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HOSPITAL DE PARNAMIRIM INTERROMPE INTERNAÇÕES - Leia mais notícias no Clipping Cremern 03/11/2010
TRIBUNA DO NORTE O convênio entre a Cooperativa dos Médicos e a Secretaria Estadual de Saúde para atendimento no Hospital Deoclécio Marques foi parcialmente interrompido desde a última sexta-feira, informa o responsável pelo serviço médico Rogério Santos. O motivo é o atraso de quatro meses no pagamento dos médicos. Por conta disso, apenas casos de urgência estão sendo atendidos. O atendimento de pacientes transferidos pelo Walfredo Gurgel para cirurgias de correção está paralisado, o que preocupa pela possibilidade de aumento nas filas. Assim como acontece com o Hospital Médico-cirúrgico e o Memorial, o Deoclécio Marques faz cirurgias eletivas, de correção, em pacientes atendidos pelo Walfredo Gurgel. Os profissionais do Walfredo atendem a urgência, estabilizam o paciente e transferem para os hospitais conveniados. Um deles é o Deoclécio, que desde sexta não atende mais. “Dá pra sentir um aumento na demanda e na fila por transferência, que sempre foi um problema. Embora não dê para quantificar ainda, existe esse aumento”, diz o ortopedista Rogério Nobre, plantonista do Walfredo Gurgel na manhã de ontem. Segundo Rogério Santos, responsável pela ortopedia do Deoclécio Marques, os médicos da Cooperativa fazem cerca de 100 cirurgias e mais de mil consultas ambulatoriais por mês. “Atendemos pacientes de todo o interior, mas fica difícil depois de quatro meses de atraso”, reclama Rogério. E complementa: “As urgências continuam sendo atendidas da mesma forma, fizemos duas ontem, mas paralisamos os encaminhamentos do Walfredo para fazer pressão”. Em outras unidades de saúde do Estado os profissionais estão sendo atingidos pelo mesmo problema, como em Caicó e no Centro de Recuperação de Operados do Walfredo Gurgel. Contudo, os efeitos a curto prazo serão sentidos no Deoclécio e no setor de trauma do Walfredo Gurgel. “Agora, essas pessoas terão de ser encaminhadas pela unidade de gerenciamento de vagas para os dois hospitais particulares conveniados”, afirma Rogério Santos. O convênio com a Cooperativa dos médicos para atuar no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, foi firmado no mês de abril no intuito de diminuir a fila de espera para cirurgias ortopédicas e ajudar a desafogar o Walfredo Gurgel. Na época havia cerca de 300 pessoas à espera de uma vaga para realizar cirurgia de correção em um dos hospitais conveniados. A intenção dos ortopedistas da Cooperativa é voltar ao trabalho após o pagamento. A reportagem da TRIBUNA DO NORTE entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Secretaria Estadual de Saúde, mas em virtude do feriado não houve resposta. Feriado Algumas unidades de saúde ficaram lotadas durante o feriado, principalmente aquelas que funcionam com escala de profissionais terceirizados. No Hospital dos Pescadores, por exemplo, chegava-se a esperar por duas horas até conseguir atendimento, mesmo com três clínicos gerais de plantão. É o caso de João Maria Jales Carneiro. Com uma virose, ele estava há duas horas na fila e ainda não havia sido atendido. Antes de ir parar no Hospital dos Pescadores, onde a escala é feita com profissionais da Cooperativa dos Médicos, João Maria havia passado por Felipe Camarão e Cidade da Esperança. Ambos sem médicos. Em Mãe Luiza, a situação era a mesma: não havia clínicos gerais. Os pontos de apoio ao atendimento eram: o Hospital dos Pescadores, o Sandra Celeste e a UPA de Pajuçara na Zona Norte. »Luz... A saúde moribunda da capital dos magos-desassistidos ganhou um bom reforço no dia 1º de novembro. Aconteceu o primeiro plantão com atendimento psiquiátrico no Samu. Um projeto da Coordenação de Saúde Mental do Município de Natal, tendo a frente a psicóloga Cristiana Leite. Os plantões serão supervisionados por Marcelo Kimati, psiquiatra e consultor do Ministério da Saúde. »...saudável Os atendimentos a surtos psicóticos nos períodos da noite, finais de semana e feriados eram solicitados à polícia militar, que levava os pacientes para o Hospital Colônia João Machado. A partir deste mês será com profissionais especializados e humanizados, serviço até então exclusivo de dois municípios do Brasil: Campinas (SP) e Belo Horizonte (MG). Caros colegas, saiu hoje na Tribuna do Norte na Coluna Eliane Lima, Graça Galvão. O MOSSOROENSE ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DA SAÚDE DISCUTEM O ATENDIMENTO DE PESSOAS COM TRAUMAS Entre os dias 5 e 7 de novembro, será realizado o I Simpósio Mossoroense de Trauma: uma abordagem multidisciplinar, no Hotel VillaOeste. Na ocasião, os profissionais de saúde abordarão sobre formas de acolhimento às pessoas com tipos distintos de traumas. Ademais, será discutida a importância da consonância de áreas para melhor recuperação dos pacientes com trauma. De acordo com o coordenador do Simpósio, André Corcino, o evento pioneiro sobre a temática terá como foco a traumatologia por meio de palestras de médicos e enfermeiros, principalmente com base no atendimento multidisciplinar. "Entendemos que somente desta forma, agindo em conjunto, dividindo, acima de tudo, saberes e práticas, poderemos mudar a realidade da saúde, sempre almejando o melhor para os pacientes. Além de disseminar o diálogo entre as diferentes formas de atender as pessoas com traumas", diz. O evento terá cursos com 20h/aula com certificação da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. As inscrições podem ser feitas na Faculdade de