Saúde, são as visitas domiciliares, feitas pelos Agentes de Controle de Endemias. Estes realizam monitoramento dos reservatórios de água, aplicando o inseticida e instruindo as pessoas sobre as melhores práticas de prevenção à doença. De acordo com Karla Queiroz, não é necessário, apenas, realizar o combate ao mosquito, é preciso prevenir a sua reprodução. Neste sentido, a Secretaria de Saúde, em parceria com a Secretaria de Meio ambiente, tem realizado constantes ações educativas; orientando a população a melhor forma de combater a disseminação dos mosquitos. Os casos, apesar de poucos, devem servir de alerta à população, informou o secretário, Fabrício Torquato. Já que este ano as chuvas foram em menor intensidade, a reprodução do mosquito vem acontecendo devido aos poucos cuidados da população em combater os possíveis locais de reprodução dentro de suas casas. CORREIO DA TARDE EPIDEMIA ENFRENTADA PELA PARAÍBA GERA ALERTA NO ESTADO Em razão da situação epidemiológica de sarampo enfrentada pelo estado da Paraíba, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (SUVIGE), alerta para a manutenção das medidas de prevenção e controle da doença no Rio Grande do Norte. Segundo Juliana Aráujo, subcoordenadora da SUVIGE, não foram confirmados até o momento ocorrências de sarampo no RN. Ela lembra que, em 2008 houve uma grande campanha contra a rubéola, quando foi ofertada a vacina Dupla Viral, que protege também contra o sarampo. "Porém é importante ficar atento ao calendário vacinal e procurar manter as vacinas em dia, não pode haver relaxamento", alerta. Ainda de acordo com Juliana Araújo, a sociedade deve adquirir uma postura de vigilância observando a manifestação de sintomas, como febre acima de 38 graus e manchas vermelhas no corpo. Neste caso, um médico deve ser procurado imediatamente. Outra medida preventiva é observar se a caderneta de vacinação está em dia, tanto de crianças quanto de adultos. Crianças a partir de 1 ano tomam uma dose e um reforço entre os quatro e seis anos de vida. Adolescentes na faixa etária de 11 a 19 anos, se tiverem tomado apenas uma dose, devem aplicar uma nova dose. Caso não tenham nenhuma dose anterior comprovada, tomar duas doses, com intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda. Se tiverem duas doses comprovadas (dupla ou tríplice viral), já estão imunizados. No caso de adultos na faixa etária entre 20 a 49 anos, se não vacinados, devem procurar um posto de saúde para tomar uma dose da vacina. Se tiverem uma ou mais doses registradas em sua caderneta de vacinação (dupla ou tríplice viral), já podem se considerar plenamente imunizados. A vacina contra o sarampo está disponível gratuitamente na rede básica de saúde e faz parte do calendário anual de vacinação. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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