Medicina da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) ou no Diretório Central de Estudantes (DCE) da Universidade Potiguar (UnP). Para estudantes, o credenciamento custa R$ 40, já para profissionais da saúde a inscrição é R$ 70. Os interessados podem obter mais informações pelos seguintes números: 9609-9219/9911-4484 ou ainda pelo site: www.multidisciplinar2010.com.br. GAZETA DO OESTE NÚMERO DE CASOS DE DENGUE DEVE SER MENOR DO QUE EM 2009 O número de casos de dengue em Mossoró segue uma escala decrescente. Em 2009, o Levantamento de Índice Rápido Amostral de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa) apontou uma média de infestação predial de 4,9%. Até o mês de outubro deste ano, esse número caiu para 4,3%. Até o fim da última semana, foram notificados 90 casos e confirmados 22 de dengue clássica. No ano passado foram 309 notificações e 110 casos de dengue clássica; 8 de dengue com complicações e 7 do tipo hemorrágica. Segundo os coordenadores do Programa Municipal de Controle da Dengue em Mossoró, Tereza Cristina e Sandro Elias, todas as medidas estão sendo tomados para não deixar o índice se elevar e, consequentemente, continue baixando. "O patamar está mantido devido à rotina dos agentes de endemias e ao larvicida que está sendo usado", comenta Tereza. Mesmo decrescente, o número mantido ainda está acima do que é recomendado pelo Ministério da Saúde, que é de 1%. A coordenadora atribui o número devido às altas temperaturas registradas, domicílios fechados e a cultura ainda existente de uso de tonéis e potes para acumular água parada. Sandro Elias chama atenção da população, que é a maior força contra a dengue. "As pessoas precisam cuidar melhor dos reservatórios, acondicionarem o lixo devidamente, não deixar água parada em vasos, jarros, pneus, garrafas e outros objetos que sejam propícios à reprodução do mosquito", recomenda. Para reforçar os trabalhos educativos de combate, o Departamento de Vigilância à Saúde vai realizar no início de dezembro o seminário "Dengue: novos desafios e perspectivas". São convidados a participar do evento todos os interessados no tema de Mossoró e cidades circunvizinhas. "O objetivo é divulgar o trabalho que vem sendo feito, receber e colocar em prática novas propostas de combate", complementa Tereza. DIFICULDADES — Além das residências e outros imóveis fechados, os agentes de endemias estão encontrando outro problema para desenvolver os trabalhos de rotina. Não se sabe onde e quando teve início, mas conversas informais de populares davam conta de que os profissionais da saúde estariam denunciando a existência de animais silvestres à Polícia Ambiental de Mossoró. "Não tem cabimento isso estar acontecendo. É bom deixar bem claro que o papel do agente é de conscientização e combate ao mosquito e não tem nada a ver com essa questão de animais. A gente pede que as pessoas deixem os agentes entrarem em suas residências para realizar o trabalho normalmente", explica Sandro Elias. MORTE DE CRIANÇA DE APENAS 11 MESES DEIXA FAMÍLIA REVOLTADA COM ATENDIMENTO DO HRTM A morte de uma criança de apenas 11 meses de vida, na última quarta-feira, 27, no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), vítima de uma pneumonia, deixou a família desolada. Os pais da criança, Adriano Costa e Valdélia Moreira, juntamente com o tio da criança, Anderson Costa, acusam o hospital de negligência médica. Segundo Anderson Costa, Anne Vitória chegou ao hospital por volta das 18h30 da terça-feira. "Na noite em que chegamos ao hospital a pediatra de plantão estava próximo ao seu horário de sair, ela atendeu a criança super rápido e superficialmente, pediu a internação da menina afirmando que ela estaria com pneumonia, e durante toda noite a criança ficou internada na UTI do hospital, mas já pela manhã saiu e foi para outra sala, pois as enfermeiras disseram que ela já estava ficando boa e não precisaria mais de internação", disse. Preocupados com o quadro de saúde da filha, eles cobraram mais atenção. "Os médicos diziam que a minha sobrinha iria ficar boa e não precisava se preocupar, mas o quadro de saúde dela só piorava. Infelizmente eles foram cuidar da menina tarde demais, já não havia mais salvação, além da pneumonia falaram que ela estava com anemia profunda e por isso não foi possível salva-la", conta Anderson Costa. A criança faleceu por volta das 22h da quarta-feira. A família ainda está muito emocionada e abalada com a morte inesperada da menina. No cortejo fúnebre na cidade de Caraúbas, terra natal dos pais e da criança, a comoção foi enorme e mais de 400 pessoas foram dar os pêsames aos pais e parentes da vítima. "Meu irmão e minha cunhada ainda estão abalados com o falecimento da menina, queremos justiça e que alguma coisa seja feita, não é admissível que essa negligência médica continue a acontecer, sei que minha sobrinha não voltará à vida, mas a vida de outras pessoas pode ser salva", comenta Anderson Costa. Em contrapartida, os membros do quadro médico do Hospital Regional Tarcísio Maia afirmam que fizeram o possível para salvar a vida da criança, mas o quadro clínico dela era delicado e não tinha mais o que se fazer para salvá-la. "Ela já entrou no hospital em uma situação crítica, a doutora Sílvia Lima, pediatra que atendeu, fez o que pôde, mas não consegui evitar a morte da criança", garante Helito Jales, um dos médicos do hospital. Assessoria de Comunicação do Cremern Telefone: 4006-5343 Contatos: Casciano Vidal: 9990-1473 Ana Carmem: 9909-4100
 
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